Pular para o conteúdo

Motta defende uso da Lei da Reciprocidade contra EUA após nova tarifa

Motta defende uso da Lei da Reciprocidade contra EUA após nova tarifa
Motta defende uso da Lei da Reciprocidade contra EUA após nova tarifa

COMPARTILHE ESSE CONTEÚDO

Reprodução/Youtube
Presidente da Câmara, Hugo Motta dá entrevista

Resumo: o presidente da Câmara, Hugo Motta, defende a Lei da Reciprocidade Econômica como resposta prática à tarifa de 25% imposta pelos EUA sobre produtos brasileiros, ressaltando que não houve justificativa técnica para a medida e que o Brasil dispõe de instrumentos legais para reagir.

Motta destacou que o Parlamento brasileiro manteve o compromisso com o diálogo entre nações soberanas, mas repudiou o uso de barreiras comerciais como forma de pressão. Em nota, ele reforçou que a Lei da Reciprocidade Econômica, já aprovada pelo Congresso, é um mecanismo legítimo de defesa dos interesses nacionais.

O presidente da Câmara também ressaltou que não existe “justificativa técnica ou comercial” que legitime a ofensiva comercial. O Brasil deve acompanhar de perto os desdobramentos e agir com responsabilidade e firmeza para proteger o setor produtivo, os exportadores e os empregos.

A tarifa de 25% entra em vigor na próxima terça-feira (22/7). O anúncio foi feito na madrugada de 16/7, após investigação do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. O governo brasileiro afirmou que acionará os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade; Lula comunicou, pelas redes sociais, que não vacilará em defender a soberania nacional.

Motta afirmou que o Brasil permanece unido na proteção de seu setor produtivo, de seus exportadores e, sobretudo, dos empregos. O governo acompanhará os passos da medida com atenção e deve responder de forma proporcional e fundamentada, usando os instrumentos disponíveis para salvaguardar interesses nacionais.

E você, como vê esse embate entre Brasil e EUA? Deixe sua opinião nos comentários e conte como essa decisão pode impactar a indústria, o comércio e o dia a dia dos brasileiros.

COMPARTILHE ESSE CONTEÚDO