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Empresa demite executivo preso no Brasil por fala racista durante voo

Empresa demite executivo preso no Brasil por fala racista durante voo
Empresa demite executivo preso no Brasil por fala racista durante voo

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A Landes, empresa chilena de pescados, demitiu Germán Naranjo Maldini após ele se envolver em um episódio de racismo e homofobia a bordo de um voo da Latam. O caso ocorreu em 10 de maio, no trajeto entre o Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, e Frankfurt, na Alemanha, e Maldini foi detido ao retornar ao Brasil. A medida da empresa mostra que discriminação não será tolerada no setor.

Imagem colorida de passageiro chileno preso

Em comunicado interno, a Landes informou que, após investigação iniciada em 16 de maio, Maldini deixou de ocupar o cargo de gerente comercial. A decisão, segundo a empresa, foi tomada após a conclusão da apuração sobre o comportamento registrado a bordo do voo.

Maldini [afirmou] estar em um estado de “susto psicológico” no momento do incidente e pediu desculpas ao comissário de bordo, alvo dos ataques. Em nota, o executivo disse que a mente dele estava alterada e que desejava apresentar uma carta de próprio punho, mas acabou recorrendo ao advogado para se manifestar.

Segundo registros, houve um vídeo que mostra insultos ao comissário e gestos que imitavam um macaco. O episódio ocorreu durante o voo que partiu de Guarulhos com destino a Frankfurt. Maldini foi preso pela Polícia Federal na sexta-feira, 15 de maio, ao retornar ao Brasil e permanece detido no Centro de Detenção Provisória (CDP).

A Latam emitiu nota reforçando que não tolera qualquer prática discriminatória e que repudia tudo que envolva racismo, xenofobia ou homofobia. A companhia informou que continuará acompanhando o caso e adotando medidas firmes para coibir condutas incompatíveis com o serviço.

Palavras-chave: Landes, Germán Naranjo Maldini, racismo, Latam, Guarulhos, Frankfurt.

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