{"id":192679,"date":"2022-07-26T07:16:18","date_gmt":"2022-07-26T10:16:18","guid":{"rendered":"https:\/\/primeirojornal.com.br\/2022\/07\/dia-do-escritor-escritores-independentes-dao-diversidade-ao-cenario\/"},"modified":"2022-07-26T07:16:18","modified_gmt":"2022-07-26T10:16:18","slug":"dia-do-escritor-escritores-independentes-dao-diversidade-ao-cenario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2022\/07\/26\/dia-do-escritor-escritores-independentes-dao-diversidade-ao-cenario\/","title":{"rendered":"Dia do Escritor: escritores independentes d\u00e3o diversidade ao cen\u00e1rio"},"content":{"rendered":"<p>Em 1960, o escritor baiano Jorge Amado ajudou a delinear um marco de todos os escritores brasileiros: o Dia Nacional do Escritor. Na ocasi\u00e3o, ele e outro imortal da Academia Brasileira de Letras, Jo\u00e3o Pelegrino Junior, organizaram o 1\u00ba Festival do Escritor Brasileiro. Mais de 60 anos depois, o cen\u00e1rio liter\u00e1rio se renova com novos rostos, formatos e temas abordados. Marcada pela escrita independente e por novos formatos de publica\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel observar um novo movimento de leitores e escritores no Brasil.\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1472489&#038;o=rss\" style=\"width:1px;height:1px;display:inline\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1472489&#038;o=rss\" style=\"width:1px;height:1px;display:inline\" \/><\/p>\n<p>Embora o n\u00famero de leitores no pa\u00eds esteja em queda (dados da pesquisa <strong>Retratos da Leitura no Brasil<\/strong> indicam que a porcentagem de leitores no Brasil caiu de 56% para 52% de 2015 para 2019), o mercado registrou um aumento no h\u00e1bito de leitura durante a pandemia. Al\u00e9m disso, iniciativas que ganham f\u00f4lego em redes sociais, como o TikTok e o Twitter, t\u00eam estimulado jovens e adolescentes a conhecerem mais obras nacionais.\u00a0<\/p>\n<p>Diego Drummond, vice-presidente da C\u00e2mara Brasileira do Livro (CBL), afirma que o p\u00fablico adolescente foi o que mais cresceu entre os leitores &#8211; em boa parte por conta da internet. ???As redes sociais est\u00e3o se tornando um vetor de indica\u00e7\u00e3o de livro???, reconhece.<\/p>\n<h2>Novas tem\u00e1ticas<\/h2>\n<p>Um dos destaques de vendas da editora Seguinte, selo da Companhia das Letras voltado para o p\u00fablico jovem, Clara Alves come\u00e7ou a carreira no mercado independente. A escritora de <em>Conectadas<\/em> (2019) conta que come\u00e7ou a publicar pela internet, em espa\u00e7os como o Wattpad (<em>plataforma gratuita de publica\u00e7\u00e3o e leitura de obras originais<\/em>). Neste comunidade, seu trabalho chegou a ser premiado. ???Apesar de ser algo informal, sem ganhos financeiros ou perspectiva de publica\u00e7\u00e3o, me ajudou a acreditar mais na minha escrita e ganhar visibilidade???, comenta.<\/p>\n<p>A primeira tentativa de lan\u00e7amento foi em 2015, com a estrat\u00e9gia de impress\u00e3o por demanda. No entanto, o alto custo e outros fatores fizeram com que ela optasse pelo lan\u00e7amento digital. ???Mas foi bom por um tempo, para me ajudar a entender o mercado, a fazer networking, ir em eventos e ser vista???, conta.<\/p>\n<p>A entrada no mercado editorial veio depois de a atual ag\u00eancia da escritora anunciar um pitching para apresenta\u00e7\u00e3o de obras originais na Bienal do Livro de 2017. Dois anos depois, veio a proposta de lan\u00e7amento de <em>Conectadas<\/em> pela Seguinte, com repercuss\u00e3o que, segundo Clara, ainda parece um pouco surreal. ???Foi bem louco, mas de um jeito muito bom. N\u00e3o apenas por saber que, depois de anos de dedica\u00e7\u00e3o, finalmente meus livros estavam sendo reconhecidos, como tamb\u00e9m por tudo que Conectadas significava: uma obra LGBTQIAP+ escrita por uma mulher sobre amor entre garotas???, relata.<\/p>\n<p>Giulianna Domingues foi um dos destaques do selo juvenil Galera Record. A obra de fantasia <em>Luzes do norte<\/em> foi lan\u00e7ada de forma independente como e-book em 2017. Na \u00e9poca, Giulianna ouviu que n\u00e3o havia espa\u00e7o para literatura fant\u00e1stica no Brasil, mas preferiu n\u00e3o acreditar na negativa.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=294884:cheio_8colunas --><\/p>\n<div class=\"shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100\">\n            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/loading_v2.gif\" data-echo=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/BeKkDYxrkTSTSAWC4RK1_XcTwew=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/giulianna_domingues.jpg?itok=RZYwV349\" alt=\"Giulianna Domingues publicou a obra de fantasia Luzes do norte como e-book, em 2017. Depois do sucesso do livro digital, ele ganhou vers\u00e3o f\u00edsica\" title=\"Giulianna Domingues\" class=\"flex-fill img-cover\"\/><br \/>\n        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/BeKkDYxrkTSTSAWC4RK1_XcTwew=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/giulianna_domingues.jpg?itok=RZYwV349\" alt=\"Giulianna Domingues publicou a obra de fantasia Luzes do norte como e-book, em 2017. Depois do sucesso do livro digital, ele ganhou vers\u00e3o f\u00edsica\" title=\"Giulianna Domingues\" class=\"flex-fill img-cover\"\/>\n    <\/div>\n<p><!-- END scald=294884 --><\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<h6 class=\"meta\"><!--copyright=294884-->Giulianna Domingues publicou a obra de fantasia Luzes do norte como e-book, em 2017. Depois do sucesso do livro digital, ele ganhou vers\u00e3o f\u00edsica &#8211; <strong>Giulianna Domingues<\/strong><!--END copyright=294884--><\/h6>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Profissional de marketing, ela relata que o sucesso do livro foi alavancado pelas redes sociais. ???Elas d\u00e3o voz a esse p\u00fablico que est\u00e1 em busca de novas hist\u00f3rias???, afirma. Giulianna acredita que narrativas que trazem personagens n\u00e3o-brancos, LGBTQIAP+ e pessoas com defici\u00eancia t\u00eam ganhado destaque entre os mais novos. Para ela, o momento liter\u00e1rio atual pode ser descrito como ???jovem, intr\u00e9pido e crescente???.\u00a0<\/p>\n<h2>Representatividade<\/h2>\n<p>A autora Lav\u00ednia Rocha, de Belo Horizonte, tinha 13 anos quando publicou o primeiro livro, <em>Um amor em Barcelona<\/em>. Nessa idade, Lav\u00ednia ainda tinha uma imagem muito limitada de escritor: homem, branco, barbudo e que j\u00e1 n\u00e3o estava mais vivo.<\/p>\n<p>Por ser filha de professor, ela sempre teve contato com o meio escolar &#8211; e foi assim que seu primeiro romance ficou conhecido nas escolas. <em>Um amor em Barcelona<\/em> acabou sendo impresso de forma independente: na \u00e9poca, os pais de Lav\u00ednia custearam a publica\u00e7\u00e3o como uma forma de incentivar a filha. A obra seguinte j\u00e1 foi publicada por uma editora da capital mineira.<\/p>\n<p>No in\u00edcio da carreira, Lav\u00ednia recorda que n\u00e3o conhecia muitos livros brasileiros voltados para o p\u00fablico juvenil. ???Uma coisa que me pegava muito era n\u00e3o saber ou mal saber pronunciar os nomes nos livros que eu lia???, conta. Com a inser\u00e7\u00e3o no meio liter\u00e1rio, ela conheceu mais obras nacionais &#8211; como a s\u00e9rie <em>Os Karas<\/em>, de Pedro Bandeira, e os livros da escritora Paula Pimenta, que se passam em Belo Horizonte.<\/p>\n<p>Mas se reconhecer nas obras liter\u00e1rias ainda \u00e9 um desafio. Lav\u00ednia explica que, como mulher negra, percebeu que a cor de sua pele n\u00e3o aparecia nas capas dos livros. As amizades que fez no meio editorial ajudaram a autora a entender e buscar trazer a representatividade para as obras.\u00a0<\/p>\n<p>Em 2022, o ???Quilombinho???, apelido dado ao grupo de amigas formado por Lav\u00ednia, Ol\u00edvia Pilar, Solaine Chioro e Lorrane Fortunato, lan\u00e7ou o e-book <em>Flores ao mar<\/em> (2022). A obra colaborativa marca o encontro de quatro mulheres que trazem viv\u00eancias como mulheres negras para as p\u00e1ginas de livros.\u00a0<\/p>\n<p>A falta de representatividade tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o do escritor Stefano Volp, autor de <em>O segredo das larvas<\/em> (2019) e <em>Homens pretos (n\u00e3o) choram<\/em> (2022). Em 2020, ao pesquisar obras de fic\u00e7\u00e3o escritas por seus ancestrais, como ele mesmo os chama, ele se deparou com diversos contos brasileiros de autores pretos que nunca foram publicados. Foi ent\u00e3o que surgiu a ideia do clube de leitura Clube da Caixa Preta. Depois desse grupo, surgiu tamb\u00e9m a editora Escureceu.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=294886:cheio_8colunas --><\/p>\n<div class=\"shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100\">\n            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/loading_v2.gif\" data-echo=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/zJfWtviMu9hiq00x3axmkE2pimI=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/stefano_volp.jpg?itok=kpbeNNyP\" alt=\"O escritor Stefano Volp j\u00e1 publicou dois livros e est\u00e1 \u00e0 frente do clube de leitura Clube da Caixa Preta e da editora Escureceu\" title=\"Stefano Volp\" class=\"flex-fill img-cover\"\/><br \/>\n        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/zJfWtviMu9hiq00x3axmkE2pimI=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/stefano_volp.jpg?itok=kpbeNNyP\" alt=\"O escritor Stefano Volp j\u00e1 publicou dois livros e est\u00e1 \u00e0 frente do clube de leitura Clube da Caixa Preta e da editora Escureceu\" title=\"Stefano Volp\" class=\"flex-fill img-cover\"\/>\n    <\/div>\n<p><!-- END scald=294886 --><\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<h6 class=\"meta\"><!--copyright=294886-->O escritor Stefano Volp j\u00e1 publicou dois livros e est\u00e1 \u00e0 frente do clube de leitura Clube da Caixa Preta e da editora Escureceu &#8211; <strong>Stefano Volp<\/strong><!--END copyright=294886--><\/h6>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Volp j\u00e1 havia publicado outros contos, romances e at\u00e9 trabalhado como escritor fantasma quando come\u00e7ou a se destacar na cena liter\u00e1ria. ???Gosto da ideia de que ao comprar meus livros, as pessoas encontram o entretenimento que buscavam, mas que essa sopa tamb\u00e9m est\u00e1 cheia de caro\u00e7os e o leitor s\u00f3 vai perceb\u00ea-los quando j\u00e1 estiver engolido. Nesse caso, s\u00e3o as pautas humanas, raciais e sociais???, explica. ???A literatura para mim tem sido uma forma de estabelecer di\u00e1logos sobre a profundidade das nossas rela\u00e7\u00f5es com o mundo e com n\u00f3s mesmos???.<\/p>\n<h2>A import\u00e2ncia da divulga\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria<\/h2>\n<p>Al\u00e9m de leitores e escritores, uma outra pe\u00e7a fundamental tem se destacado: os divulgadores liter\u00e1rios. Eles fazem parte da rede de apoio de escritores independentes, que buscam nessas p\u00e1ginas formas de divulgar novos trabalhos.\u00a0Em 2020, \u00cdris Teles, 21 anos, resolveu falar, em suas redes sociais, sobre os livros que lia &#8211;\u00a0 geralmente obras brasileiras de autores independentes. Ao perceber que esses t\u00edtulos eram pouco falados na internet, ela criou o Divulga Nacional.\u00a0<\/p>\n<p>???O Divulga Nacional nasceu com intuito de divulgar autores nacionais. O crit\u00e9rio \u00e9 basicamente esse: ser algu\u00e9m que escreve dentro do nosso pa\u00eds. Se o autor deseja ser divulgado no perfil, basta redigir um e-mail se apresentando e falando da sua obra???,\u00a0 explica a divulgadora, que tamb\u00e9m filtra se h\u00e1 discurso de \u00f3dio na publica\u00e7\u00e3o indicada.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=294885:cheio_8colunas --><\/p>\n<div class=\"shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100\">\n            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/loading_v2.gif\" data-echo=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/sf4NkvDBvppdj1XcRAaR6pzPFIY=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/iris_e_lucas.jpg?itok=zf5Xv78l\" alt=\"\u00cdris Teles e Lucas Estevez administram o perfil Divulga Nacional, voltado para apresentar obras de autores independentes\" title=\"Divulga Nacional\" class=\"flex-fill img-cover\"\/><br \/>\n        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/sf4NkvDBvppdj1XcRAaR6pzPFIY=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/iris_e_lucas.jpg?itok=zf5Xv78l\" alt=\"\u00cdris Teles e Lucas Estevez administram o perfil Divulga Nacional, voltado para apresentar obras de autores independentes\" title=\"Divulga Nacional\" class=\"flex-fill img-cover\"\/>\n    <\/div>\n<p><!-- END scald=294885 --><\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<h6 class=\"meta\"><!--copyright=294885-->\u00cdris Teles e Lucas Estevez administram o perfil Divulga Nacional, voltado para apresentar obras de autores independentes &#8211; <strong>Divulga Nacional<\/strong><!--END copyright=294885--><\/h6>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Atualmente, o Divulga Nacional \u00e9 administrado por \u00cdris e pelo namorado Lucas Estevez, 23. O perfil conta com 57,3 mil seguidores no Twitter e est\u00e1 presente em outras m\u00eddias como Instagram e TikTok, al\u00e9m de um canal no Telegram voltado para divulgar promo\u00e7\u00f5es de livros.\u00a0<\/p>\n<h2>Como publicar o seu pr\u00f3prio livro<\/h2>\n<p>Para mostrar novas possibilidades no cen\u00e1rio da literatura brasileira e incentivar cada vez mais escritores, a <strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong> preparou algumas dicas de como ingressar nesse mercado:<\/p>\n<p>&#8211; a primeira \u00e9 un\u00e2nime entre os entrevistados: continuar a escrever. O exerc\u00edcio da escrita \u00e9 fundamental para aprimorar t\u00e9cnicas e desenvolver habilidades. A escritora Giulianna Domingues ressalta que \u00e9 importante ???se levar a s\u00e9rio como escritor??? para continuar a perseguir o sonho;<\/p>\n<p>&#8211; tamb\u00e9m \u00e9 fundamental que o escritor amplie horizontes liter\u00e1rios e leia escritores contempor\u00e2neos. Afinal, a rede de novos escritores \u00e9 feita de apoio m\u00fatuo;<\/p>\n<p>&#8211; Antes de fazer uma publica\u00e7\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio estar atento ao mercado e a onde est\u00e1 o p\u00fablico-alvo. Por isso, uma boa \u00e9 ficar de olho nas plataformas de publica\u00e7\u00e3o independente. Atualmente, existem plataformas que permitem a auto-publica\u00e7\u00e3o de obras em formato e-book. Al\u00e9m desse formato, escritores tamb\u00e9m utilizam recursos como o Wattpad e as pr\u00f3prias redes sociais para postar textos;<\/p>\n<p>&#8211; editais de publica\u00e7\u00e3o de revistas e editoras tamb\u00e9m podem ser uma porta de entrada para ingressar no mercado editorial. ?? importante estar de olho nas oportunidades publicadas nas m\u00eddias oficiais e, sempre que poss\u00edvel, tamb\u00e9m participar de eventos liter\u00e1rios. A presen\u00e7a em eventos e na pr\u00f3pria internet interagindo com leitores e escritores podem ajudar o autor a criar uma rede de contatos. Participar de antologias e obras colaborativas tamb\u00e9m \u00e9 uma boa oportunidade de crescimento para todos os envolvidos.\u00a0<\/p>\n<p>&#8211; e, claro, n\u00e3o deixar de publicar. H\u00e1 formatos para os mais diversos p\u00fablicos e uma cena liter\u00e1ria onde h\u00e1 espa\u00e7o para os amantes da leitura e da escrita.\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><em>*com supervis\u00e3o de Nath\u00e1lia Mendes<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1960, o escritor baiano Jorge Amado ajudou a delinear um marco de todos os escritores brasileiros: o Dia Nacional do Escritor. Na ocasi\u00e3o,\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":192680,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2799],"tags":[],"class_list":["post-192679","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/192679","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=192679"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/192679\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=192679"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=192679"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=192679"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}