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PF investiga venda ilegal de Mounjaro em condomínio de luxo em Salvador

PF investiga venda ilegal de Mounjaro em condomínio de luxo em Salvador
PF investiga venda ilegal de Mounjaro em condomínio de luxo em Salvador

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Resumo: Polícia Federal deflagra a Operação Efeito Colateral na Bahia para combater venda clandestina de tirzepatida (substância de Mounjaro). Ação ocorre em Salvador e Feira de Santana, com 16 mandados de busca e apreensão; organização criminosa importava o medicamento da China para venda pelas redes sociais.

A apuração aponta que a substância utilizada no produto era falsificada e não apresentava eficácia para pacientes. Em Salvador, a PF esteve no condomínio Luxo Pedra do Sal, em Itapuã, conforme a TV Bahia.

Ao todo, foram decretados o sequestro de R$ 3,5 milhões em imóveis e veículos e o bloqueio de cerca de R$ 35 milhões. A operação também se estende ao Distrito Federal e ao Rio de Janeiro.

A ação foi deflagrada nesta quarta-feira (21) pela Polícia Federal com o objetivo de desarticular uma rede responsável pela venda clandestina de tirzepatida, componente do medicamento conhecido como Mounjaro. O foco está na capital baiana e em Feira de Santana, onde a operação envolve 16 mandados de busca e apreensão, segundo informações oficiais.

Conforme apuração, o esquema obtinha o medicamento de maneira irregular na China e o comercializava por meio de redes sociais, alimentando uma estrutura criminosa que financiava as operações. A investigação também aponta o uso de empresas e de pessoas físicas para recebimento de pagamentos, armazenamento e distribuição do produto.

Na capital baiana, a ação levou a diligências no condomínio Luxo Pedra do Sal, localizado na Rua Passárgada, em Itapuã, conforme registro da TV Bahia.

A operação se estende, ainda, ao Distrito Federal e ao Rio de Janeiro, com o cumprimento de 16 mandados de busca e apreensão em diferentes estados. Até o momento, não há confirmação sobre os alvos oficiais, conforme o planejamento divulgado pela PF.

Os desdobramentos indicam o sequestro de imóveis e veículos no montante de R$ 3,5 milhões e o bloqueio de aproximadamente R$ 35 milhões, medidas que visam interromper o fluxo financeiro da organização. A apuração segue em andamento para detalhar responsabilidades e articular novas medidas de persecução.

Atualização às 09h38 desta quarta-feira.

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