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Prática do jejum pode contribuir para reduzir inflamações no organismo

Prática do jejum pode contribuir para reduzir inflamações no organismo
Prática do jejum pode contribuir para reduzir inflamações no organismo

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O jejum intermitente ganhou espaço nas discussões sobre saúde, pois, quando feito com cuidado, pode influenciar o metabolismo, melhorar a sensibilidade à insulina e estimular mecanismos de renovação celular.

Westend61/ Getty Images
Foto de prato com talheres e relógio - Metrópoles

Para o médico intensivista William Rutzen, autor do livro Desinflamar para viver melhor, a resposta é sim — desde que a prática seja adotada de forma consciente e integrada a hábitos saudáveis. Ele destaca que a inflamação crônica silenciosa está por trás de várias doenças modernas, tornando útil o uso de estratégias que permitam ao corpo regular seus próprios mecanismos.

“O jejum não é uma solução isolada, mas pode ser uma ferramenta potente para dar ao organismo um intervalo necessário para reorganizar funções metabólicas.”

A lógica é simples: durante os períodos sem ingestão de alimentos, o corpo concentra menos energia na digestão constante e passa a ativar processos fisiológicos relevantes para a manutenção e a reparação do organismo.

Entre os principais efeitos, o jejum facilita o uso das reservas energéticas do corpo, o que pode contribuir para melhorar a sensibilidade à insulin a e reduzir marcadores inflamatórios, conforme aponta Rutzen.

Esses pontos, com mais detalhes, são explorados na matéria publicada no portal Correio 24 Horas, parceiro do Metrópoles.

E você, já experimentou incluir períodos de jejum na sua rotina? Compartilhe sua experiência, dúvidas ou opiniões nos comentários e vamos conversar sobre como equilibrar saúde, alimentação e bem-estar.

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