{"id":135632,"date":"2022-05-14T08:05:35","date_gmt":"2022-05-14T11:05:35","guid":{"rendered":"http:\/\/primeirojornal.com.br\/2022\/05\/caramure-monta-a-banca-literaria-no-solar-do-unhao\/"},"modified":"2022-05-14T08:05:35","modified_gmt":"2022-05-14T11:05:35","slug":"caramure-monta-a-banca-literaria-no-solar-do-unhao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2022\/05\/14\/caramure-monta-a-banca-literaria-no-solar-do-unhao\/","title":{"rendered":"Caramur\u00ea monta a banca liter\u00e1ria no Solar do Unh\u00e3o \u00a0"},"content":{"rendered":"<p class=\"bodytext\">\n<p class=\"bodytext\">Tem a arte, a arquitetura, a beleza natural e o clima prop\u00edcio para encontros culturais. Estamos falando do Solar do Unh\u00e3o, que abriga o Museu de Arte Moderna da Bahia e seus espa\u00e7os agregados, al\u00e9m da \u00a0Saladearte ??? Cine MAM, de\u00a0 um Caf\u00e9 e a partir deste s\u00e1bado (14) passa a contar tamb\u00e9m um ponto de vendas da editora Caramur\u00ea, especializada em literatura baiana.<br \/> \u00a0\u00a0<br \/> ???O Museu \u00e9 um ponto de efervesc\u00eancia cultural e n\u00f3s chegamos com a proposta \u00a0de fazer lan\u00e7amentos e outros eventos art\u00edsticos???, afirma o artista pl\u00e1stico e editor Fernando Oberlaender. E o primeiro deles ser\u00e1 o lan\u00e7amento do livro ???minha terra tem ladeiras???, do poeta e performer Alex Sim\u00f5es, que rola das 16h \u00e0s 20h, com sarau e leitura de poemas.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Ser\u00e1 a oportunidade de ouvir Alex declamando alguns dos 22 poemas do livro &#8211; que combina textos in\u00e9ditos com outros publicados em seus livros anteriores e em antologias. O ponto em comum entre eles \u00e9 tematizar ou ter a Bahia e Salvador como cen\u00e1rio.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"poeta e performer\" height=\"1000\" src=\"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/localimages\/csm_vid_Alex_Simoes_Foto_Caio_Lirio_divulgacao_869c53c0a3.jpg\" title=\"alex sim\u00f5es\" width=\"806\"\/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><strong>Al\u00e9m Sim\u00f5es lan\u00e7a o livro &#8220;minha terra tem ladeiras&#8221; neste s\u00e1bado (14) <\/strong>(Foto: Caio Lirio\/Divulga\u00e7\u00e3o)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\">No texto de apresenta\u00e7\u00e3o, Alex explica que foi provocado a escrever o trabalho e que suas andan\u00e7as po\u00e9ticas e concretas pela cidade podem ser circusncritas no tri\u00e2ngulo Centro, Rio Vermelho e Pen\u00ednsula de Itapagipe. Mas a inspira\u00e7\u00e3o vem tamb\u00e9m da experi\u00eancia aprendida com poetas como Greg\u00f3rio de Matos, Luiz Gama, Waly Salom\u00e3o e Caetano Veloso.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">???As ladeiras de minha terra s\u00e3o as mesmas pelas quais circulou Greg\u00f3rio de Matos e, em boa parte, \u00e9 inspirado pelos seus versos, por sua veia l\u00edrica e por sua ret\u00f3rica, que sigo escrevendo, para esta Bahia, triste e dessemelhante, e, no entanto, minha terra amada???, escreve Alex.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">O poema de onde \u00e9 tirado o verso que d\u00e1 nome \u00e0 publica\u00e7\u00e3o, batizado de Nov\u00edssima Can\u00e7\u00e3o do Ex\u00edlio, \u00e9 uma esp\u00e9cie de s\u00edntese desta cidade partida: tem festa, micareta, flores, mijo com lixo no ar e perigos v\u00e1rios: ???Quer sair sozinho \u00e0 noite?\/ Bicha, \u00e9 bom n\u00e3o arriscar!\/ Sapat\u00e3o v\u00e3o te estuprar!\/ Travesti, v\u00e3o te matar!\/ Minha terra tem ladeiras\/Bunda pra l\u00e1 e pra c\u00e1???. \u00a0\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Os escritores\u00a0Sandro Ornellas e\u00a0 Itamar Vieira J\u00fanior assinam, respectivamente,\u00a0o p\u00f3sfacio e a orelha do livro. Itamar\u00a0destaca que os versos , pouco a pouco, revelam &#8220;lugares, contradi\u00e7\u00f5es, uma Bahia que est\u00e1 muito al\u00e9m da paisagem que se sacramentou no imagin\u00e1rio popular???. Al\u00e9m de Alex, o recital no MAM contar\u00e1 com as participa\u00e7\u00f5es dos atores L\u00facio Tranchesi e M\u00f4nica Santana e da escritora Rita Santana.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">A nova livraria vai funcionar das 13h \u00e0s 18h, de ter\u00e7a a domingo, seguindo o hor\u00e1rio \u00a0do MAM. Por l\u00e1 ser\u00e3o comercializados, al\u00e9m dos t\u00edtulos pr\u00f3prios, livros de outras editoras e produtos personalizados como camisas, azuleijos, canecas e afins. ???A ideia \u00e9 oferecer. Al\u00e9m de boa literatura, op\u00e7\u00f5es criativas de presentes para o consumidor formador de opini\u00e3o??? afirma a publicit\u00e1ria M\u00e1rzia Chastinet, s\u00f3cia da\u00a0 Caramur\u00ea.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"minha terra tem ladeiras\" height=\"1000\" src=\"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/localimages\/csm_Capa_minha_terra_tem_ladeiras_divulgacao_fbdd4dc333.jpg\" title=\"capa\" width=\"666\"\/><\/td>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\">FICHA<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Livro:\u00a0 minha terra tem ladeiras<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Autor \u00a0Alex Sim\u00f5es<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Ilustra\u00e7\u00f5es \u00a0Fernando Oberlaender<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Editora \u00a0Caramur\u00ea, 63 p\u00e1gs, R$ 35)<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"fotografia\" height=\"623\" src=\"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/localimages\/csm_Revista_Zum_b3cb7de515.png\" title=\"revista zum\" width=\"1000\"\/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><strong>Revista Zum traz ensaio de L\u00e1zaro Roberto<\/strong> (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Negritude em destaque <\/strong>\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">O trabalho do fot\u00f3grafo baiano L\u00e1zaro Roberto, criador do Acervo Zumvi, \u00e9 um dos destaques da revista Zum n\u00ba 22 (Instituto Moreira Salles, 184 p\u00e1ginas, R$ 57,50). Uma das revistas de fotografia mais importantes do pa\u00eds, a Zum traz um ensaio que destaca dife-<br \/> rentes aspectos da negritude que tem sido registrados por L\u00e1zaro nos \u00faltimos 30 anos. E tamb\u00e9m uma entrevista dele com a professora e curadora Denise Camargo. Nesta edi\u00e7\u00e3o, a revista traz na capa ensaio da fot\u00f3grafa carioca Fernanda Liberti, s\u00e9ries do fot\u00f3grafo camaron\u00eas-nigeriano Samuel Fosso, autorretratos da artista Castiel Vitorino Brasileiro, registros da cena art\u00edstica alternativa de Pequim nos anos 1990 pelas lentes de Rong Rong e o trabalho de Mabe Beth\u00f4nico sobre as trag\u00e9dias de Mariana e Brumadinho, entre outros destaques.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"feira de \u00e1gua de meninos\" height=\"1000\" src=\"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/localimages\/csm_Foto_Rubens_Guelman_Feira_de_Aguas_de_Meninos_1968_foto_divulgacao_a5c9811e22.jpg\" title=\"rubens \" width=\"563\"\/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><strong>Foto: Rubens Guelman<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Registros dos anos 60<\/strong> \u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">O fot\u00f3grafo Rubens Guelman lan\u00e7a neste s\u00e1bado (14), a partir das 15h, na Livraria LDM do Shopping Bela Vista, o livro A Fotografia de Rubens Guelman ??? Diversidades &#038; Identidades (Editora PI, R$ 100). O trabalho re\u00fane dez s\u00e9ries fotogr\u00e1ficas documentais, que retratam o realismo urbano da d\u00e9cada de 60, e st\u00e3o em seu acervo inicial, de 1966 a 1968. As imagens revivem andan\u00e7as em Salvador, Caruaru, Ilha de Itaparica e Recife e trazem flagran- tes \u00a0de personagens do cotidiano. Guelman, que mora em S\u00e3o Paulo, \u00e9 ga\u00facho, mas faz parte de sua forma\u00e7\u00e3o em engenharia em \u00a0Salvador. A foto acima, por exemplo, foi feita na Feira de \u00c1guas de Meninos, no ano de 1968.<br \/> \u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tem a arte, a arquitetura, a beleza natural e o clima prop\u00edcio para encontros culturais. 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