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Seis cristãos são presos por Escola Bíblica Dominical infantil na China

Seis cristãos são presos por Escola Bíblica Dominical infantil na China
Seis cristãos são presos por Escola Bíblica Dominical infantil na China

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Resumo: seis cristãos foram detidos na cidade de Kaili, em Guizhou, China, por organizar uma Escola Bíblica Dominical para crianças. a prisão ocorre em meio a uma escalada de repressão religiosa, ampliada por regras recentes que restringem a evangelização de menores pela internet e limitam atividades de igrejas.

Entre os presos estão cinco homens — Wei Yongqiang, He Jinbao, Quan Xiaolong, Long Jian e Cheng Yongbing — e uma mulher, Zhou Guixia, identificados como líderes de igrejas domésticas na região. A ChinaAid descreve as acusações como “organizar menores para se envolverem em atividades que minam a ordem pública” e fraude. O caso evidencia tensões sobre a aplicação da lei para restringir a prática religiosa pacífica.

Novas regulamentações divulgadas em setembro atacam a internet: proíbem a evangelização de menores online e impedem que igrejas e ministérios organizem retiros e treinamentos para crianças e jovens. A lei exige que líderes religiosos apoiem as ideias socialistas e o Partido Comunista Chinês (PCC), sob pena de suspensão de credenciais e fechamento de contas online.

Apesar de a Constituição garantir liberdade religiosa, observadores afirmam que o PCC impõe severas restrições à fé independente. O caso dos seis cristãos é visto como exemplo de como o Estado tenta controlar manifestações religiosas pacíficas. Ativistas denunciam a detenção como ilegal e um grave desrespeito aos direitos humanos. Bob Fu, presidente da ChinaAid, pediu que governos democráticos e organizações de direitos humanos acompanhem de perto a situação e se manifestem em defesa dos presos.

A situação é destacada pela Lista Mundial da Perseguição 2026, da Missão Portas Abertas, que coloca a China na 17ª posição entre os países onde os cristãos enfrentam maior perseguição, ressaltando a necessidade de vigilância contínua e defesa dos direitos religiosos.

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