{"id":161691,"date":"2022-06-05T06:23:31","date_gmt":"2022-06-05T09:23:31","guid":{"rendered":"http:\/\/primeirojornal.com.br\/2022\/06\/serra-do-curral-e-livro-expoem-urgencia-do-debate-sobre-preservacao\/"},"modified":"2022-06-05T06:23:31","modified_gmt":"2022-06-05T09:23:31","slug":"serra-do-curral-e-livro-expoem-urgencia-do-debate-sobre-preservacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2022\/06\/05\/serra-do-curral-e-livro-expoem-urgencia-do-debate-sobre-preservacao\/","title":{"rendered":"Serra do Curral e livro exp\u00f5em urg\u00eancia do debate sobre preserva\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div><\/div>\n<div>De um lado da rodovia, a placa sinaliza a Reserva da Biosfera da Serra do Espinha\u00e7o, t\u00edtulo de reconhecimento internacional que inclui a Serra do Curral, s\u00edmbolo de Belo Horizonte. Mais adiante, dominando a paisagem, alongam-se as atividades das mineradoras e o resultado est\u00e1 na perda do contorno das montanhas e da cobertura verde. Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, os cen\u00e1rios na BR-040, na sa\u00edda para o Rio de Janeiro (RJ), mostram os contrastes no entorno da capital mineira e pedem urg\u00eancia nas provid\u00eancias para evitar degrada\u00e7\u00e3o maior e salvar o patrim\u00f4nio natural, dilapidado a cada segundo.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Minas tem sua voca\u00e7\u00e3o no nome desde a \u00e9poca dos bandeirantes, mas vem acompanhado de Gerais, para equilibrar todos os setores, principalmente economia e meio ambiente ??? numa vis\u00e3o contempor\u00e2nea, atender aos anseios gerais, de toda a popula\u00e7\u00e3o do seu territ\u00f3rio, a fim promover o t\u00e3o celebrado desenvolvimento sustent\u00e1vel. No momento, o clamor \u00e9 pelo tombamento estadual da Serra do Curral, maci\u00e7o que est\u00e1 no alvo da Taquaril Minera\u00e7\u00e3o S.A (Tamisa), no munic\u00edpio vizinho de Nova Lima, ap\u00f3s licenciamento concedido pelo Conselho de Pol\u00edtica Ambiental (Copam).<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Com a prote\u00e7\u00e3o pelo estado, a \u00e1rea seria ampliada al\u00e9m dos limites j\u00e1 contemplados pelo Munic\u00edpio de Belo Horizonte e Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (Iphan). A situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 em compasso de espera, pois n\u00e3o h\u00e1 data para a reuni\u00e3o do Conselho Estadual de Patrim\u00f4nio Cultural (Conep).<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>???Vivemos um momento fecundo para discuss\u00f5es sobre o meio ambiente, e, claro, para se evitarem problemas futuros. Defendo a compatibiliza\u00e7\u00e3o da atividade miner\u00e1ria, que \u00e9 necess\u00e1ria, e a preserva\u00e7\u00e3o ambiental. E h\u00e1 solu\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas para garantir o desenvolvimento sustent\u00e1vel???, afirma o engenheiro de minas Hernani Mota de Lima, professor do Departamento de Engenharia de Minas da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop).<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Segundo o professor, \u00e9 preciso haver responsabilidade por parte das institui\u00e7\u00f5es envolvidas, com destaque para institui\u00e7\u00f5es que concedem o licenciamento \u00e0s empresas mineradoras, e fiscaliza\u00e7\u00e3o. ???O jogo deve ser aberto???, resume o professor, lembrando que as empresas devem buscar a sustentabilidade.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><b>OBRA<\/b> O epis\u00f3dio da Serra do Curral evidencia a pot\u00eancia mineral do estado e traz \u00e0 tona, neste domingo com cara muito mais de reflex\u00e3o do que de homenagens ao meio ambiente, o livro ???Pluto brasiliensis??? ??? Mem\u00f3rias sobre as riquezas do Brasil em ouro, diamantes e outros minerais???, escrito pelo alem\u00e3o Wilhelm Ludwig von Eschwege (1777-1855), o Bar\u00e3o Eschwege, ge\u00f3logo, arquiteto e estudioso de mineralogia, minera\u00e7\u00e3o e metalurgia. Chamado de Pai da Geologia do Brasil, ele foi respons\u00e1vel pela implanta\u00e7\u00e3o, em 1812, da primeira sider\u00fargica a produzir ferro fundido em escala industrial. Em 12 de dezembro, a F\u00e1brica Patri\u00f3tica, em ru\u00ednas bem preservadas em \u00e1rea da Vale, no quil\u00f4metro 590 da rodovia BR-040, em Ouro Preto, no limite com o munic\u00edpio de Congonhas, na Regi\u00e3o Central, vai completar 210 anos.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Algumas das observa\u00e7\u00f5es de Eschwege, contidas em ???Pluto brasiliensis???, est\u00e3o nos pr\u00f3ximos dois par\u00e1grafos da obra de 622 p\u00e1ginas publicadas em Berlim, em 1833 (e em 1944, no Brasil):<\/div>\n<div>???Minas Gerais \u00e9, sem d\u00favida, a prov\u00edncia brasileira mais interessante e instrutiva sob o ponto de vista geol\u00f3gico e mineral\u00f3gico, especialmente nas regi\u00f5es de Vila Rica e Sabar\u00e1 e em toda a zona cortada pela estrada que se dirige para o distrito diamant\u00edfero do Serro do Frio.???<\/div>\n<div>???O viajante que percorre essas regi\u00f5es e disp\u00f5e de algum tempo para pesquis\u00e1-las, n\u00e3o s\u00f3 fica conhecendo todas as rochas que ocorrem na prov\u00edncia e a sequ\u00eancia de suas camadas, mas ainda tem oportunidade de observar os m\u00e9todos de explora\u00e7\u00e3o do ouro usualmente adotados no Brasil.???<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>O professor Hernani explica que Eschwege foi pioneiro no assunto, tornando-se uma refer\u00eancia hist\u00f3rica na atualidade. J\u00e1 o professor de hist\u00f3ria Alex Fernandes Bohrer, do Instituto Federal de Minas Gerais, tamb\u00e9m em Ouro Preto, acredita que o ge\u00f3logo alem\u00e3o certamente se assustaria com a situa\u00e7\u00e3o existente agora no Quadril\u00e1tero Ferr\u00edfero.<\/div>\n<div>???Eschwege pesquisou e escreveu sobre o ouro e o diamante. A explora\u00e7\u00e3o do min\u00e9rio de ferro ocorreu, de fato, no s\u00e9culo 20, mas seus estudos e an\u00e1lises s\u00e3o muito importantes. Outros viajantes europeus, a exemplo do naturalista Auguste Saint-Hilaire (1779-1853), registraram preocupa\u00e7\u00e3o com a degrada\u00e7\u00e3o ambiental, especialmente a quest\u00e3o das \u00e1guas???, diz Bohrer.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><b>LEGADO <\/b>Mais de dois s\u00e9culos depois da vinda de Eschwege ao Brasil ??? ele chegou aqui em 1810, a convite do pr\u00edncipe regente Dom Jo\u00e3o VI (1767???1826) ???, a pot\u00eancia mineral do estado, que deixou de ser prov\u00edncia com a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica (1899), sofre duros reveses e fica no centro das aten\u00e7\u00f5es.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Na verdade, um peda\u00e7o importante da hist\u00f3ria de Minas se confunde com a vida do Bar\u00e3o Eschwege, respons\u00e1vel por um marco na economia do pa\u00eds: a implanta\u00e7\u00e3o da primeira sider\u00fargica a produzir ferro fundido em escala industrial.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>As ru\u00ednas da primeira ind\u00fastria de ferro ficam no s\u00edtio arqueol\u00f3gico que ocupa 22,9 hectares ??? a sider\u00fargica funcionou at\u00e9 1922. Protegidas por \u00e1rvores frondosas, as ru\u00ednas da Patri\u00f3tica re\u00fanem pilares de canga de min\u00e9rio, alguns trabalhados em cantaria, bases de quatro fornos, dep\u00f3sitos, vest\u00edgios de canais de \u00e1gua, casa da administra\u00e7\u00e3o, senzala, forjaria e outros setores.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Conforme os estudos, s\u00e3o contempor\u00e2neas da Patri\u00f3tica as sider\u00fargicas de Morro do Pilar, na Regi\u00e3o Central de Minas, e de S\u00e3o Jo\u00e3o de Ipanema (interior de S\u00e3o Paulo), mas ela foi a primeira a produzir em escala industrial e com sucesso. A pedra fundamental foi lan\u00e7ada em 1811 e a produ\u00e7\u00e3o come\u00e7ou em 12 de dezembro de 1812.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Eschwege trouxe inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas, entre elas a inje\u00e7\u00e3o de ar dentro dos fornos para acelerar a fus\u00e3o do min\u00e9rio, por meio das trompas hidr\u00e1ulicas ??? antes, eram usados foles. As estruturas de pedras da unidade industrial tinham cobertura de madeira e telhas, mas s\u00f3 restaram as pedras. Nos 110 anos de funcionamento, a unidade produziu 142 toneladas de ferro, m\u00e9dia de 18t\/ano, havendo tamb\u00e9m fabrica\u00e7\u00e3o de pregos, ferraduras, cravos e ferramentas, tudo vendido para os fazendeiros e donos de minas da regi\u00e3o. O local \u00e9 tombado pelo Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (Iphan) desde 1938.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><b>SERVI??O<\/b><\/div>\n<div><\/div>\n<div>??? Livro: ???Pluto brasiliensis ??? Mem\u00f3rias sobre as riquezas do Brasil em ouro, diamantes e outros minerais. Hist\u00f3ria da descoberta e descri\u00e7\u00e3o das ocorr\u00eancias desses minerais. Explora\u00e7\u00e3o das jazidas e sua t\u00e9cnica. Produ\u00e7\u00e3o e legisla\u00e7\u00e3o de minas???<\/div>\n<div>Autor: Wilhelm Ludwig von Eschwege (1777-1855), conhecido como Bar\u00e3o Eschwege<\/div>\n<div>Data da primeira publica\u00e7\u00e3o: 1833, em Berlim, Alemanha. No Brasil, em 1944.<\/div>\n<div>O livro est\u00e1 dispon\u00edvel, gratuitamente, na livraria do Senado, no endere\u00e7o eletr\u00f4nico livraria.senado.leg.br.<\/div>\n<div>??? A Vale oferece visitas virtuais em 360 graus a tr\u00eas s\u00edtios arqueol\u00f3gicos localizados em \u00e1reas da empresa. Acessando o endere\u00e7o www.vale.com\/sitios-arqueologicos, o interessado poder\u00e1 conhecer as ru\u00ednas de F\u00e1brica Patri\u00f3tica, Forte de Brumadinho e Casas Velhas, todas preservadas<\/div>\n<div><\/div>\n<h2>Pai da geologia do Brasil<\/h2>\n<div><\/div>\n<div>Da Alemanha ao Brasil, via Portugal. Filho de fam\u00edlia aristocr\u00e1tica alem\u00e3, Wilhelm Ludwig von Eschwege estudou na Universidade de G\u00f6ttingen, e no in\u00edcio do s\u00e9culo 19 fez os primeiros contatos com a engenharia de minas. Apesar de destinado \u00e0 vida mili<br \/>\ntar, a curiosidade intelectual o levou a adquirir forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica ecl\u00e9tica, estudando cartografia, ci\u00eancias naturais, arquitetura, mineralogia e metalurgia.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Em 1802, Eschwege partiu para Portugal, onde ficou at\u00e9 1810 e ocupou o cargo de diretor de minas. Da sua experi\u00eancia no pa\u00eds e de viagens de prospec\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m nas col\u00f4nias, recolheu dados geol\u00f3gicos, informa\u00e7\u00f5es sobre t\u00e9cnicas de minera\u00e7\u00e3o e de administra\u00e7\u00e3o das minas. O material lhe permitiu iniciar a publica\u00e7\u00e3o de diversas obras de car\u00e1ter cient\u00edfico.<\/div>\n<div>Durante a estada em Portugal, Eschwege catalogou in\u00fameros aspectos da mineralogia portuguesa e publicou um estudo sobre as conchas fossilizadas da regi\u00e3o de Lisboa. De 1803 a 1809, esteve \u00e0 frente da f\u00e1brica de artilharia em Arega, Figueir\u00f3 dos Vinhos, onde se fabricavam, entre muitas outras pe\u00e7as de ferro, os canh\u00f5es para as For\u00e7as Armadas portuguesas. Em 1810, a convite do pr\u00edncipe regente Dom Jo\u00e3o VI, Eschwege veio para o Brasil com o objetivo de reanimar a decadente minera\u00e7\u00e3o de ouro e trabalhar na nascente ind\u00fastria sider\u00fargica. Foi tamb\u00e9m encarregado do ensino das ci\u00eancias da engenharia aos futuros oficiais do Ex\u00e9rcito e de continuar os trabalhos de explora\u00e7\u00e3o mineira e de metalurgia. No mesmo ano, foi criado por D. Jo\u00e3o VI o Real Gabinete de Mineralogia do Rio de Janeiro, sendo o alem\u00e3o chamado para dirigi-lo e ensinar t\u00e9cnicas avan\u00e7adas de extra\u00e7\u00e3o mineral. Ele ficou no Brasil at\u00e9 1822, com a patente de tenente-coronel engenheiro, nomeado intendente das minas de ouro e curador do Gabinete de Mineralogia.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Eschwege iniciou em Ouro Preto os trabalhos de constru\u00e7\u00e3o da Patri\u00f3tica, empreendimento privado, sob a forma de sociedade por a\u00e7\u00f5es. Em 1812, foi extra\u00eddo, pela primeira vez, ferro por malho hidr\u00e1ulico de forma industrial. Cinco anos depois, foram aprovados pelo governo os estatutos das sociedades de minera\u00e7\u00e3o, que estabeleciam as bases para a funda\u00e7\u00e3o da primeira companhia mineradora do Brasil, sugeridas por Eschwege. Da obra escrita por ele e publicada na Europa, destaca-se ???Pluto brasiliensis??? (1833), a primeira obra cient\u00edfica sobre a geologia brasileira.<\/div>\n<div><\/div>\n<h3>UM HOMEM E SEU TEMPO<\/h3>\n<div><\/div>\n<div>1777 ??? Wilhelm Ludwig von Eschwege, o Bar\u00e3o de Eschwege, nasce na Alemanha, numa fam\u00edlia aristocr\u00e1tica<\/div>\n<div><\/div>\n<div>1802 ??? Eschwege parte para Portugal, onde fica at\u00e9 1810 e ocupa o cargo de diretor de minas<\/div>\n<div><\/div>\n<div>1810 ??? A convite do pr\u00edncipe regente D. Jo\u00e3o VI, Eschwege chega ao Brasil para reanimar a decadente minera\u00e7\u00e3o de ouro e trabalhar na nascente ind\u00fastria sider\u00fargica<\/div>\n<div><\/div>\n<div>1811 ??? Lan\u00e7ada a pedra fundamental da F\u00e1brica Patri\u00f3tica<\/div>\n<div><\/div>\n<div>1812 ??? Em 12 de dezembro, a F\u00e1brica Patri\u00f3tica, em Ouro Preto, se torna a primeira sider\u00fargica do Brasil a produzir ferro fundido em escala industrial. Funcionou at\u00e9 1922<\/div>\n<div><\/div>\n<div>1817 ??? Aprovados pelo governo os estatutos das sociedades de minera\u00e7\u00e3o, que estabeleciam as bases, sugeridas por Eschwege, para a funda\u00e7\u00e3o da primeira companhia mineradora do Brasil<\/div>\n<div><\/div>\n<div>1833 ??? Publicada em Berlim, Alemanha, a obra ???Pluto brasiliensis ??? Mem\u00f3rias sobre as riquezas do Brasil em ouro, diamantes e outros minerais???, com grande enfoque em Minas Gerais<\/div>\n<div><\/div>\n<div>1938 ??? Em 30 de junho, a F\u00e1brica Patri\u00f3tica \u00e9 tombada pelo Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (Iphan)<\/div>\n<div><\/div>\n<div>1944 ??? Sai a edi\u00e7\u00e3o brasileira de ???Pluto brasiliensis???, em dois volumes, com tradu\u00e7\u00e3o de Dom\u00edcio de Figueiredo Murta e pref\u00e1cio do cientista mineiro Djalma Guimar\u00e3es<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De um lado da rodovia, a placa sinaliza a Reserva da Biosfera da Serra do Espinha\u00e7o, t\u00edtulo de reconhecimento internacional que inclui a Serra\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":161692,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8648],"tags":[],"class_list":["post-161691","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-minas-gerais"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/161691","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=161691"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/161691\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=161691"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=161691"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=161691"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}