{"id":104905,"date":"2022-05-07T04:05:20","date_gmt":"2022-05-07T07:05:20","guid":{"rendered":"http:\/\/primeirojornal.com.br\/2022\/05\/devastacao-na-serra-do-curral-crescera-20-com-nova-mina\/"},"modified":"2022-05-07T04:05:20","modified_gmt":"2022-05-07T07:05:20","slug":"devastacao-na-serra-do-curral-crescera-20-com-nova-mina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2022\/05\/07\/devastacao-na-serra-do-curral-crescera-20-com-nova-mina\/","title":{"rendered":"Devasta\u00e7\u00e3o na Serra do Curral crescer\u00e1 20% com nova mina"},"content":{"rendered":"<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>???Megaestrutura??? ou empreendimento conservador? A classifica\u00e7\u00e3o do porte do complexo da Taquaril Minera\u00e7\u00e3o S.A (Tamisa), que prev\u00ea escava\u00e7\u00e3o de 101 hectares da Serra do Curral ???\u00a0 \u00e1rea\u00a0 equivalente a um ter\u00e7o da do Parque das Mangabeiras ???,\u00a0 \u00e9 mais um dos pontos de confronto entre ambientalistas, que temem impactos severos do projeto, e \u00f3rg\u00e3os do governo estadual e representantes do setor produtivo, que se apoiam no argumento de que o licenciamento dado \u00e0 empresa foi baseado em decis\u00f5es ???t\u00e9cnicas??? para minimizar a poss\u00edvel devasta\u00e7\u00e3o. Utilizando como base os dados dos mapas do dossi\u00ea de tombamento da Serra do Curral produzido pelo Instituto Estadual do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico (Iepha), a reportagem do Estado de Minas calcula que \u00e1rea que a Tamisa pretende minerar corresponde a cerca de 20% das manchas de destrui\u00e7\u00e3o j\u00e1 deixadas pela minera\u00e7\u00e3o (veja quadro comparativo e mapa<b>) <\/b>na forma\u00e7\u00e3o montanhosa, um dos s\u00edmbolos mineiros.<\/p>\n<\/div>\n<div>Em outras palavras, vai representar um aumento de 20% na \u00e1rea devastada. Se levadas em conta apenas as duas minas em atividade atualmente, que somam 9,01 hectares (ha), a Tamisa reinar\u00e1 como a maior minera\u00e7\u00e3o no local , com \u00e1rea explorada 11,2 vezes maior.<\/p>\n<\/div>\n<div>De acordo com os dados baseados no mapeamento do Iepha e dos dat\u00e9lites usados pelo Google Earth e a ONG Global Forests Watch sobre concess\u00f5es de minera\u00e7\u00e3o e outras informa\u00e7\u00f5es, a \u00e1rea de tombamento da Serra do Curral na proposta do dossi\u00ea considerada ???\u00c1rea Tombada??? dentro da ???\u00c1rea de Estudos??? \u00e9 de 6.320ha (pouco maior que o Parque Estadual do Itacolomi, entre Ouro Preto e Mariana). Atualmente, a mancha de devasta\u00e7\u00e3o deixada por atividades miner\u00e1rias exercidas por d\u00e9cadas \u00e9 de 511,07ha, o que corresponde a 8,08%. Essa mancha poder\u00e1 aumentar em quase um quinto com a Tamisa. Atualmente, se descontada a mancha de ocupa\u00e7\u00e3o urbana da serra (7,48%), restam 5.335,63 ha de \u00e1rea nativa ou em recupera\u00e7\u00e3o sem atividades, equivalentes a 84,42% do total da Serra do Curral.<\/p>\n<\/div>\n<div>Com a libera\u00e7\u00e3o completa do projeto da Tamisa, j\u00e1 detentora de licen\u00e7as de Instala\u00e7\u00e3o e Pr\u00e9via para a fase 1 (41ha) e a fase 2 (60ha) a mancha de atividades miner\u00e1rias cresce para 612,31ha ???\u00a0 ou 9,68% do total da \u00e1rea que se pretende tombar ??? e para 1.085,61ha na soma das \u00e1reas urbana e mineradas, totalizando uma ocupa\u00e7\u00e3o de 17,17% do espa\u00e7o potencialmente preserv\u00e1vel. A minera\u00e7\u00e3o da Tamisa praticamente se debru\u00e7ar\u00e1 sobre as encostas de Nova Lima, a uma dist\u00e2ncia de poucos metros da dobra do cume das montanhas, ou seja,\u00a0 do in\u00edcio do territ\u00f3rio de Belo Horizonte. Ainda assim, os argumentos da capital mineira foram deixados de fora do processo legal de licenciamento do projeto.<\/p>\n<\/div>\n<div>???Esse projeto vai simplesmente fazer um rombo no corredor ecol\u00f3gico que permite a movimenta\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias esp\u00e9cies pela Serra do Curral. Com certeza, a movimenta\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos e o barulho da extra\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio afugentar\u00e3o o fluxo normal dos animais. E a Serra do Curral \u00e9 importante para ligar, principalmente, a avifauna da regi\u00e3o da Serra do Cip\u00f3 com as serras do Rola-Mo\u00e7a e Moeda. Cortar esse fluxo compromete a variabilidade gen\u00e9tica e prejudica as popula\u00e7\u00f5es???, observa o professor de qu\u00edmica, pesquisador de espeleologia e ativista ambiental Luciano Faria.<\/p>\n<\/div>\n<div>Paulo Carvalho, diretor da ONG de conserva\u00e7\u00e3o das aves EcoAvis, concorda que a minera\u00e7\u00e3o proposta na Serra do Curral ter\u00e1 um grande impacto no corredor ecol\u00f3gico, que considera j\u00e1 altamente impactado. ???As plantas dependem das aves e dos insetos para sua reprodu\u00e7\u00e3o e dispers\u00e3o. De forma similar, insetos e aves dependem de plantas espec\u00edficas para alimenta\u00e7\u00e3o, abrigo e reprodu\u00e7\u00e3o. Pequenas perturba\u00e7\u00f5es neste equil\u00edbrio podem ter efeitos catastr\u00f3ficos sobre as popula\u00e7\u00f5es de um ecossistema. E mal conhecemos as din\u00e2micas que ser\u00e3o afetadas em um campo ferruginoso de altitude e suas depend\u00eancias em rela\u00e7\u00e3o aos remanescentes de Mata Atl\u00e2ntica???, diz.<\/p>\n<\/div>\n<div>Poeira chegando aos bairros Serra e Santa Efig\u00eania, ru\u00eddos nas comunidades e impactos preocupantes nos recursos h\u00eddricos que abastecem a Grande BH teriam sido trocados por alinhamentos que se tornam permiss\u00f5es consideradas ???absurdas??? para a ambientalista Maria Tereza Viana de Freitas Corujo, a Teca, que integra v\u00e1rios movimentos para defender as cadeias montanhosas e \u00e1guas mineiras. ???Al\u00e9m de graves altera\u00e7\u00f5es na legisla\u00e7\u00e3o ambiental (n\u00edveis estadual e federal) feitas em especial nos \u00faltimos 10 anos, existe o descumprimento do que ainda temos e que protegeria esse patrim\u00f4nio \u00fanico de biodiversidade. Tudo atrelado a um sistema de gest\u00e3o p\u00fablica que tem como pol\u00edtica priorit\u00e1ria atender aos interesses econ\u00f4micos de grandes grupos, como \u00e9 o caso da minera\u00e7\u00e3o em Minas Gerais???, observa.<\/p>\n<p><\/p>\n<h2><b>Secretaria minimiza: ???N\u00e3o \u00e9 megaempreendimento???<\/b><\/h2>\n<div><\/div>\n<div>O Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisema) e o setor miner\u00e1rio t\u00eam se posicionado a favor da minera\u00e7\u00e3o da Tamisa na Serra do Curral com o discurso de que os impactos est\u00e3o tecnicamente dentro da toler\u00e2ncia da legisla\u00e7\u00e3o. Na outra ponta, h\u00e1 cr\u00edticas legais e den\u00fancias de deputados, Prefeitura de Belo Horizonte, minist\u00e9rios p\u00fablicos Federal e Estadual, partidos e ambientalistas.<\/p>\n<\/div>\n<div>Em audi\u00eancia p\u00fablica na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, na quinta-feira a secret\u00e1ria de estado de Meio Ambiente e desenvolvimento sustent\u00e1vel (Semad), Mar\u00edlia Carvalho de Melo, encolheu retoricamente os impactos e as dimens\u00f5es da Tamisa. ???O projeto foi readequado (em 2019), com diminui\u00e7\u00e3o, inclusive, da \u00e1rea de explora\u00e7\u00e3o. A \u00e1rea total da fazenda onde o empreendimento est\u00e1 \u00e9 de 1.250 hectares (ha). Mas o projeto, na sua primeira fase aprovada no Copam far\u00e1 interven\u00e7\u00e3o em 41 hectares. Isso equivale a 0,54% da \u00e1rea da Serra do Curral???, disse. ???E a compensa\u00e7\u00e3o \u00e9 um ponto a se destacar. A compensa\u00e7\u00e3o equivale a 83ha???, contemporiza Melo.\u00a0<\/p>\n<\/div>\n<div>Ela minimizou os impactos sobre recursos h\u00eddricos, desconsiderando alertas de ambientalistas para outros efeitos. ???J\u00e1 h\u00e1 uma capta\u00e7\u00e3o em um po\u00e7o tubular que ter\u00e1 10 litros por segundo (l\/s) de vaz\u00e3o . Na segunda fase, ser\u00e3o outros tr\u00eas, que somar\u00e3o 54 l\/s. S\u00f3 o abastecimento p\u00fablico da Copasa na Grande BH \u00e9 de 18.900 l\/s???, comparou.<\/p>\n<\/div>\n<div>O superintendente de projetos priorit\u00e1rios da Semad, Rodrigo Ribas, compara a explora\u00e7\u00e3o projetada pela Tamisa, que retirar\u00e1 1 milh\u00e3o de toneladas de min\u00e9rio de ferro por ano na primeira fase e 3 milh\u00f5es na segunda, \u00e0 de outras mineradoras. ???Falaram de megaempreendimento na Serra do Curral. Para se ter uma ideia, a Samarco, em Mariana, tem licenciada (a explora\u00e7\u00e3o) de 29 milh\u00f5es de toneladas por ano e \u00e9 muito maior. Itabira (Vale) tem uma licen\u00e7a de produ\u00e7\u00e3o anual de 96 milh\u00f5es. N\u00e3o se compara. N\u00e3o d\u00e1 para falar de megaempreendimento nesse caso???.<\/p>\n<\/div>\n<div>J\u00e1 o consultor da Tamisa Leandro Amorim afirma que a empresa seguiu todas as regras. ??? Se o que se est\u00e1 propondo (suspender as licen\u00e7as) virar regra, n\u00e3o existir\u00e1 mais licenciamento ambiental em Minas ???, afirma.<\/p>\n<h2>Com empresa fechada, juiz manda intimar diretor em casa<\/h2>\n<p><\/p>\n<div>Guilherme Peixoto<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Ap\u00f3s uma oficial de Justi\u00e7a n\u00e3o encontrar representantes da Taquaril Minera\u00e7\u00e3o S.A (Tamisa) na sede da empresa, em Nova Lima, na Regi\u00e3o Metropolitana, a companhia emitiu nota para informar que adotou o trabalho remoto. Diante das dificuldades para notificar a mineradora do prazo de 10 dias para se manifestar no processo em que a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) pede a suspens\u00e3o da licen\u00e7a para explora\u00e7\u00e3o na Serra do Curral, o judici\u00e1rio intimou pessoalmente, ontem, Cristiano Pinto Caetano da Cruz, um dos diretores da Tamisa.<\/p>\n<\/div>\n<div>????? interesse da empresa o imediato e completo esclarecimento de todo e qualquer questionamento judicial, pelo que seu diretor j\u00e1 entrou em contato com Secretaria da 22\u00aa Vara Federal se colocando \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para receber qualquer mandado judicial de intima\u00e7\u00e3o ou cita\u00e7\u00e3o, inclusive nos finais de semana???, l\u00ea-se em comunicado enviado pela Tamisa ao Estado de Minas.<\/p>\n<\/div>\n<div>H\u00e1 dois dias, o juiz federal Carlos Roberto de Carvalho deu 10 dias para que a empresa e o governo se manifestem sobre a liminar solicitada por Belo Horizonte. Com a dificuldade de encontrar representantes da Tamisa, por\u00e9m, o prazo ainda n\u00e3o come\u00e7ou a correr. A Procuradoria-Geral do Munic\u00edpio (PGM) solicitou, ent\u00e3o, a cita\u00e7\u00e3o por ???hora certa???. O mecanismo permite que o per\u00edodo estipulado comece a contar sem que haja a efetiva ci\u00eancia da companhia. Para isso, basta Cristiano ser encontrado em casa.<\/p>\n<\/div>\n<div>Na quinta-feira, uma emiss\u00e1ria do Poder Judici\u00e1rio esteve no pr\u00e9dio onde a Tamisa informou estar baseada. A porteira do edif\u00edcio ??? na Avenida Oscar Niemeyer, em Nova Lima ???\u00a0 no entanto, afirmou n\u00e3o ver funcion\u00e1rios da mineradora no local h\u00e1 cerca de dois anos. Segundo a mineradora, a sede permaneceu fechada por causa das restri\u00e7\u00f5es impostas pela pandemia COVID-19.<\/p>\n<\/div>\n<div>???O funcionamento se deu em regime de home office, regime este que prepondera at\u00e9 a presente data???, apontam os representantes. ???Ap\u00f3s a concess\u00e3o das licen\u00e7as junto aos \u00f3rg\u00e3os ambientais competentes, os diretores e consultores da empresa est\u00e3o empenhados em in\u00fameras atividades externas, que englobam tanto aquelas necess\u00e1rias ao atendimento das condicionantes que devem ser cumpridas, quanto pelo empenho e dedica\u00e7\u00e3o no esclarecimento de d\u00favidas e questionamentos de autoridades e meios de imprensa???, continua a empresa.<\/p>\n<\/div>\n<div>A decis\u00e3o da Justi\u00e7a pela intima\u00e7\u00e3o pessoal a Cristiano da Cruz veio horas ap\u00f3s a Prefeitura de BH anexar, ao processo pela suspens\u00e3o da licen\u00e7a, a comunica\u00e7\u00e3o da oficial informando o fracasso na tentativa de contato com a Tamisa. Em dezembro do ano passado, outra emiss\u00e1ria do Judici\u00e1rio foi ao pr\u00e9dio em Nova Lima para informar a empresa sobre uma a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica do Minist\u00e9rio P\u00fablico de Minas Gerais (MPMG). Tamb\u00e9m n\u00e3o houve sucesso.<\/p>\n<\/div>\n<div>???A minera\u00e7\u00e3o da serra que d\u00e1 nome a Belo Horizonte j\u00e1 exige cautelas por si s\u00f3. Com ainda mais raz\u00e3o agora que se sabe que a empresa tem uma sede com ind\u00edcios de ser de fachada, como certificado, com f\u00e9 p\u00fablica, pelo oficial de Justi\u00e7a ao colher o relato do porteiro do pr\u00e9dio de que ???n\u00e3o tem visto funcion\u00e1rios da empresa no local??? h\u00e1 mais de um ano???, apontou o subprocurador-geral do Contencioso, Caio Perona, ao pedir a Justi\u00e7a a cita\u00e7\u00e3o por ???hora certa???.<\/p>\n<\/div>\n<div>O magistrado Carlos de Carvalho, por sua vez, apontou ???suspeita de oculta\u00e7\u00e3o???. ???Diante da suspeita de oculta\u00e7\u00e3o da empresa, dever\u00e1 ser feita a cita\u00e7\u00e3o por hora certa???, l\u00ea-se em trecho do despacho do juiz Carlos Roberto de Carvalho, da 22\u00b0 Vara Federal.<\/p>\n<\/div>\n<div>Segundo as informa\u00e7\u00f5es cadastrais da Tamisa, apresentadas \u00e0 Receita Federal, o quadro societ\u00e1rio tem, al\u00e9m de Cristiano da Cruz, o diretor Guilherme Augusto Gon\u00e7alves Machado. A empresa tem rela\u00e7\u00f5es com a Cowan, construtora respons\u00e1vel pelo viaduto Batalha dos Guararapes, que caiu sobre um \u00f4nibus em 2014, em Belo Horizonte. O acidente matou duas pessoas e feriu 23.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>???Megaestrutura??? ou empreendimento conservador? A classifica\u00e7\u00e3o do porte do complexo da Taquaril Minera\u00e7\u00e3o S.A (Tamisa), que prev\u00ea escava\u00e7\u00e3o de 101 hectares da Serra do\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":104906,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8648],"tags":[],"class_list":["post-104905","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-minas-gerais"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/104905","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=104905"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/104905\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=104905"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=104905"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=104905"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}