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Prefeito afastado na Overclean vira alvo do MPF por suspeita de improbidade administrativa

Prefeito afastado na Overclean vira alvo do MPF por suspeita de improbidade administrativa
Prefeito afastado na Overclean vira alvo do MPF por suspeita de improbidade administrativa

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O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito civil público para apurar a gestão do prefeito de Riacho de Santana, Bahia, João Vitor Martins Laranjeira (PSD), por suspeitas de improbidade administrativa e irregularidades em contrato. A medida, assinada pelo procurador da República Robert Rigobert Lucht, foi publicada nesta quinta-feira (8) e envolve a adesão a uma ata de pregão de outro estado pela empresa JFS Serviços Combinados.

O MPF investiga possível burla ao concurso público, abuso de poder, irregularidades licitatórias e terceirização ilícita de mão de obra, além do uso de recursos federais do SUS.

A apuração tem origem em um Procedimento Preparatório instaurado a partir de uma representação sobre um Pregão Eletrônico da Prefeitura de Lago da Pedra, no Maranhão, que contratou a JFS Serviços Combinados mediante adesão a uma ata de registros de preços.

Entre os pontos destacados, o MPF cita indícios de violação ao processo licitatório e condutas vedadas a servidor público, bem como atos de improbidade administrativa e possível terceirização ilícita de mão de obra, com uso de recursos do SUS.

Um elemento-chave apontado pelo MPF é o eventual uso de recursos federais do Sistema Único de Saúde (SUS), o que justificou a necessidade de diligências mais profundas e a conversão do procedimento em inquérito, diante do esgotamento do prazo do procedimento preparatório.

Os atos investigados abrangem a gestão do prefeito, afastado no contexto da Operação Overclean. A investigação também envolve a relação com a sétima fase da operação, com Joao Vitor sendo apontado como sócio do deputado Dal Barreto (União) e com o celular apreendido; ele seria um contato frequente de Dal Barreto.

Este caso levanta questões sobre contratos públicos, uso de recursos federais e a integridade da gestão local no interior do estado. Deixe sua opinião nos comentários e participe da discussão sobre o assunto.

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