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PM-SP é acusada de coagir uso de camisetas do PT; TSE determina derrubada de vídeo

PM-SP é acusada de coagir uso de camisetas do PT; TSE determina derrubada de vídeo
PM-SP é acusada de forçar uso de camisetas do PT e TSE determina derrubada de vídeo

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Resumo: Ministra do TSE, Estela Aranha, determina a remoção de vídeos que mostram jovens detidos em Piracicaba, SP, vestindo camisetas de apoio ao PT e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Imagens foram publicadas na quarta-feira (23) por senadores aliados de Flávio Bolsonaro e compartilhadas no WhatsApp “Tropa do Flávio”. Testemunhas citam pressão policial para vestir as peças. O Globo confirma as informações.

Palavras-chave: TSE, Estela Aranha, Piracicaba, PT, Lula, vídeos, remoção, redes sociais, Derrite, Jordy, Flávio Bolsonaro

A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Estela Aranha, determinou a retirada de vídeos veiculados em redes sociais que mostravam jovens detidos em Piracicaba, no interior de São Paulo, vestindo camisetas de apoio ao Partido dos Trabalhadores (PT) e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As imagens teriam sido publicadas na quarta-feira (23) e divulgadas por Guilherme Derrite (PP) e Carlos Jordy (PL), aliados do candidato Flávio Bolsonaro (PL), além de terem sido compartilhadas no canal do WhatsApp “Tropa do Flávio”.

Testemunhas e um dos detidos relatam que policiais militares teriam obrigado os jovens a vestir as peças durante a abordagem, em um episódio que ganhou repercussão nas redes sociais.

Na sua decisão, a magistrada ressaltou que a aparição de suspeitos de atividades criminosas com camisetas alusivas a um candidato não comprova vínculo entre o candidato, seu partido e as condutas investigadas, tampouco aponta a preferência eleitoral dos envolvidos. A circunstância de pessoas suspeitas de envolvimento em atividade criminosa aparecerem com camisetas alusivas a determinado candidato não permite concluir que exista vínculo entre esse candidato, seu partido e as condutas investigadas, tampouco comprova a preferência eleitoral dos envolvidos, disse Estela Aranha. Ela também alertou que associar imagens à criminalidade sem respaldo probatório mínimo excede os limites da crítica político-eleitoral.

As informações foram informadas pelo jornal O Globo, que confirmou os detalhes do caso.

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