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Governo promulga acordo para facilitação do comércio com países do Mercosul

Governo promulga acordo para facilitação do comércio com países do Mercosul
Governo promulga acordo para facilitação do comércio com países do Mercosul

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O governo brasileiro promulgou o Acordo de Facilitação do Comércio do Mercosul, por meio de decreto assinado pelo presidente em exercício Geraldo Alckmin (PSB) e publicado no Diário Oficial na sexta-feira, 8 de maio de 2026. O acordo, firmado em 2019 entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, estabelece regras para agilizar importações, exportações e o trânsito de mercadorias entre os países do bloco.

O objetivo é facilitar o movimento de bens na fronteira, promovendo comércio mais seguro e um diálogo constante entre as nações do Mercosul e as regiões empresariais envolvidas. O texto aponta seis princípios que vão orientar a atuação: transparência, eficiência, simplificação, harmonização, coerência e administração imparcial e previsível das leis comerciais internacionais.

Para colocar o acordo em prática, os governos se comprometem a usar tecnologias da informação, controles baseados na gestão de riscos e maior cooperação entre autoridades aduaneiras e fronteiriças. Também está prevista a realização de consultas regulares entre as nações e suas regiões empresariais, para manter o fluxo de comércio estável e previsível.

A promulgação ocorre pouco mais de uma semana após o acordo entre Mercosul e União Europeia começar a vigorar de forma provisória, por decisão da Comissão Europeia. O texto UE-Mercosul, assinado no fim de janeiro em Assunção, amplia uma das maiores áreas de livre comércio do mundo e reduz tarifas para produtos brasileiros exportados ao continente europeu, ainda sujeito à análise do Tribunal de Justiça da UE, com possibilidade de validação definitiva em até dois anos.

Especialistas destacam que esse conjunto de medidas, aliado à facilitação, pode ampliar a competitividade de empresas brasileiras no exterior ao simplificar trâmites, reduzir custos e estimular investimentos entre as nações. A aplicação prática depende, porém, de tramitações adicionais na UE e de ajustes operacionais nos países do Mercosul.

Como a região acompanha esse movimento, vale ficar atento. E você, leitor, acredita que essas mudanças vão ajudar as pequenas e médias empresas da sua localidade a explorar novos mercados? Compartilhe sua opinião e experiências nos comentários.

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