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Especialistas projetam retomada da economia da Venezuela após queda de Maduro

Especialistas projetam retomada da economia da Venezuela após queda de Maduro
Especialistas projetam retomada da economia da Venezuela após queda de Maduro

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Analistas projetam expansão de até 30% da economia venezuelana, com o alívio de sanções e a reativação do setor petrolífero. O cenário ganha peso em meio a uma mudança política após uma operação militar dos EUA que transformou o equilíbrio econômico do país.

Entretanto, há cautela: a volatilidade cambial e o risco de hiperinflação no curto prazo. A inflação continua alta, salários baixos e há uso crescente de criptomoedas para contornar a escassez de divisas. Alejandro Grisanti, da Ecoanalítica, afirma que a aproximação entre Washington e Caracas pode flexibilizar sanções e facilitar a retomada das exportações de petróleo, ampliando os fluxos de divisas.

A Petróleos da Venezuela negocia vendas de petróleo por meio de esquemas com multinacionais, como a Chevron. O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou uma ordem para blindar as receitas petrolíferas e afirmou que pretende destiná-las para a reparação da infraestrutura elétrica venezuelana. Segundo informações da AFP, Asdrúbal Oliveros ressalta que 2026 começa com uma guinada sem precedentes na política econômica, fortalecendo a ligação entre decisões políticas e desempenho econômico.

Analistas dizem que, se Delcy Rodríguez sinalizar abertura, o país pode atrair investimentos ao criar consensos internos. A economia depende do petróleo, que representa grande parte das divisas — estimativas apontam que o setor responde por cerca de 87%. Oliveros projeta 30% de crescimento, com maior produção, queda nos descontos e, consequentemente, maior fluxo de receitas para o mercado cambial, hoje bastante restrito.

A atividade econômica opera a meias-vagas após os bombardeios de 3 de janeiro para capturar Maduro e Cilia Flores. O dólar paralelo atingiu 800 bolívares e recuou para cerca de 530 bolívares no fim de semana, impulsionado pela expectativa sobre o acordo petrolífero. José Guerra alerta que a Venezuela está à beira de hiperinflação e que a solução passa por uma transição política constitucional e pacífica para reorganizar a economia.

Resumo: o petróleo segue no centro da balança externa venezuelana, e mudanças nas sanções e nos fluxos de divisas podem abrir caminhos para investimentos. No curto prazo, a volatilidade cambial e a inflação exigem monitoramento atento. Palavras-chave: Venezuela, economia, petróleo, sanções, câmbio, inflação. Meta descrição: especialistas projetam retomada da economia venezuelana com expansão de até 30% no setor petrolífero, mas ressaltam volatilidade cambial e risco de hiperinflação. Deixe sua opinião nos comentários sobre os caminhos para a recuperação econômica.

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