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Jornal cita envolvimento do advogado de Jaques Wagner em assunto relacionado ao consignado do Master

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Resumo: O advogado Ângelo Rezende, ligado ao senador Jaques Wagner (PT), é sócio da PKL One, gestora do cartão de crédito consignado Credcesta do Banco Master, em meio a suspeitas de fraudes com aposentados do INSS e servidores de diversos estados. A estrutura envolve fundos como Diamond, Gardênia e Fortress, com ligações a operações financeiras sob a PF.

Palavras-chave: Jaques Wagner; Credcesta; PKL One; Banco Master; Diamond; Gardênia; Fortress; PF; INSS; fraudes.

Bahia – Segundo informações divulgadas pelo UOL, parceiro do PrimeiroJornal, nesta quarta-feira (5), aponta que o advogado Ângelo Rezende, que trabalha para o senador Jaques Wagner (PT), é sócio da PKL One, empresa responsável pela gestão do cartão de crédito consignado Credcesta, vinculado ao Banco Master.

A apuração indica participação de Rezende por meio de uma cadeia de fundos. A PKL One seria detentora dos direitos de exploração do Credcesta, programa do Master que, conforme a reportagem, tem suspeitas de fraudes envolvendo aposentados do INSS e servidores de diversos estados.

Quem gerencia a PKL One, segundo a matéria, é Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master, apontado pela Polícia Federal como contato próximo ao senador Jaques Wagner. O advogado Ângelo Rezende não consta como acionista da PKL One, cujas ações estariam vinculadas a um fundo denominado Diamond (antigo Reag34).

O Diamond é controlado por dois fundos que, juntos, detêm cerca de metade de suas cotas: Gardênia e Fortress. O Gardênia é detido por diversos fundos, incluindo o MMPG, que, no papel, pertence exclusivamente ao Ângelo Rezende, advogado de Wagner.

O Fortress é controlado por uma empresa com base nas Bahamas, a WNT Master Fortress, gerida por Valério Marega, apontado pela PF como um dos operadores financeiros do Master.

Outro fundo com participação no Gardênia é o Athos, pertencente ao Grupo Entre, de Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como Mineiro, que, segundo a reportagem, era parceiro recorrente de negócios do Banco Master.

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