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PCC teria ordenado ataque contra tenente da Rota de dentro da cadeia

PCC teria ordenado ataque contra tenente da Rota de dentro da cadeia
PCC teria ordenado ataque contra tenente da Rota de dentro da cadeia

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São Paulo

Documentos obtidos pelo Metrópoles relacionam ataque a ordens transmitidas de dentro do sistema carcerário paulista

Atenção ao contexto: a apuração descreve uma ação articulada, com várias etapas e participantes, ligadas a uma estratégia para atenuar a atuação policial na região do ABC. A investigação segue para confirmar os responsáveis e os vínculos com a organização criminosa citada.

A denúncia recebida pelo Disque Denúncia 181 aponta que as ordens teriam sido transmitidas por intermédio de pessoas fora da prisão, com ligações à alta cúpula do PCC e a lideranças de áreas como a zona leste e Heliópolis. A Polícia Civil descreve o caso como uma empreitada criminosa complexa, com divisão de funções entre atiradores, logística e facilitações para a fuga.

Pimentel foi alvo de disparos em 27 de junho, enquanto aguardava o semáforo na Avenida Goiás, em São Caetano do Sul. Dois homens em uma motocicleta efetuaram tiros na cabeça do tenente, que estava fora de serviço e sem farda, deixando-o internado em estado grave.

A narrativa ganhou novo desdobramento com a morte de Nego Zum, apontado como piloto envolvido na ação. A Rota confirmou o desfecho como parte da apuração. Enquanto isso, Golias, principal suspeito de ordenar o ataque, permanece foragido; a SSP oferece recompensa de R$ 50 mil por informações que levem ao paradeiro dele, que consta na Difusão Vermelha da Interpol.

Além disso, o caso envolve questões financeiras: o suposto mandante responde a processo em Pernambuco por organização criminosa armada, tráfico interestadual e lavagem de dinheiro, com relatos de movimentação superior a R$ 30 milhões entre 2021 e 2024. Em buscas, a PF encontrou cerca de R$ 135 mil em espécie, munições, balanças de precisão e uma máquina de contar dinheiro.

A investigação continua para confirmar se esse preso é, de fato, quem ordenou o atentado contra Pimentel. O caso é descrito pela polícia como uma empreitada criminosa com múltiplos protagonistas e finalidades bem definidas para executar, apoiar e ocultar a ação.

E você, o que pensa sobre as estratégias de combate a organizações criminosas e a forma como a polícia lida com ataques de grande repercussão? Compartilhe sua opinião nos comentários.

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