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Auditoria recomenda rejeição de contas de Rui Costa por compra de respiradores na pandemia

Auditoria recomenda rejeição de contas de Rui Costa por compra de respiradores na pandemia
Auditoria recomenda rejeição de contas de Rui Costa por compra de respiradores na pandemia

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Resumo: O Tribunal de Contas do Estado da Bahia recomenda a reprovação das contas do Consórcio Nordeste relativas a 2020, sob a gestão do então governador Rui Costa, hoje ministro da Casa Civil. O parecer técnico aponta irregularidades graves na compra de respiradores da Hempcare Representações, incluindo o pagamento adiantado de R$ 48,7 milhões por equipamentos que não foram entregues. A decisão final cabe à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) após apreciação do TCE-BA.

Segundo o relatório, a negociação apresentou falhas que o corpo técnico classifica como graves, entre elas a ausência de verificação das condições da empresa, que tinha capital social reduzido e não possuía registro na Anvisa para comercializar equipamentos médicos. A Hempcare foi escolhida mesmo após alertas sobre riscos da operação e sem a devida avaliação de requisitos legais e sanitários.

Além de Rui Costa, o parecer aponta como responsável o então secretário-executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Gabas. Caso a recomendação seja acolhida, ambos podem ser obrigados a ressarcir os cofres públicos. O relatório ainda será analisado pelo plenário do TCE-BA antes de seguir para a AL-BA, que terá a palavra final sobre as contas.

Na defesa, Rui Costa argumentou que a contratação ocorreu em um cenário de emergência sanitária e escassez global de equipamentos, buscando garantir leitos em meio à pandemia. O texto ressalta que a análise continua em curso e não há decisão definitiva neste momento. Meta descrição: este caso acende o debate sobre responsabilidade fiscal em compras públicas durante emergências, com foco na aquisição de ventiladores e no papel do Consórcio Nordeste.

E você, qual é a sua opinião sobre esse tipo de contratação em situações de crise? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe seus pontos de vista sobre a condução de compras públicas em tempos de pandemia.

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