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Mercado de smartphones sofre maior queda em 13 anos

Mercado de smartphones sofre maior queda em 13 anos
Mercado de smartphones sofre maior queda em 13 anos

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Resumo: o mercado global de smartphones enfrenta um momento difícil, com remessas 11% menores no segundo trimestre devido à escassez de chips de memória e à disputa por componentes ligados à IA.

O crescimento de IA está redefinindo a demanda por memória. Fornecedores passaram a priorizar clientes de data centers de IA, reduzindo a disponibilidade para celulares de consumo e elevando os preços.

Com menos componentes disponíveis e preços mais altos, fabricantes repassaram parte dos custos aos consumidores, principalmente nos modelos básicos e intermediários. A Counterpoint Research aponta que essa pressão deve se manter até 2027.

Entre os reflexos estão:

  • aumento nos preços dos aparelhos;
  • queda nas vendas de modelos de entrada;
  • redução das remessas globais;
  • maior dificuldade para fabricantes dependentes de celulares mais baratos.

A Counterpoint manteve a projeção de queda de cerca de 14% nas remessas globais de smartphones neste ano.

Apple desafia a tendência: remessas no segundo trimestre cresceram 3%, levando a marca a alcançar 20% de participação no mercado global.

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O desempenho da Apple foi impulsionado pela demanda por modelos premium da linha iPhone e pela manutenção de preços, mas analistas esperam reajustes nos próximos meses.

A Samsung retomou a liderança, com 24% de participação, beneficiada pela linha Galaxy S26, pela boa disponibilidade de produtos e por menores aumentos em mercados como Índia e Oriente Médio.

Marcas como Xiaomi, Oppo e Vivo sofreram os maiores recuos entre as cinco maiores, atingidas pela dependência de celulares básicos e intermediários, que os torna mais sensíveis aos custos.

A indústria de celulares, hoje, disputa espaço com a demanda por IA: data centers exigem cada vez mais memória, enquanto as fabricantes de smartphones tentam equilibrar preço e disponibilidade de componentes.

E você, como enxerga esse cenário? Deixe sua opinião nos comentários sobre o que muda para consumidores e fabricantes nos próximos meses.

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