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Após morte de jovem, governo de SP vistoria locais de rope jump

Após morte de jovem, governo de SP vistoria locais de rope jump
Após morte de jovem, governo de SP vistoria locais de rope jump

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O governo de São Paulo instaurou uma fiscalização em 11 pontos de esportes radicais em altura, incluindo a Ponte do Esqueleto, após a morte de Maria Eduarda Freitas, 21 anos, durante um salto de rope jump entre Limeira e Cordeirópolis. Também foi alvo de ações o Viaduto Sumaré, na capital, com o objetivo de evitar novos riscos a praticantes e curiosos.

Divulgação/Agência SP
Governo de SP faz fiscalização contra rope jump e bungee jump após acidente

A operação, iniciada no sábado (27/6), foca na verificação de normas de segurança e da regularidade de empresas que promovem atividades de rope jump e bungee jump. Entre os locais vistoriados estão Pedreira do Dib, em Mairiporã; Parque Caminhos do Mar; Caminho dos Pilões, em Cubatão; Pedra do Maluf, no Guarujá; Rio Jacaré Pepira, em Brotas; Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí; Horto Florestal, Tarundu e Zoom Bike Park, em Campos do Jordão; Pedra Grande, em Atibaia; Pedra do Índio, em Botucatu; e Cachoeira Can Can, em Ibaté — além do Viaduto Sumaré, na capital.

Equipes da Polícia Militar, órgãos das prefeituras locais e do Procon-SP orientaram cerca de 20 pessoas, entre praticantes e organizadores, para avaliar o cumprimento de normas de segurança e a regularidade das empresas envolvidas.

Na seção dedicada à morte de Maria Eduarda, vídeos demonstram três instrutores levantando a vitima e, em seguida, lançando-a da Ponte do Esqueleto, de aproximadamente 40 metros. Os operadores — Maicon Fernandes Cintra, Luís Felipe Feliciano Egoroff e Vitor de Freitas Gonçalves — foram presos por homicídio com dolo eventual e permaneceram detidos, conforme decisão da Justiça. Em 20 de junho, foram presos temporariamente mais três integrantes da organização do evento: Evelyne dos Santos Gonçalves, João Antônio Pivetta da Silva e Gabriel Barros Martins.

Duas dias após a tragédia, autoridades discutiram medidas para impedir novos acessos à Ponte do Esqueleto, avaliando até a demolição da estrutura. Em reunião com a SPU, MGI e as prefeituras de Limeira e Cordeirópolis, ficou alinhada a retirada da ponte, reforços nos bloqueios e a busca por soluções definitivas. Em Limeira, a prefeitura anunciou a retomada de ações para fechar acessos irregulares e a reabertura de uma vala que havia sido aterrada sem autorização, medida que deverá ser reavaliada e executada com respaldo municipal.

As autoridades afirmam que as ações atendem a um pedido do governo federal para ampliar a segurança da área enquanto soluções definitivas são estudadas. O caso acende o debate sobre o equilíbrio entre turismo de aventura e proteção aos cidadãos, com a fiscalização ouvindo a comunidade e avaliando medidas que evitem novos incidentes.

Como você vê as decisões tomadas para evitar novos acidentes em pontos de rope jump e bungee jump? Compartilhe sua opinião nos comentários e diga o que poderia ser feito para tornar essas práticas mais seguras.

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