Pular para o conteúdo

Segundo jornal mais antigo do interior da Bahia tem edições digitalizadas que preservam mais de cem anos da história do sertão baiano

Segundo jornal mais antigo do interior da Bahia tem edições digitalizadas que preservam mais de cem anos da história do sertão baiano
Segundo jornal mais antigo do interior da Bahia tem edições digitalizadas que preservam mais de cem anos da história do sertão baiano

COMPARTILHE ESSE CONTEÚDO

Fundado em 1917, o Correio do Sertão é o segundo jornal mais antigo do interior da Bahia, ficando atrás apenas do Folha do Norte (1909). A história do veículo ganha novo capítulo com a digitalização de edições históricas, uma iniciativa da Fundação Pedro Calmon que reforça o jornal como patrimônio histórico e cultural de Morro do Chapéu, no centro-norte baiano.

O projeto ocorreu em duas etapas. A primeira, concluída em 2022, digitalizou as edições de 1917 até 2006. A segunda fase, iniciada na segunda-feira, dia 6, e encerrada na quinta-feira, dia 9, digitalizou as edições de 2007 até junho de 2026.

Com a digitalização, as edições impressas passam a ter versão digital, facilitando a consulta por pesquisadores, estudantes e público em geral. O conjunto aborda fatos políticos, sociais, culturais e econômicos do sertão baiano e da região da Chapada Diamantina, ampliando o acesso a conteúdos que ajudam a compreender a evolução da comunidade ao longo de décadas.

Entre os registros históricos, encontram-se reportagens sobre a chegada dos primeiros automóveis à região, momentos marcantes da vida política local, como a emancipação do município, além de acontecimentos que ajudam a entender a trajetória de Morro do Chapéu ao longo das décadas.

O diretor do Correio do Sertão, Edson Vasconcelos, reforça a importância do procedimento: “É uma segurança que vamos ter, o Correio do Sertão jamais morrerá. Em suas páginas estarão gravadas tudo de importante que aconteceu em nossa cidade, com a nossa gente, de todo o sertão.” Ele acrescenta que as edições digitalizadas ficarão em breve disponíveis no site do jornal para assinantes, fortalecendo a sustentabilidade da instituição.

Além de preservar o conteúdo, a digitalização amplia o acesso público ao acervo, facilitando pesquisas históricas sobre Morro do Chapéu e a região. O projeto consolida o Correio do Sertão como referência local, fortalecendo memória, identidade e memória coletiva do sertão baiano.

E você, já conhecia esse trabalho de resgate do jornal antigo? Compartilhe nos comentários o que mais chamou a sua atenção ou quais aspectos da história de Morro do Chapéu você gostaria de explorar com esse acervo digital.

COMPARTILHE ESSE CONTEÚDO