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Policiais denunciados pela morte de guia turístico em Caraíva são afastados das funções

Policiais denunciados pela morte de guia turístico em Caraíva são afastados das funções
Policiais denunciados pela morte de guia turístico em Caraíva são afastados das funções

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Seis policiais afastados em Porto Seguro são investigados por dois homicídios ocorridos durante a Operação Travessia, realizada em maio de 2025 no distrito de Caraíva. A medida foi formalizada pela 1ª Vara Criminal de Porto Seguro e confirmada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) na terça-feira.

Conforme o Geosp, órgão responsável pela atuação especializada, os agentes — que integram o Bope e a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) — são acusados de dois homicídios qualificados, por motivo torpe, com o uso de arma de fogo de uso restrito e com sinais que dificultaram a defesa das vítimas.

Em um dos casos, uma vítima foi atingida por diversos disparos em local público; na outra, houve abordagem, revista e posterior ataque. Laudos periciais indicaram ainda lesões compatíveis com agressões físicas anteriores aos tiros, sugerindo violência prévia.

Além dos homicídios, dois policiais civis — Alan Brito Ribeiro e Anderson Luis Mota de Andrade — foram denunciados por fraude processual, sob a hipótese de terem atuado para alterar artificialmente a cena dos fatos e dificultar a reconstrução da dinâmica das mortes. O grupo de agentes militares, que também integra o Bope, apenas reforça o conjunto de ações sob investigação.

Os aspectos de eventual fraude processual, conforme a denúncia, serão apurados pela Vara de Auditoria Militar, dada a competência especializada para analisar condutas desse tipo entre as forças de segurança. O caso evidencia a complexidade das investigações envolvendo operações de grande repercussão e a necessidade de formalização cuidadosa de provas.

Fica o lembrete de que novos desdobramentos devem surgir à medida que o MP-BA e a Justiça acompanhem o andamento do inquérito, com a expectativa de esclarecer responsabilidades e garantir a devida responsabilização dos envolvidos. E você, o que pensa sobre as ações durante operações de grande impacto na segurança pública? Compartilhe seus comentários e opiniões abaixo.

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