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Prefeito de Coité afirma que compra de apartamento de Wagner ocorreu antes de operação

Prefeito de Coité afirma que compra de apartamento de Wagner ocorreu antes de operação
Prefeito de Coité afirma que compra de apartamento de Wagner ocorreu antes de operação

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Resumo:** O prefeito de Conceição do Coité, Marcelo Araújo (União), divulgou um vídeo neste domingo para defender a legalidade da compra de um apartamento de propriedade do senador Jaques Wagner. A operação, levantada após decisões judiciais envolvendo a venda de imóveis para projetos do Bahia, é apresentada pela gestão como regular e anterior a desdobramentos da Operação Overclean.

A negociação envolve a MSMG Patrimonial Ltda., empresa ligada ao prefeito, que sustenta ter iniciado e concluído a transação antes da deflagração da Overclean. Segundo Araújo, um corretor de imóveis mediou tudo em dezembro do ano passado, com a definição de valores e condições de pagamento, seguida pela solicitação da documentação do vendedor para a formalização do contrato.

O prefeito afirmou que só nesse momento tomou conhecimento de que o proprietário do imóvel era o senador Jaques Wagner. Ainda de acordo com o relato, todas as certidões indicavam ausência de restrições judiciais, o que permitiu a assinatura do contrato no mesmo mês e a previsão de quitação até 30 de abril deste ano. Em defesa, a MSMG Patrimonial Ltda. protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) documentos que, segundo Araújo, comprovam que as etapas — assinatura, pagamentos, lavratura da escritura e protocolo de registro — ocorreram antes da Overclean.

A defesa do prefeito ganha eco na imprensa regional, com a repercussão destacada pelo Calila Notícias, citado como parceiro do Bahia Notícias. Em tom tranquilo, Araújo ressaltou a boa-fé da empresa e a existência de documentação que, para ele, comprovaria a regularidade da operação, mesmo diante dos desdobramentos judiciais envolvendo outras nonagens imobiliárias na região.

Agora, o caso levanta debates sobre a linha entre atividades privadas de gestores e interesses públicos, além de como fatos envolvendo imóveis de autoridades podem impactar a imagem de autoridades e instituições envolvidas. De qualquer forma, o debate segue aberto para ouvir a opinião da população sobre a condução dessas negociações e os desdobramentos judiciais que vêm à tona.

E você, o que pensa sobre a legalidade e a transparência dessas transações envolvendo autoridades municipais? Compartilhe sua visão nos comentários e bora papear sobre o tema.

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