{"id":185471,"date":"2022-07-14T09:44:35","date_gmt":"2022-07-14T12:44:35","guid":{"rendered":"https:\/\/primeirojornal.com.br\/2022\/07\/cinebiografia-de-elvis-emociona-com-todos-os-exageros-do-diretor\/"},"modified":"2022-07-14T09:44:35","modified_gmt":"2022-07-14T12:44:35","slug":"cinebiografia-de-elvis-emociona-com-todos-os-exageros-do-diretor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2022\/07\/14\/cinebiografia-de-elvis-emociona-com-todos-os-exageros-do-diretor\/","title":{"rendered":"Cinebiografia de Elvis emociona, com todos os exageros do diretor"},"content":{"rendered":"<p class=\"bodytext\">\n<p class=\"bodytext\">O diretor australiano Baz Luhrmann, de Moulin Rouge e O Grande Gatsby, \u00e9 daqueles que deixam sua assinatura muita clara nos filmes que realiza: edi\u00e7\u00e3o fren\u00e9tica, m\u00fasica nas alturas, cores extravagantes e, \u00e0s vezes, joga baixo para emocionar o espectador. O novo filme dele, Elvis, sobre o primeiro grande astro do rock, Elvis Presley (1935-1977), estreia hoje e n\u00e3o traz nenhuma novidade em rela\u00e7\u00e3o a esses elementos que marcam as cria\u00e7\u00f5es de Luhrmann.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">O filme visita a inf\u00e2ncia do cantor, quando ele se encantava com as can\u00e7\u00f5es gospel que ouvia os negros cantarem em encontros religiosos. No filme, o pequeno Elvis entra em transe, literalmente, com o som daqueles coros emocionantes formados por potentes vozes de homens e mulheres. E \u00e9 dali que nasce a influ\u00eancia da black music na maneira de cantar daquela futura estrela.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">E quem descobre o talento de Elvis quando ele tem cerca de 20 anos \u00e9 Tom Parker, conhecido como Coronel, em mais uma \u00f3tima &#8211; e caricatural &#8211; atua\u00e7\u00e3o de Tom Hanks. ?? o Coronel quem narra a hist\u00f3ria e d\u00e1 seu ponto de vista, tentando defender-se das acusa\u00e7\u00f5es de ter se aproveitado do talento do rapaz e t\u00ea-lo usado para sustentar o seu v\u00edcio em jogo.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" height=\"479\" src=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/fileadmin\/_processed_\/7\/6\/csm_elvis_tom_hanks_a5a07a9e70.jpg\" width=\"1000\"\/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><strong>Tom Hanks vive o &#8216;Coronel&#8217; Tom Parker, empres\u00e1rio de Elvis<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\">Austin Butler, que j\u00e1 foi estrela de filmes da Disney, \u00e9 que d\u00e1 vida ao Rei do Rock. E ele d\u00e1 conta do recado, com todos os maneirismos e trejeitos que o personagem e o diretor pedem. Sua dan\u00e7a, remexendo freneticamente os quadris, enlouquece as mulheres. N\u00e3o \u00e0 toa, os reacion\u00e1rios ficaram furiosos com o cantor, porque n\u00e3o suportavam ver suas filhas e namoradas berrando para o rapaz.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">O filme deixa clara a import\u00e2ncia simb\u00f3lica que Elvis teve contra o racismo, mesmo sem que ele percebesse isso. A sociedade reacion\u00e1ria n\u00e3o aceitava que um homem branco que dan\u00e7ava e cantava como os negros &#8211; e ainda tinha um visual meio andr\u00f3gino &#8211; fizesse sucesso e levasse a cultura negra para o mainstream.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Mesmo que repita a f\u00f3rmula j\u00e1 conhecida de Luhrmann, que, \u00e0s vezes cansa, o filme \u00e9 envolvente, gra\u00e7as ao elenco e, claro, \u00e0s m\u00fasicas do Rei, que, no cinema ganham uma pot\u00eancia a mais.<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Em cartaz no Cinemark, UCI, Bela Vista, Metha Glauber Rocha e Saladearte<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\"><iframe loading=\"lazy\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\" frameborder=\"0\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/YP5D6vTRlsU\" title=\"YouTube video player\" width=\"560\" sandbox=\"allow-scripts allow-same-origin\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O diretor australiano Baz Luhrmann, de Moulin Rouge e O Grande Gatsby, \u00e9 daqueles que deixam sua assinatura muita clara nos filmes que realiza:\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":185472,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[204],"tags":[],"class_list":["post-185471","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/185471","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=185471"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/185471\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=185471"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=185471"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=185471"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}