‘Tumulto ambiental’: FIEMG vê campanha difamatória na Serra do Curral
???Há um intuito de causar tumulto ambiental. E vimos isso no processo de instalação da Heineken em Pedro Leopoldo. Notícias falsas e distorcidas levaram pessoas bem intencionadas a assinar abaixo assinados contrários. Com isso, a empresa deixou de gerar milhares de postos de trabalho, se firmou uma corrida para receber o grande empreendimento de mais de R$ 200 milhões de arrecadação e dois anos a mais de tempo de instalação???, avalia o presidente da FIEMG, Flavio Roscoe.
???Dizem, agora, nas redes sociais, que o processo de mineração na Serra do Curral da Tamisa foi aprovado na calada da madrugada, mas não foi assim. Mais de 100 pessoas se inscreveram e falaram, muitos para protelar e tentar que se suspendesse a seção. Não foi um ato escuso. Os pareceres são técnicos e sérios. Todo processo foi alvo de três ações judiciais com pedidos de liminares antes de o conselho julgar e não ocorreu a concessão???, considera Roscoe.
Apesar da presença de cactos ameaçados de extinção e grutas com fauna ainda em estudos na área de influência das cavas e pilhas que serão instaladas pela Tamisa, como mostrou a reportagem do Estado de Minas, Roscoe afirma que os impactos serão mínimos e compensados.
???Fauna e flora terão compensações e outros serão remanejados. A visada da Serra do Curral não será afetada, tudo se dará do lado de Nova Lima. Disseram que a poeira vai tampar o sol de BH, por anos tivemos mineração na serra muito maior e nunca isso ocorreu. Os estudos mostram que a poeira vai ficar no empreendimento, não há impacto nos lençóis freáticos e nem barragens, tudo será a seco???, afirma o presidente da FIEMG.





