{"id":180282,"date":"2022-07-06T11:49:20","date_gmt":"2022-07-06T14:49:20","guid":{"rendered":"https:\/\/primeirojornal.com.br\/2022\/07\/casacor-completa-35-anos-em-2022-com-retorno-a-sao-paulo\/"},"modified":"2022-07-06T11:49:20","modified_gmt":"2022-07-06T14:49:20","slug":"casacor-completa-35-anos-em-2022-com-retorno-a-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2022\/07\/06\/casacor-completa-35-anos-em-2022-com-retorno-a-sao-paulo\/","title":{"rendered":"Casacor completa 35 anos em 2022 com retorno a S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"<div><\/div>\n<p>Nas rampas do <strong>Conjunto Nacional<\/strong>, s\u00edmbolo da Avenida Paulista, \u00e9 poss\u00edvel passear por uma retrospectiva das \u00faltimas d\u00e9cadas da arquitetura e do design de interiores. Essa experi\u00eancia \u00e9 um dos destaques do maior evento de arquitetura, design de interiores e paisagismo das Am\u00e9ricas, que voltou a ser realizado em <strong>S\u00e3o Paulo<\/strong> depois de dois anos de restri\u00e7\u00f5es por causa da pandemia da Covid-19. A <strong>Casacor<\/strong>, que come\u00e7ou como um pequeno projeto, chega aos 35 anos e a 18 cidades brasileiras, outras tr\u00eas na Am\u00e9rica do Sul e em Miami, nos Estados Unidos. O tema deste ano \u00e9 ???infinito particular???, para estimular a cria\u00e7\u00e3o de ambientes que priorizam o bem-estar. A Casa Cor vai at\u00e9 o dia 11 de setembro \u00e0s ter\u00e7as e s\u00e1bados, do meio-dia \u00e0s dez horas da noite. E domingos e feriados das 11 horas da manh\u00e3 \u00e0s nove da noite. Os ingressos variam de R$ 81 a R$ 101, tendo a op\u00e7\u00e3o de meia entrada.<\/p>\n<p>A curadora do evento, L\u00edvia Pedreira, ressalta o potencial econ\u00f4mico e os diferentes ambientes da edi\u00e7\u00e3o. ???Consegue reunir em um \u00fanico ambiente o profissional, que \u00e9 o especificador, a ind\u00fastria, o varejo, que tem a oportunidade de fazer um certo laborat\u00f3rio de tend\u00eancias, testar os seus produtos, e o visitante, que \u00e9 o grande consumidor. Em dois anos e meio de pandemia nos fez entender realmente qual \u00e9 a casa que a gente quer, qual \u00e9 a casa que a gente precisa e o que nos agrada. Tem profissionais, por exemplo, que mostram um mergulho na espiritualidade, outros foram para o campo, se refugiaram com a fam\u00edlia, ent\u00e3o voc\u00ea tem um ambiente mais quente, mais acolhedor. N\u00f3s tamb\u00e9mt temos aqueles espa\u00e7os incr\u00edveis de nomes que fizeram em 80 metros quadrados exerc\u00edcios de criatividade que eu nem consigo contar demais, tem que viver, experienciar???, afirma.<\/p>\n<p>O evento conta com 59 ambientes espalhados em 10 mil metros quadrados. Nesta edi\u00e7\u00e3o, mais de 70 profissionais foram convidados para trazer o pr\u00f3prio conceito de infinito particular. A reflex\u00e3o \u00e9 feita no momento em que a popula\u00e7\u00e3o tenta se recuperar de dois anos de crise sanit\u00e1ria, em que a casa de cada fam\u00edlia passou a ser um ambiente fundamental em tempos t\u00e3o desafiadores. O arquiteto Lucas Takaoka apresenta neste ano a Casa Cosentino Emba\u00faba, inspirada na \u00e1rvore nativa brasileira que ajuda no reequil\u00edbrio de regi\u00f5es que sofreram com o desmatamento. ???Teve um \u00eaxodo em massa em busca de lugares mais calmos, onde fosse poss\u00edvel aproveitar uma praia, aproveitar o campo, quem podia, de uma maneira geral, esse espa\u00e7o conta sobre uma ressignifica\u00e7\u00e3o do ser humano em tempo dif\u00edcieis. O que, em um momento ruim, voc\u00ea consegue tirar de positivo. Ent\u00e3o, sua fam\u00edlia, seu tempo, come\u00e7ou a fazer muito sentido guardar com maior prote\u00e7\u00e3o. E essa casa ela conta um pouco sobre isso. O seu momento particular, o seu espa\u00e7o, o seu tempo de sono, tudo come\u00e7ou a ser priorizado porque as pessoas perceberam que o tempo \u00e9 finito???.<\/p>\n<p>J\u00e1 a arquiteta Patr\u00edcia Hagobian, que est\u00e1 pela d\u00e9cima vez na Casacor, apresenta um ambiente que favorece os encontros. Depois dessa pandemia [da Covid-19], as pessoas querem receber, querem se unir, querem estar com os amigos, com a fam\u00edlia. Ent\u00e3o, nada melhor do, dentro da sua casa, fazer um lugar para receber. E \u00e9 justamente isso que eu propus aqui no ambiente, um lugar para receber as pessoas, integrar o ambiente, onde todos podem estar com as pessoas que a gente ama e receber, porque eu acho que \u00e9 isso que a pandemia trouxe para a gente, estar mais perto das pessoas. Cada cantinho traz mem\u00f3rias, traz lembran\u00e7as do seu infinito particular. Ent\u00e3o eu uni o ponto de encontro, que \u00e9 muito ic\u00f4nico, pelo edif\u00edcio em que a gente est\u00e1, que \u00e9 o Conjunto Nacional, um grande ponto de encontro, de com\u00e9rcio, de moradia, de entretenimento. Ent\u00e3o, eu uni tanto o tema ???infinito particular??? quanto o tema do meu espa\u00e7o, que \u00e9 ???um grande ponto de encontro???, diz.<\/p>\n<p>O arquiteto Nildo Jos\u00e9, que \u00e9 de Feira de Santana, na Bahia, apostou em uma homenagem ao sert\u00e3o, que descreveu como o pr\u00f3prio infinito particular. ???Eu trouxe todas essas refer\u00eancias do Nordeste, do sert\u00e3o, que foi onde eu nasci, onde eu cresci, que \u00e9 meu infinito particular, aqui para essa resid\u00eancia, para esse loft. Da arquitetura, os espa\u00e7os, a luz natural, as texturas, a forma como voc\u00ea trabalha os elementos, a fluidez do ambiente, faz com que voc\u00ea se sinta ali realmente a sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar. Existe um termo chamado medicina do ambiente, que \u00e9 como a arquitetura consegue interferir nas nossas emo\u00e7\u00f5es, sensa\u00e7\u00f5es, bem-estar e como que a gente, depois de vivenciar aquele espa\u00e7o, se transforma. A gente j\u00e1 salvou casamentos, que \u00e0s vezes o casal est\u00e1 ali em p\u00e9 de briga porque o espa\u00e7o \u00e9 insuficiente, a gente consegue relaxar a pessoa, dependendo do ambiente, consegue fazer com que ela se concentre para estudar mais???, comenta.<\/p>\n<p><em>*Com informa\u00e7\u00f5es da rep\u00f3rter Nanny Cox<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nas rampas do Conjunto Nacional, s\u00edmbolo da Avenida Paulista, \u00e9 poss\u00edvel passear por uma retrospectiva das \u00faltimas d\u00e9cadas da arquitetura e do design de\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":180283,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2799],"tags":[],"class_list":["post-180282","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/180282","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=180282"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/180282\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=180282"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=180282"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=180282"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}