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Acusado de importunação sexual em Feira de Santana segue procurado pela polícia

Acusado de importunação sexual em Feira de Santana segue procurado pela polícia
Acusado de importunação sexual em Feira de Santana segue procurado pela polícia

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Um jovem de 21 anos, morador de um condomínio no bairro Registro, em Feira de Santana, é procurado pela polícia após suspeita de importunação sexual dentro de uma academia do condomínio, ocorrida no último domingo. A vítima gravou o momento com o celular e acionou a portaria, dando início à apuração pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam). A delegacia orienta que outras mulheres que possam ter tido contato com o suspeito procurem a unidade para colaborar com as investigações.

A delegada Lorena Almeida, titular da Deam, afirmou que, se houver novas vítimas do mesmo investigado ou de casos semelhantes, elas devem registrar ocorrências para ajudar a esclarecer os fatos. Ouvir as vítimas é fundamental para avançar na investigação e evitar impunidade. A delegada comentou o caso ao Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, dizendo: “Caso exista alguma mulher que tenha sido vítima desse indivíduo que está tendo sua imagem amplamente divulgada, que compareça à Deam para que a gente possa ouvi-la. Isso vai com certeza auxiliar muito na investigação. E mulheres que tenham sido vítimas de outros casos como esse também que registrem o fato para que a situação não fique impune”, disse a delegada.

O episódio ocorreu por volta das 10h, em área interna do residencial. A vítima, que realizava exercícios físicos, deixou o celular gravando a atividade com a câmera traseira. Ao revisar as imagens, percebeu a aproximação do homem, que, segundo a investigação, cometeu a importunação sexual. O suspeito é morador do condomínio e atua como personal trainer. Ele deixou o local ao perceber que a vítima havia buscado ajuda na portaria, o que impediu a prisão em flagrante.

Conforme a Polícia Civil, o investigado deverá responder pelo crime de importunação sexual, tipificado no Código Penal, com pena prevista de 1 a 5 anos. Em decorrência do abalo emocional causado, a vítima solicitou uma medida protetiva para resguardar sua segurança.

A apuração segue em andamento e, diante do alcance do caso, a Deam reforça a necessidade de testemunhos de outras mulheres ou pessoas que tenham presenciado situações semelhantes. A repercussão também ganhou espaço na imprensa local, com a cobertura realizada pelo Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias.

E você, já viveu ou presenciou situações parecidas? Compartilhe suas opiniões e experiências nos comentários para enriquecer o debate e ajudar quem passa por algo semelhante.

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