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Com ministro baiano, Ministério da Segurança Pública prorroga atuação da Força Penal Nacional em Salvador por mais 30 dias

Com ministro baiano, Ministério da Segurança Pública prorroga atuação da Força Penal Nacional em Salvador por mais 30 dias
Com ministro baiano, Ministério da Segurança Pública prorroga atuação da Força Penal Nacional em Salvador por mais 30 dias

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Resumo: o Ministério da Justiça e Segurança Pública prorrogou por mais 30 dias a presença da Força Penal Nacional (FPN) em Salvador, estendendo as ações até 16 de julho de 2026. A portaria, publicada nesta terça-feira (16) e assinada pelo ministro Wellington César Lima e Silva, visa encerrar os trabalhos com a consolidação de melhorias e a transferência de conhecimento aos agentes locais.

Nova etapa, foco na conclusão: diferentemente da fase inicial, que abriu as operações e treinamentos, o novo período busca a conclusão dos trabalhos. Os policiais federais vão prestar apoio técnico, capacitar a polícia penal baiana e promover a transferência final de conhecimento, para que as equipes locais assumam as atividades de forma independente. Também haverá consolidação das melhorias nas prisões e organização da saída da equipe de maneira segura.

É importante lembrar que essa extensão completa o prazo inicial de 90 dias autorizado em março. Como na primeira fase, a decisão foi acordada entre o Governo do Estado e o Governo Federal. A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) e os órgãos de segurança da Bahia continuam dando apoio logístico, como transporte e alojamento, além de supervisionarem as atividades.

Continuidade da parceria: o efetivo permanece em Salvador conforme o planejamento conjunto entre Brasília e a Bahia, mantendo a FPN como parceira constante do sistema prisional local. Além das ações iniciadas em março, a força já havia realizado, no ano anterior, uma série de treinamentos para padronizar e aperfeiçoar as escoltas de presos, com participação de policiais penais e do Geop.

Em síntese, a prorrogação busca ampliar a eficácia por meio da transferência de capacidades às equipes locais, consolidando melhorias e assegurando uma saída coordenada da missão. E você, o que pensa sobre a presença da FPN em Salvador e os impactos na segurança prisional da Bahia? compartilhe sua opinião nos comentários e participe da discussão.

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