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Bahia realiza primeira aplicação de polilaminina em paciente com lesão medular

Bahia realiza primeira aplicação de polilaminina em paciente com lesão medular
Bahia realiza primeira aplicação de polilaminina em paciente com lesão medular

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A Bahia realizou nesta terça-feira (13) a primeira aplicação da polilaminina em um paciente baiano com lesão medular. O procedimento ocorreu à meia-noite, em Salvador, e foi considerado bem-sucedido pela equipe médica responsável. A iniciativa marca um avanço no tratamento de traumas na coluna, com estudos em andamento no Brasil.

O paciente é um médico baiano que sofreu um grave acidente no dia 11 de dezembro, em Simões Filho, enquanto se deslocava para cumprir um plantão na capital. Ele foi submetido a cirurgia após diagnóstico de traumatismo na coluna e lesão medular na região T3-T4, condição que provocou a perda de movimento do peito para baixo.

De acordo com a família, diante da gravidade do quadro e da ausência de terapias regenerativas consolidadas, foi ingressada uma ação judicial que garantiu o fornecimento do medicamento experimental pelo laboratório Cristália. A aplicação da polilaminina foi realizada por Bruno Cortês e Arthur Forte, médicos da equipe de pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), responsável pelo desenvolvimento do estudo no Brasil.

A Bahia acontece poucos dias após o Ministério da Saúde e a Anvisa anunciarem oficialmente o início do estudo clínico de fase 1 da polilaminina para o tratamento do Trauma Raquimedular Agudo (TRM). Segundo a Anvisa, a pesquisa terá tramitação prioritária por se tratar de um projeto 100% nacional, com alto interesse público, visando fortalecer a ciência e a soberania tecnológica do país.

O estudo explica o que é a polilaminina: uma proteína presente naturalmente em diversos organismos, inclusive no ser humano, associada a processos de regeneração celular. Nesta fase inicial, o objetivo é avaliar a segurança da substância, identificar riscos e estabelecer bases para as próximas etapas do desenvolvimento clínico.

Este avanço desperta interesse sobre as possibilidades da medicina regenerativa no Brasil. O que você acha das terapias baseadas em polilaminina para lesões medulares? Deixe seu comentário com sua opinião, dúvidas ou perspectivas para o futuro do tratamento.

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