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‘Trabalho será de continuidade’, afirma Durigan, novo ministro da Fazenda

‘Trabalho será de continuidade’, afirma Durigan, novo ministro da Fazenda
‘Trabalho será de continuidade’, afirma Durigan, novo ministro da Fazenda

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Dario Durigan assumiu como novo ministro da Fazenda, substituindo Fernando Haddad, com a marca de continuidade na condução da política econômica. Ele reforçou que o objetivo central é conectar os resultados macroeconômicos ao dia a dia das pessoas, mantendo o equilíbrio fiscal e a eficiência do gasto público.

Durigan chega à pasta depois de atuar como secretária-executiva da Fazenda, com formação em Direito pela UnB. Sua trajetória inclui atuação como assessor especial de Haddad na Prefeitura de São Paulo e, no setor privado, a experiência como diretor de políticas públicas do WhatsApp no Brasil. A nomeação foi anunciada pelo presidente Lula, em meio a um cenário de ajustes e metas fiscais já em curso.

O novo ministro destacou que o governo já realizou um ajuste de 2% do PIB e que o orçamento está mais estruturado do que o recebido em 2022. A meta é entregar, em 2027, um orçamento com maior solidez financeira, preservando o papel do Estado sem comprometer o equilíbrio fiscal herdado nos anos recentes.

Durigan não escondeu a agenda de curto prazo. Ele elencou três frentes imediatas para este ano:

  • Combate ao Devedor Contumaz: medidas contra a inadimplência tributária recorrente;
  • Benefícios Tributários: revisão e primeiro corte linear de incentivos fiscais, conforme aprovado pelo Congresso;
  • Reforma Tributária: finalização das etapas pendentes para que o novo sistema comece a operar em 2025.

Entre os pilares da gestão, Durigan apontou o ganho de produtividade da economia e o aperfeiçoamento do crédito como eixo central. No campo tecnológico, a prioridade é atrair investimentos e regular plataformas digitais, citando a sanção do ECA Digital como um marco recente. Em suas palavras, a regulação precisa ser equilibrada, mas capaz de gerar impactos positivos para a população e para o funcionamento do sistema financeiro.

Durigan reforçou que o que orienta a sua atuação é a conexão entre os grandes resultados macroeconômicos e a vida concreta das famílias brasileiras, especialmente daqueles que trabalham e que impulsionam o crescimento econômico do país. A aposta é manter a trajetória de ajuste fiscal e, ao mesmo tempo, ampliar a produtividade e a inclusão digital, para que o crédito flua com mais qualidade e menor incerteza.

A nomeação de Durigan, portanto, posiciona o governo em uma linha de continuidade com Haddad, mantendo o foco em reformas estruturais, na disciplina orçamentária e na promoção de um ecossistema que combine estabilidade fiscal, incentivos acertados e investimentos em tecnologia. O desafio é transformar números em melhoria efetiva no cotidiano das pessoas, fortalecendo o papel do Estado sem abrir mão da responsabilidade fiscal.

E você, leitor, como enxerga as novas diretrizes da Fazenda? Deixe seu comentário com a sua opinião sobre continuidade, reformas e o impacto das medidas propostas nos próximos anos. Sua visão ajuda a enriquecer o debate público e a entender caminhos para a economia do país.

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