{"id":122909,"date":"2022-05-11T19:06:04","date_gmt":"2022-05-11T22:06:04","guid":{"rendered":"http:\/\/primeirojornal.com.br\/2022\/05\/bh-ocupa-o-3o-lugar-em-ranking-de-desenvolvimento-economico-do-pais\/"},"modified":"2022-05-11T19:06:04","modified_gmt":"2022-05-11T22:06:04","slug":"bh-ocupa-o-3o-lugar-em-ranking-de-desenvolvimento-economico-do-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2022\/05\/11\/bh-ocupa-o-3o-lugar-em-ranking-de-desenvolvimento-economico-do-pais\/","title":{"rendered":"BH ocupa o 3\u00ba lugar em ranking de desenvolvimento econ\u00f4mico do pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p>Belo Horizonte apareceu em terceiro lugar entre as capitais brasileiras com os melhores \u00edndices de desenvolvimento econ\u00f4mico do pa\u00eds, ficando atr\u00e1s apenas de Curitiba (2\u00ba) e S\u00e3o Paulo (1\u00ba). Os dados s\u00e3o de um levantamento do Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Minas), divulgado nesta quarta-feira (11\/5).<\/p>\n<p>  No ranking nacional, que conta com todas as 5.570 cidades do pa\u00eds, a capital mineira figura em sexto lugar. Ao todo, o BH soma 0,728 ponto, em uma escala que varia de 0 a 1. O indicador leva em considera\u00e7\u00e3o dados coletados em 2019. A segunda cidade mineira mais bem colocada \u00e9 Uberl\u00e2ndia, no Tri\u00e2ngulo Mineiro, com 0,669, seguida por Juiz de Fora, com 0,666.<\/p>\n<p>Os dados fazem parte do\u00a0\u00cdndice Sebrae de Desenvolvimento Econ\u00f4mico Local (Isdel), criado em 2018. A ferramenta analisa cinco dimens\u00f5es respons\u00e1veis por promover o desenvolvimento econ\u00f4mico de uma regi\u00e3o: capital empreendedor, tecido empresarial, governan\u00e7a para o desenvolvimento, organiza\u00e7\u00e3o produtiva e inser\u00e7\u00e3o competitiva. Na pr\u00e1tica, o \u00edndice examina n\u00e3o apenas vari\u00e1veis de riqueza, mas tamb\u00e9m impactos ao meio ambiente, educa\u00e7\u00e3o empreendedora, saneamento, entre outras.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Leia tamb\u00e9m:\u00a0Rem\u00e9dios e combust\u00edveis puxam alta da infla\u00e7\u00e3o na Grande BH em abril\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;Muitas vezes, as discuss\u00f5es sobre desenvolvimento econ\u00f4mico est\u00e3o relegadas a planos desagregados. Se fala em aumentar a riqueza, sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, seguran\u00e7a e infraestrutura, mas n\u00e3o se discute esses pontos integrados. Mas, s\u00e3o fatores que trazem uma vis\u00e3o objetiva do que \u00e9 preciso para o desenvolvimento econ\u00f4mico&#8221;, avalia Felipe Brand\u00e3o, gerente de intelig\u00eancia empresarial do Sebrae Minas. <\/p>\n<p>A melhor pontua\u00e7\u00e3o da capital mineira foi no quesito tecido empresarial (0,792), que inclui a\u00e7\u00f5es de redes de empresas e valores solid\u00e1rios. Logo em seguida, destacaram-se a governan\u00e7a para desenvolvimento (0,778) e inser\u00e7\u00e3o competitiva (0,771). Capital empreendedor, que inclui a\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o e condi\u00e7\u00f5es empresariais, apresentou o pior \u00edndice, com 0,576.<\/p>\n<p>Para Brand\u00e3o, o Isdel \u00e9 um instrumento pr\u00e1tico para o planejamento da gest\u00e3o p\u00fablica dos munic\u00edpios. &#8220;Ele permite um desenho e avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica de pol\u00edticas e esfor\u00e7os que os munic\u00edpios precisam empreender para promo\u00e7\u00e3o do desenvolvimento econ\u00f4mico local&#8221;, declara.<\/p>\n<p>Apesar do bom resultado de Belo Horizonte, o indicador aponta que mais de 28% dos munic\u00edpios mineiros t\u00eam um Isdel baixo. Enquanto, mais de 53% t\u00eam \u00edndice de desenvolvimento econ\u00f4mico m\u00e9dio e apenas sete cidades do Estado figuram no \u00edndice mais alto, incluindo a capital mineira.<\/p>\n<p>Brand\u00e3o ressalta que o objetivo do \u00edndice n\u00e3o \u00e9 gerar competitividade entre as cidades. &#8220;Essa classifica\u00e7\u00e3o possibilita aos gestores p\u00fablicos e sociedade entender com mais clareza suas vantagens e tamb\u00e9m pontos de alerta para que se possa criar estrat\u00e9gias e impulsionar o desenvolvimento local e regional. ?? olhar para essas diferen\u00e7as e entender o que pode ser feito para chegar l\u00e1&#8221;, destaca. <\/p>\n<p>&#8220;?? interessante perceber que n\u00e3o s\u00e3o apenas as capitais que possuem um n\u00edvel de desenvolvimento alto, mas vemos tamb\u00e9m cidades como Campinas, Joinville, Sorocaba, munic\u00edpios do interior que apresentam n\u00edvel de desenvolvimento t\u00e3o grande quanto as capitais&#8221;, analisa o gerente do Sebrae. <\/p>\n<h3><b>Nova vers\u00e3o<\/b><\/h3>\n<p>Com o suporte metodol\u00f3gico do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar-UFMG), o \u00edndice, que engloba 106 indicadores de bases oficiais, foi reformulado para oferecer uma an\u00e1lise ainda mais criteriosa sobre o desenvolvimento dos munic\u00edpios. A nova vers\u00e3o foi apresentada em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (11\/05).<\/p>\n<p>A reformula\u00e7\u00e3o trouxe agora uma s\u00e9rie hist\u00f3rica do \u00edndice desde 2016. &#8220;Com a reformula\u00e7\u00e3o, o Isdel apresentou uma correla\u00e7\u00e3o ainda melhor com \u00edndices de refer\u00eancia nacional e internacional, como o PIB per capita e o IDH&#8221;, afirma o professor Jo\u00e3o Prates Romeno, integrante do Cedeplar-UFMG.<\/p>\n<p>A nova vers\u00e3o tamb\u00e9m posiciona os territ\u00f3rios em uma escala que varia de 0 a 1, em que quanto mais pr\u00f3ximo de 1, maior o n\u00edvel de desenvolvimento econ\u00f4mico da localidade. A diferen\u00e7a entre o \u00edndice alcan\u00e7ado e 1 \u00e9 o quanto o munic\u00edpio precisa avan\u00e7ar para atingir o mais alto patamar de desenvolvimento econ\u00f4mico.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Belo Horizonte apareceu em terceiro lugar entre as capitais brasileiras com os melhores \u00edndices de desenvolvimento econ\u00f4mico do pa\u00eds, ficando atr\u00e1s apenas de Curitiba\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":122910,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[190],"tags":[],"class_list":["post-122909","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/122909","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=122909"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/122909\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=122909"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=122909"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=122909"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}