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Hospital Geral Clériston Andrade apresenta três trabalhos científicos no Congresso Europeu de Terapia Intensiva

Hospital Geral Clériston Andrade apresenta três trabalhos científicos no Congresso Europeu de Terapia Intensiva
Hospital Geral Clériston Andrade apresenta três trabalhos científicos no Congresso Europeu de Terapia Intensiva

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Resumo Jornalístico
HGCA, em Feira de Santana (BA), participou do ESICM LIVES 2026 em Lisboa (10-14/10), apresentando três estudos sobre AVC, trombólise intravenosa e PICS. Representantes foram Lúcio Couto e Daniela Cunha, destacando a produção científica de um hospital público do interior baiano em um dos maiores encontros de terapia intensiva do mundo. Palavras?chaves: AVC, trombólise, PICS, HGCA, ESICM LIVES 2026, Lisboa.

Feira de Santana, BA — o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) integrou o ESICM LIVES 2026, Congresso Anual da Sociedade Europeia de Medicina Intensiva, realizado em Lisboa, de 10 a 14 de outubro. A delegação do HGCA contou com Lúcio Couto, médico intensivista responsável pela UTI e pela Coreme (Comissão de Resistência Médica do HGCA), e com Daniela Cunha, enfermeira intensivista e assessora técnica da Coreme.

O evento reuniu cerca de 6 mil congressistas e contou com a apresentação de três trabalhos científicos desenvolvidos no HGCA. Os temas abordados foram: a implementação de um protocolo de atendimento ao AVC, os resultados do tratamento do AVC isquêmico por meio da trombólise intravenosa, e a implantação de um ambulatório para acompanhar pacientes com alterações físicas, cognitivas ou psicológicas após a internação na UTI, conhecido como PICS (Post-Intensive Care Syndrome).

Para Couto, a participação internacional eleva a visibilidade das experiências científicas do HGCA. Ele ressaltou que o congresso é um dos três maiores eventos de terapia intensiva do mundo e serve para evidenciar a capacidade de produção científica do hospital e o impacto na vida de pacientes. “O ESICM LIVES 2026 coloca o Clériston em evidência, destacando nossa produção e o potencial de transformar a prática clínica”, afirmou o médico.

Avanços no atendimento a AVC — entre os trabalhos, dois destacaram avanços no cuidado de pacientes com AVC. Um descreve a implantação do protocolo de atendimento pioneiro no interior da Bahia, enquanto o outro analisa os resultados da trombólise intravenosa no tratamento da hemorragia cerebral causada por oclusões vasculares. Em conjunto, as pesquisas demonstram a organização do atendimento, o monitoramento de resultados clínicos e o acompanhamento de possíveis complicações pós-tratamento.

Ambulatório pós-UTI — o terceiro estudo detalha a criação do ambulatório de SÍNDROME PÓS-TERAPIA INTENSIVA (PICS) no HGCA, lançado no fim de 2024. Idealizado por Daniela Cunha, o programa envolve a residência de terapia intensiva, o apoio da diretoria-geral e da diretoria médica, além da participação de equipes de fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia e nutrição para acompanhar cada caso. A proposta é dar continuidade ao cuidado após a alta hospitalar, identificando consequências de internações prolongadas e de tratamentos como ventilação mecânica, com encaminhamentos para as áreas envolvidas na recuperação.

Segundo Couto, a experiência no HGCA, compartilhada com outros serviços de saúde no Brasil, tem atraído interesse pela forma como o ambulatório tem sido estruturado e como o acompanhamento pós-UTI pode aprimorar a qualidade de vida dos pacientes. “A participação no ESICM LIVES 2026 amplia a visibilidade da produção científica de um hospital público do interior da Bahia e evidencia diferentes etapas do cuidado intensivo”, concluiu o médico.

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