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Trump vai invadir Cuba? Movimentações se assemelham às feitas na Venezuela

Trump vai invadir Cuba? Movimentações se assemelham às feitas na Venezuela
Trump vai invadir Cuba? Movimentações se assemelham às feitas na Venezuela

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O avanço americano sobre a ilha continua a seguir a estratégia usada antes da captura de Nicolás Maduro, com sanções econômicas mais amplas, pressão diplomática e presença militar no Caribe. O porta?aviões USS Nimitz e seus aliados foram posicionados como sinal claro de prontidão, enquanto Havana adverte que qualquer invasão provocará resposta. A crise cubana se amplia sobre a base de uma economia fragilizada e de uma grave carência de energia.

A escalada tem raízes no desfecho da operação que derrubou Maduro, quando Washington escalou acusações e endureceu o cerco financeiro. O governo americano indiciou Raul Castro, vinculando a acusação a responsabilidades de ações na história militar de Cuba. Em paralelo, Donald Trump ampliou sanções contra o regime, ampliando o alcance de medidas destinadas a pressionar Havana, numa linha que também mira a Venezuela para justificar novas ações na região.

Em meio a esse cenário, surgem sinais de mobilização estratégica: rumores de que Cuba tem adquirido drones militares, com informações da Axios sugerindo compra de mais de 300 unidades da Rússia e do Irã. O governo cubano reage afirmando que a retórica externa busca justificar uma eventual agressão militar, enquanto acusações antigas sobre o caso de 1996, envolvendo forças cubanas, continuam no centro das tensões entre Washington e Havana.

A pressão econômica se agrava com o embargo petrolífero que interrompeu o fornecimento de petróleo venezuelano para Cuba, agravando uma já fragilizada rede de abastecimento de energia. A União Elétrica de Cuba informou quedas de energia em várias regiões, com recordes de apagões que superam horas de duração, aprofundando a crise de alimentos, medicamentos e serviços básicos na cidade de Havana e províncias vizinhas.

Mesmo diante do cenário tenso, autoridades americanas afirmam que não há necessidade de escalada, enquanto o spectro de uma operação militar permanece no radar. O programa de demonstração de poder fica evidente no Caribe, com o USS Nimitz e o grupo aéreo CVW?17 destacados para marcar presença, ampliar alcance e manter a superioridade estratégica num momento de grande incerteza para moradores da região.

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