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Reforma econômica de Cuba se inspira no modelo chinês, diz historiador

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Mundo

Pacote de 176 propostas é a maior reforma de Cuba desde a revolução de 1959, mas enfrenta desafios

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Um amplo pacote com 176 propostas, aprovado pelo Parlamento cubano, busca abrir a economia do país sem abandonar o socialismo, distribuído em 23 áreas. Trata-se da maior reforma desde a revolução de 1959, impulsionada pela pressão externa e pela necessidade de modernizar a gestão pública.

Reforma econômica de Cuba se inspira no modelo chinês

Metrópoles

Reforma é a maior em Cuba desde a revolução de 1959

Ruas de Havana, capital cubana

Cuba enfrentou apagões

O panorama externo é marcado pela pressão dos EUA, que impôs tarifas a países que negocia petróleo com Cuba, além das ameaças de ação militar sob o governo de Donald Trump. Para Fabio Venturini, o pacote foi acelerado por sanções e por conversas já em curso com a China, reforçando a ideia de que a reforma nasce de um diálogo estratégico entre Cuba e parceiros externos.

A economia cubana vinha sendo sustentada por mecanismos de exceção diante das sanções, e a captura de Nicolás Maduro, principal fornecedor de petróleo, em janeiro de 2026, intensificou o debate sobre o caminho a seguir. Segundo o professor, essa conjuntura levou a uma mudança interna, com a ideia de “socialismo com características cubanas” ganhando espaço, ainda que sob forte pressão externa.

Venturini aponta que, embora haja inspiração no modelo chinês, Cuba opera sob condições geográficas e políticas únicas. A distância dos EUA, os recursos naturais e a relação com potências vizinhas criam um cenário em que o equilíbrio entre mercado e Estado exigirá concessões consideradas para sustentar o novo desenho econômico.

E você, o que pensa sobre essa abertura gradual de Cuba? Deixe sua opinião nos comentários e participe da discussão sobre o futuro econômico da ilha.

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