Pular para o conteúdo

Bahia registrou 15 barragens em situação crítica em 2025, revela relatório

Bahia registrou 15 barragens em situação crítica em 2025, revela relatório
Bahia registrou 15 barragens em situação crítica em 2025, revela relatório

COMPARTILHE ESSE CONTEÚDO

A Bahia registrou 15 barragens em situação crítica no ano passado, segundo o Relatório de Segurança de Barragens 2026 (RSB 2026) da ANA. O documento aponta riscos elevados de perda de vidas humanas em estruturas sob fiscalização de órgãos federais e estaduais, reforçando a preocupação com a segurança das comunidades próximas.

O levantamento, que acompanha barragens de mineração, irrigação, abastecimento e hidrelétricas desde 2011, aponta que o Brasil soma mais de 14 mil barragens, com 821 registradas na Bahia. No estado, a maior parte foi construída para irrigação (349) ou para o abastecimento humano (227). A fiscalização fica por conta de Inema, ANM, Aneel e da própria ANA.

Entre as 15 barragens classificadas como críticas, todas foram consideradas de alto risco de perda de vidas humanas. Quatro não se enquadram nesse critério: RES 02, Fazenda São José, RES 01-A e RES 01-B. Mesmo com indícios de erosão, escorregamento ou rachaduras, a maioria continua operando sem interrupção.

Brejinho Saladino I (567) — Ibicoara — Inema; Barragem 01 (1208) — Maiquinique — ANM; Barragem 02 (1209) — Maiquinique — ANM; Tamboril II (7144) — Morro do Chapéu — Inema; RES 02 (22002) — Mata de São João — Inema.

Fazenda São José (25848) — Porto Seguro — Inema; Brejão (26439) — Morro do Chapéu — Inema; DIQUE 2 (27585) — Maiquinique — ANM; RES 01-A (28761) — Mata de São João — Inema; RES 01-B (28793) — Mata de São João — Inema.

TQ 6301 A POND 1 A (29362) — Caetité — ANM; TQ 6301 B POND 1 B (29363) — Caetité — ANM; TQ 6303 POND 3 (29364) — Caetité — ANM; TQ 6302 POND 2 (29390) — Caetité — ANM; TQ 63102 Bacia de Águas Pluviais (35632) — Caetité — ANM.

Quanto à atuação dos órgãos fiscalizadores, sete das quinze barragens críticas foram notificadas e incluídas no Plano Anual de Fiscalização de Segurança de Barragens (PAFSB), com oito outras recebendo vistorias em 2025. A prioridade é acompanhar de perto estruturas de alto risco e inibir potenciais impactos sobre moradores, estradas e áreas de tráfego.

A situação na Bahia evidencia a necessidade de monitoramento contínuo e de ações efetivas de gestão para reduzir riscos às comunidades próximas. Gostou da apuração? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe suas perspectivas sobre as medidas que podem ampliar a segurança das barragens na região.

COMPARTILHE ESSE CONTEÚDO