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Em pedido por domiciliar, defesa diz que Bolsonaro abre mão de arma apreendida

Em pedido por domiciliar, defesa diz que Bolsonaro abre mão de arma apreendida
Em pedido por domiciliar, defesa diz que Bolsonaro abre mão de arma apreendida

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Imagem colorida do ex-presidente Jair Bolsonaro concedendo entrevista ao Metrópoles

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro informou ao STF que ele abre mão da restituição da pistola apreendida com um agente do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e pediu a manutenção da prisão domiciliar, argumentando que não houve irregularidades e que não há interesse na arma.

Os advogados citam pareceres da PCDF e da PGR que afastam a hipótese de falta disciplinar capaz de alterar o regime de cumprimento da pena, sustentando que Bolsonaro não pretende reaver o armamento.

A defesa também sustenta que o inquérito reconheceu o registro válido da pistola e a inexistência de impedimentos legais para mantê-la na residência; reforçam que a retirada da arma da casa partiu unicamente do agente do GSI Estácio Leite da Silva Filho, sem autorização do ex-presidente.

Na manifestação ao ministro Alexandre de Moraes, a defesa afirma que as conclusões da PCDF estão alinhadas com as razões já apresentadas e que, embora o parecer da PGR tenha defendido a manutenção da prisão domiciliar, não há elementos para atribuir falta disciplinar que comprometa a execução penal nos moldes atuais. O parecer da PGR também apontou que a condição de Bolsonaro seria incompatível com a posse de arma, defendendo, nesse ponto, a continuidade da apreensão.

A investigação teve início após a pistola, registrada em nome de Bolsonaro, ser localizada com o agente durante uma blitz da PMDF em Taguatinga. O relatório final indicou o agente por porte ilegal de arma, sem responsabilizar o ex-presidente pela posse irregular. Bolsonaro afirmou que a arma permaneceu em sua residência com autorização de um delegado da Polícia Federal e que soube da apreensão apenas durante a blitz.

O caso segue em pauta, com desdobramentos que envolvem decisões sobre a posse de arma, as circunstâncias da retirada e o regime de cumprimento de pena. Qual é a sua leitura sobre o tema? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da discussão.

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