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Lula quer proibir vídeo em que Nikolas chama presidente de ‘nojento’ por fala sobre mulher aprender ‘a tomar toque’

Lula quer proibir vídeo em que Nikolas chama presidente de ‘nojento’ por fala sobre mulher aprender ‘a tomar toque’
Lula quer proibir vídeo em que Nikolas chama presidente de ‘nojento’ por fala sobre mulher aprender ‘a tomar toque’

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Resumo: Lula ajuizou ação no TSE para retirar do ar postagens que distorcem uma fala sobre saúde. A medida envolve conteúdo de Nikolas Ferreira (PL-MG), que já soma mais de 21 milhões de visualizações. A defesa pede contenção de conteúdos semelhantes e multa de até R$ 30 mil.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ingressou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que conteúdos publicados em redes sociais que, segundo a defesa, distorcem uma de suas falas sobre saúde sejam retirada do ar. A peça foi apresentada pela equipe jurídica da campanha de Lula e tem como alvo específico um vídeo de Nikolas Ferreira (PL-MG). Até o início da noite desta terça-feira (29), o material já havia ultrapassado 21 milhões de visualizações e recorta o comentário sobre o “toque” para questionar exames de próstata.

A representação da campanha petista sustenta que Nikolas promove uma descontextualização da fala de Lula, com o objetivo de induzir o eleitor em erro. Os advogados apontam que o deputado faz “ilac?ões misóginas” ao tentar atribuir à liderança petista uma posição de cunho sexual sobre um pronunciamento que, segundo eles, tratava apenas de saúde.

O documento também detalha o contexto da fala original: Lula mencionou que “homens atrasam ou relutam para fazer o exame de próstata” enquanto as mulheres, desde cedo, são orientadas a buscar consultas em virtude da puberdade e da menarca. A defesa afirma que a afirmação refere-se à saúde pública, não a qualquer conteúdo sexual, e acusa Nikolas de manipular o trecho para favorecer uma narrativa enganosa.

A federação de Lula solicitou ainda que as redes removam as publicações até o julgamento e que o deputado seja proibido de veicular conteúdos de teor semelhante. A peça cobra, ainda, multa de até R$ 30 mil por descumprimento e que provedores adotem medidas de prevenção para conteúdos equivalentes, em meio ao que se observa como período próximo às eleições.

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