{"id":152241,"date":"2022-05-23T08:33:53","date_gmt":"2022-05-23T11:33:53","guid":{"rendered":"http:\/\/primeirojornal.com.br\/2022\/05\/fintechs-usam-o-pix-para-ofertar-servicos-antes-dos-bancos\/"},"modified":"2022-09-23T12:26:24","modified_gmt":"2022-09-23T15:26:24","slug":"fintechs-usam-o-pix-para-ofertar-servicos-antes-dos-bancos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2022\/05\/23\/fintechs-usam-o-pix-para-ofertar-servicos-antes-dos-bancos\/","title":{"rendered":"Fintechs usam o Pix para ofertar servi\u00e7os antes dos bancos"},"content":{"rendered":"<p>O Pix virou febre no Pa\u00eds. Em janeiro deste ano, foram 1,3 bilh\u00e3o de transfer\u00eancias pelo sistema de pagamentos instant\u00e2neo, seis vezes mais do que no mesmo per\u00edodo de 2021, segundo o Banco Central. Apesar de terem surgido junto com o Pix para transfer\u00eancias gratuitas, os demais formatos ainda engatinham nos grandes bancos, deixando uma janela de expans\u00e3o para as fintechs.<\/p>\n<p>O Pix parcelado \u00e9 o principal modelo adotado por empresas como PicPay e RecargaPay. Esse tipo de pagamento pode ser utilizado em lojas f\u00edsicas e virtuais. Pelo modelo, o consumidor pode pagar o valor a prazo, mediante cobran\u00e7a de taxas, enquanto o lojista recebe o valor \u00e0 vista. <\/p>\n<\/p>\n<p>&#8220;O recurso de pagar depois com o Pix pode ser como um empr\u00e9stimo na conta ou um pagamento no cart\u00e3o de cr\u00e9dito. Na guerra das carteiras digitais, voc\u00ea tem todas as armas ou voc\u00ea est\u00e1 desarmado&#8221;, diz Gilmar Hansen, vice-presidente s\u00eanior do RecargaPay. <\/p>\n<\/p>\n<p>At\u00e9 a onda de roubos de celulares visando transfer\u00eancias for\u00e7adas o PicPay transformou em neg\u00f3cio. A empresa oferece um seguro contra Pix feito sob coa\u00e7\u00e3o. Criado com a Kovr Seguradora, o produto custa a partir de R$ 4,90 mensais, cobrindo tamb\u00e9m outros crimes.<\/p>\n<\/p>\n<p>Na vis\u00e3o de Renan Manda, analista da XP Investimentos, \u00e9 necess\u00e1rio informar com clareza as taxas cobradas em diferentes tipos de Pix, como o parcelado, para evitar que o consumidor fique confuso. <\/p>\n<\/p>\n<p>Para ele, o atraso dos bancos na oferta de v\u00e1rios formatos de Pix est\u00e1 relacionado a quest\u00f5es de seguran\u00e7a. &#8220;Existem etapas do Pix que ainda n\u00e3o sa\u00edram porque os bancos precisam desenvolver seus sistemas junto ao BC, buscando encontrar falhas e inconsist\u00eancias&#8221;, afirma Manda. Quem se antecipou \u00e0 concorr\u00eancia, como algumas fintechs e o Santander, fez isso na esperan\u00e7a de captar novos clientes, na vis\u00e3o do analista.<\/p>\n<\/p>\n<p>ALENTO<\/p>\n<\/p>\n<p>Uma das mentes por tr\u00e1s do Pix, Carlos Netto afirma que o servi\u00e7o trouxe uniformidade para os pagamentos, que ficaram mais baratos e democr\u00e1ticos. Para as fintechs, por\u00e9m, o Pix tamb\u00e9m trouxe perda de receitas, pois a transfer\u00eancia do dinheiro pago ao lojista passou a ser feita de forma autom\u00e1tica, e n\u00e3o mais em at\u00e9 30 dias. A oferta do Pix no cart\u00e3o pode ser uma chance de essas empresas compensarem essa perda de receita, pois seu uso embute a cobran\u00e7a de taxas.<\/p>\n<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal O Estado de S. Paulo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Pix virou febre no Pa\u00eds. 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