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Senado vota projeto que aumenta penas para violência sexual digital contra crianças

Senado vota projeto que aumenta penas para violência sexual digital contra crianças
Senado vota projeto que aumenta penas para violência sexual digital contra crianças

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O Senado vota nesta terça-feira, 7, a partir das 14h, um projeto que endurece as penas para crimes de violência sexual digital contra crianças e adolescentes, incluindo situações em que a inteligência artificial é usada para produzir, armazenar ou compartilhar esse conteúdo.

O texto eleva a pena para aquisição, posse ou armazenamento de material de violência sexual envolvendo menores de 1 a 4 anos, passando de 1 a 4 para 3 a 6 anos de reclusão, além de prever multa. Também autoriza a chamada ronda virtual, permitindo que órgãos de investigação recolham arquivos em ambientes digitais públicos sem autorização judicial prévia, em casos relacionados a crimes contra crianças e adolescentes.

A relatora na Comissão de Direitos Humanos, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), defende a aprovação da proposta nos mesmos termos aprovados pela Câmara dos Deputados. O projeto é de autoria do deputado Osmar Terra (PL-RS).

Os senadores devem ainda analisar o projeto que autoriza o juiz a determinar, de forma automática, a transferência mensal da pensão alimentícia para a conta do beneficiário ou de seu representante legal. A iniciativa é da deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e tem relatoria da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA) na Comissão de Constituição e Justiça.

A pauta também prevê a discussão de uma PEC sobre regras para a aposentadoria especial de agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. O texto estabelece idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, com 25 anos de contribuição e de exercício da atividade.

A proposta aborda ainda a contratação desses profissionais, o financiamento pela União e amplia as regras para agentes indígenas de saúde e de saneamento. Segundo os Ministérios da Fazenda e do Planejamento, o impacto estimado no Orçamento é de cerca de R$ 3 bilhões por ano.

Curtiu as mudanças e como elas podem impactar crianças, famílias e profissionais de saúde? Deixe sua opinião nos comentários e participe da conversa sobre o tema.

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