Pular para o conteúdo

Bahia reforça orientação aos serviços de saúde diante da chegada de migrantes venezuelanos após terremotos

Bahia reforça orientação aos serviços de saúde diante da chegada de migrantes venezuelanos após terremotos
Bahia reforça orientação aos serviços de saúde diante da chegada de migrantes venezuelanos após terremotos

COMPARTILHE ESSE CONTEÚDO

Resumo: Em resposta ao fluxo migratório de venezuelanos provocado pelos terremotos, a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab), por meio do CIEVS Bahia e da Equipe de Resposta Rápida (ERR/SUVISA), elaborou um Informe Técnico Especial para orientar acolhimento seguro, organizado e alinhado aos protocolos do SUS, sem indicar risco sanitário imediato, mas com foco no preparo da rede de saúde.

O documento surge diante da chegada de migrantes venezuelanos afetados pela situação sísmica, com o objetivo de apoiar profissionais e gestores a oferecer atendimento humano e eficaz, mantendo a vigilância em saúde e a coordenação entre estados e municípios.

Histórico: a Bahia já acolheu 1.162 migrantes venezuelanos, distribuídos por diversos municípios, resultado de uma política integrada entre governo federal, estadual e municipal.

Todos os migrantes têm direito ao atendimento no SUS, independentemente de nacionalidade. O papel dos serviços é acolher, identificar necessidades clínicas, atualizar a caderneta de vacinação quando necessário e orientar sobre os serviços disponíveis. Medidas de proteção às equipes, organização do atendimento e vigilância de eventos de interesse em saúde pública também são destacadas.

Entre as recomendações estão:

  • acolhimento humano e sem discriminação;
  • avaliação clínica conforme a necessidade de cada paciente;
  • atualização da caderneta de vacinação;
  • atenção especial a gestantes, crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas;
  • notificação imediata ao CIEVS Bahia de qualquer evento incomum que possa representar risco à saúde pública.

O CIEVS Bahia permanece monitorando informações divulgadas por organismos nacionais e internacionais de saúde, com referências oficiais da OIM, do ACNUR e do Governo Federal, para orientar a vigilância e a proteção da saúde.

O Informe Técnico Especial está disponível para consulta pelas equipes da rede de saúde e integra as ações permanentes de preparação e resposta, coordenadas pelo CIEVS Bahia e pela ERR/SUVISA.

E você, o que acha que a rede de saúde pode fazer para aprimorar ainda mais o acolhimento de migrantes e a vigilância epidemiológica? Deixe sua opinião nos comentários e contribua com sugestões para fortalecer a assistência e a proteção à população.

COMPARTILHE ESSE CONTEÚDO