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Nova fase da Operação Contenção termina com 23 presos no Rio

Nova fase da Operação Contenção termina com 23 presos no Rio
Nova fase da Operação Contenção termina com 23 presos no Rio

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Nesta terça-feira, equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar deram continuidade à Operação Contenção, voltada ao combate ao Comando Vermelho, com ações nas comunidades Cidade de Deus, Muzema e Vila Sapê, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio. A ação busca desarticular a organização, frear sua expansão e reduzir roubos de veículos na região.

Na continuidade da operação, 23 criminosos foram presos. O trabalho também resultou na apreensão de material relevante: 200 cartuchos, 11 carregadores, 20 celulares, quatro radiotransmissores, além de quatro motocicletas, um veículo e um artefato explosivo. Uma central de gatonet clandestina foi localizada, e uma loja de multimarcas com dezenas de produtos falsificados foi fechada pela DRCPIM.

Equipes do Batalhão de Polícia do Choque (BPChq) da Polícia Militar fortaleceram o saldo com a apreensão de seis fuzis ao longo da operação, encontrados na Muzema, em Itanhangá. Em uma área de mata, três criminosos foram baleados e encaminhados a um hospital público na Barra da Tijuca.

Segundo a Polícia Civil, o trabalho de inteligência ajudou a mapear a estrutura de atuação da facção, com divisão de funções como comércio de drogas, vigilância armada, comunicação por rádio, segurança de lideranças e monitoramento de acessos às comunidades. A avaliação oficial aponta que, desde o início da operação, mais de 370 suspeitos foram presos e 137 morreram em confrontos. Além disso, foram apreendidas cerca de 480 armas, entre elas 190 fuzis, e mais de 51 mil munições.

Entidades de defesa dos direitos humanos consideram a Operação Contenção a mais letal da história recente do Rio. A deflagração anterior, em outubro de 2025, contra o Comando Vermelho nos Complexos do Alemão e da Penha, terminou com 121 mortes, segundo balanço oficial da época.

Como você vê esse equilíbrio entre combate à criminalidade e segurança dos moradores das comunidades? Deixe sua opinião nos comentários e participe da conversa sobre o impacto dessas ações na vida urbana e na segurança pública.

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