{"id":164095,"date":"2022-06-09T02:30:15","date_gmt":"2022-06-09T05:30:15","guid":{"rendered":"http:\/\/primeirojornal.com.br\/2022\/06\/ibge-capacidade-de-armazenagem-agricola-subiu-no-2o-semestre-de-2021\/"},"modified":"2022-06-09T02:30:15","modified_gmt":"2022-06-09T05:30:15","slug":"ibge-capacidade-de-armazenagem-agricola-subiu-no-2o-semestre-de-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2022\/06\/09\/ibge-capacidade-de-armazenagem-agricola-subiu-no-2o-semestre-de-2021\/","title":{"rendered":"IBGE: capacidade de armazenagem agr\u00edcola subiu no 2\u00ba semestre de 2021"},"content":{"rendered":"<p>A capacidade dispon\u00edvel para armazenamento no Brasil atingiu 183,3 milh\u00f5es toneladas no segundo\u00a0semestre de 2021. O volume \u00e9 1,5% maior que o registrado no semestre anterior. Na mesma compara\u00e7\u00e3o, o n\u00famero de estabelecimentos cresceu 1,2%. A maioria deles, est\u00e1 no Rio Grande do Sul (2.159), seguido do Mato Grosso (1.397) e Paran\u00e1 (1.340).<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1464458&#038;o=rss\"\/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1464458&#038;o=rss\"\/><\/p>\n<p>Com 45,5 milh\u00f5es de toneladas o Mato Grosso tem a maior capacidade de armazenagem do pa\u00eds. Deste total, 59,1% s\u00e3o do tipo graneleiros e 34,2% s\u00e3o silos.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros fazem parte da Pesquisa de Estoques, referente aos meses\u00a0de julho\u00a0a dezembro de 2021, divulgada hoje\u00a0(8)\u00a0pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). A pesquisa mostrou que o estoque de produtos agr\u00edcolas somou 36,7 milh\u00f5es de toneladas. Isso representa alta de 31,1% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s 28 milh\u00f5es de toneladas de\u00a031 de dezembro\u00a0de 2020.<\/p>\n<h2>Regi\u00f5es<\/h2>\n<p>Tamb\u00e9m no segundo semestre de 2021, as regi\u00f5es Norte (3,8%), Centro-Oeste (1,8%) e Sul (1,3%) avan\u00e7aram no n\u00famero de estabelecimentos. Em movimento contr\u00e1rio, Sudeste e Nordeste recuaram 0,1% e 0,4%, respectivamente.<\/p>\n<h2>Produtos<\/h2>\n<p>Entre os cinco principais produtos agr\u00edcolas nas unidades armazenadoras, o maior volume (16,9 milh\u00f5es de toneladas) \u00e9 dos estoques de milho. Na sequ\u00eancia, est\u00e3o os de soja (7,7 milh\u00f5es), de trigo (6,4 milh\u00f5es), de arroz (2,4 milh\u00f5es) e de caf\u00e9 (1,1 milh\u00e3o).<\/p>\n<p>No segundo\u00a0semestre de 2021, os estoques de soja cresceram 81,4%, do trigo 40,5%, do arroz 45,4% e do milho 20,3%. No\u00a0entanto, o estoque de caf\u00e9 caiu 16,0% em rela\u00e7\u00e3o a\u00a031 de dezembro\u00a0de 2020. Segundo o IBGE, estes produtos representam 94,0% do total estocado entre os produtos monitorados pela pesquisa. Os 6,0% restantes s\u00e3o compostos por algod\u00e3o, feij\u00e3o preto, feij\u00e3o de cor e outros gr\u00e3os e sementes.<\/p>\n<h2>Capacidade<\/h2>\n<p>Os silos predominam na capacidade \u00fatil armazen\u00e1vel no pa\u00eds. No segundo semestre de 2021, foram registradas\u00a092,5 milh\u00f5es de toneladas, o que significa 50,4% da capacidade \u00fatil total. Na compara\u00e7\u00e3o com o semestre anterior, a capacidade dos silos subiu 2,3%.<\/p>\n<p>Os armaz\u00e9ns graneleiros e granelizados somaram 68,6 milh\u00f5es de toneladas de capacidade \u00fatil armazen\u00e1vel. O dado representa alta de 1,3% frente ao semestre anterior. ???Este tipo de armaz\u00e9m\u00a0\u00e9 respons\u00e1vel por 37,4% da armazenagem nacional???, informou o IBGE.<\/p>\n<p>J\u00e1 nos armaz\u00e9ns convencionais, estruturais e infl\u00e1veis, o volume alcan\u00e7ou 22,3 milh\u00f5es de toneladas, o que\u00a0significa queda de 1,1% em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro\u00a0semestre de 2021. ???Estes armaz\u00e9ns contribuem com 12,2% da capacidade total de armazenagem.???<\/p>\n<p>Por regi\u00e3o, os silos predominam na Regi\u00e3o Sul, sendo respons\u00e1veis por 63,1% da capacidade armazenadora da regi\u00e3o e 49,8% da capacidade total de silos do pa\u00eds. Os tipos graneleiros e granelizados aparecem com maior intensidade no Centro-Oeste, com 53,6% da capacidade da regi\u00e3o e 56,4% da capacidade total do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Os armaz\u00e9ns convencionais, estruturais e infl\u00e1veis se localizam em maior parte na Regi\u00e3o Sul (34,7%) e depois vem a Regi\u00e3o Sudeste (31,6%). ???Estas duas regi\u00f5es juntas correspondem a 66,3% da capacidade total de armaz\u00e9ns convencionais, estruturais e infl\u00e1veis do pa\u00eds???, revelou o IBGE.<\/p>\n<h2>Pesquisa<\/h2>\n<p>De acordo com o instituto, o objetivo da pesquisa \u00e9 &#8220;oferecer informa\u00e7\u00f5es estat\u00edsticas sobre o volume e a distribui\u00e7\u00e3o espacial dos estoques de produtos agr\u00edcolas armazen\u00e1veis b\u00e1sicos, sobre as unidades onde \u00e9 feita a sua guarda e acompanhar sua evolu\u00e7\u00e3o ao longo do tempo???.<\/p>\n<p>A pesquisa envolve todo o territ\u00f3rio nacional e seus resultados permitem conhecer a dimens\u00e3o da capacidade de armazenamento agr\u00edcola nacional e sua distribui\u00e7\u00e3o pelo territ\u00f3rio. Segundo o IBGE, esta \u00e9\u00a0uma informa\u00e7\u00e3o de log\u00edstica fundamental para os gestores p\u00fablicos e privados, guardando rela\u00e7\u00e3o com quest\u00f5es de seguran\u00e7a alimentar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A capacidade dispon\u00edvel para armazenamento no Brasil atingiu 183,3 milh\u00f5es toneladas no segundo\u00a0semestre de 2021. 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