{"id":195935,"date":"2022-07-31T07:23:10","date_gmt":"2022-07-31T10:23:10","guid":{"rendered":"https:\/\/primeirojornal.com.br\/2022\/07\/o-mundo-demanda-uma-nova-industria-de-celulose-por-ano\/"},"modified":"2022-07-31T07:23:10","modified_gmt":"2022-07-31T10:23:10","slug":"o-mundo-demanda-uma-nova-industria-de-celulose-por-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2022\/07\/31\/o-mundo-demanda-uma-nova-industria-de-celulose-por-ano\/","title":{"rendered":"???O mundo demanda uma nova ind\u00fastria de celulose por ano???"},"content":{"rendered":"<p class=\"bodytext\">\n<p class=\"bodytext\">O Brasil assumiu o compromisso de recuperar 16 milh\u00f5es de hectares de \u00e1reas florestais desmatadas durante a Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Mudan\u00e7a do Clima de 2021 ??? COP26, em Glasgow, na Esc\u00f3cia. A \u00e1rea corresponde a 230 vezes o territ\u00f3rio de Salvador, ou a 16 milh\u00f5es de campos de futebol. Foi um passo importante para a na\u00e7\u00e3o com o maior o maior potencial para a economia de baixo carbono no planeta, reconhece Wilson Andrade, diretor executivo da Associa\u00e7\u00e3o Baiana das Empresas de Base Florestal (ABAF). Por\u00e9m, acrescenta, o compromisso s\u00f3 ser\u00e1 atingido com a participa\u00e7\u00e3o de todo o setor produtivo nacional. A Agricultura deve se estruturar para a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os florestais. J\u00e1 a ind\u00fastria nacional precisa migrar para meios de produ\u00e7\u00e3o de baixo carbono. E o setor florestal pode auxiliar bastante este processo, acredita Andrade.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Este \u00e9 um dos assuntos que ser\u00e3o tratados no VI Congresso Brasileiro de Reflorestamento Ambiental (VI CBRA), \u00a0que a ABAF, o Centro de Desenvolvimento do Agroneg\u00f3cio (CEDAGRO\/ES) e a Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia (UFRB) realizam de 03 a 05 de agosto de 2022, on line e presencial, em Salvador, no audit\u00f3rio da FIEB, no Stiep. Ser\u00e3o apresentadas estrat\u00e9gias para recuperar \u00e1reas degradadas, op\u00e7\u00f5es de financiamentos, al\u00e9m da apresenta\u00e7\u00e3o dos benef\u00edcios econ\u00f4micos da atividade e novas tecnologias para o plantio. \u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Quem \u00e9<br \/> Wilson Andrade \u00a0 <\/strong><br \/> Economista, empres\u00e1rio, diretor e conselheiro da FIEB, presidente do Conselho Superior da ACB e diretor executivo da Associa\u00e7\u00e3o Baiana das Empresas de Base Florestal (ABAF).<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Qual \u00e9 a import\u00e2ncia do setor florestal para a Bahia?\u00a0<\/strong><br \/> N\u00f3s representamos 4,5% das receitas de impostos arrecadados na Bahia, 5% do PIB (Produto Interno Bruto) do estado e isso s\u00f3 j\u00e1 \u00e9 expressivo, por\u00e9m, mais importante do que isso \u00e9 o que n\u00f3s levamos de desenvolvimento, de emprego de qualidade, forma\u00e7\u00e3o de equipes, al\u00e9m de renda para as pessoas e os munic\u00edpios. Eu ouso dizer que o emprego no interior tem impacto em dobro. N\u00f3s temos uma economia muito concentrada na Regi\u00e3o Metropolitana de Salvador, chegando at\u00e9 Feira de Santana e \u00e9 preciso ter mais aten\u00e7\u00e3o com o restante do estado.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Falta diversifica\u00e7\u00e3o da atividade econ\u00f4mica?\u00a0<\/strong><br \/> O interior da Bahia tem um potencial espetacular, que precisa ser melhor utilizado. Eu cito como exemplo o projeto das unidades sucroalcooleiras, que est\u00e3o sendo implantadas no munic\u00edpio de Barra, que estava sendo liderado pelo vice-governador Jo\u00e3o Le\u00e3o, quando foi secret\u00e1rio de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e do Planejamento. Eu acho que este \u00e9 um modelo interessante. N\u00f3s temos uma Fiol (Ferrovia de Integra\u00e7\u00e3o Oeste-Leste), que vai cortar a Bahia de um lado ao outro. Temos uma Ferrovia Centro-Atl\u00e2ntica (FCA), que, se recuperada, corta o estado de Norte a Sul, de Juazeiro at\u00e9 Minas Gerais. Ao longo desta estrutura log\u00edstica, podemos desenvolver polos integrados agroindustriais. Mas \u00e9 preciso planejar e oferecer isto ao mercado. Eu acho que \u00e9 o que falta fazer no interior do estado.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>As ind\u00fastrias de base florestal s\u00e3o muito associadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de celulose, mas n\u00e3o se resumem a isto. Onde mais voc\u00eas atuam?\u00a0<\/strong><br \/> N\u00f3s estamos muito bem na \u00e1rea de celulose, temos entre 14% e 16% da produ\u00e7\u00e3o nacional, temos uma f\u00e1brica que produz aqui na Bahia a celulose sol\u00favel, que \u00e9 usada para fabricar tecidos e tem muitos outros usos. Hoje temos 3% da produ\u00e7\u00e3o de papel nacional, o que eu acho muito pouco. Mas, veja, somos importadores de madeira para portas, t\u00e1buas, que \u00e9 esta madeira que eu chamo de uso m\u00faltiplo. N\u00f3s n\u00e3o temos uma f\u00e1brica de MDF, essa madeira aglomerada que \u00e9 usada para os arm\u00e1rios embutidos. Enfim, n\u00f3s temos uma preocupa\u00e7\u00e3o com isso e um plano para, atrav\u00e9s da integra\u00e7\u00e3o do pequeno e m\u00e9dio produtor de madeira ligado ao pequeno e m\u00e9dio agregador ??? serrarias, fabricantes de pe\u00e7as e m\u00f3veis ??? ampliem o uso do produto local. N\u00e3o tem sentido a Bahia ter produtividade recorde, a n\u00edvel nacional e mundial, e importar madeira para a constru\u00e7\u00e3o civil. \u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>O que falta para aproveitar este potencial?\u00a0<\/strong><br \/> O setor florestal tem feito o seu esfor\u00e7o, mas \u00e9 preciso estar muito pr\u00f3ximo ao governo do estado e aos demais segmentos que n\u00f3s atendemos. Eu quero citar um exemplo aqui, o setor de minera\u00e7\u00e3o faz o seu esfor\u00e7o na redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de carbono e compensa\u00e7\u00f5es ambientais, mas ainda pode fazer muito mais. Veja o exemplo da Ferbasa, que tem a sua minera\u00e7\u00e3o, produz energia atrav\u00e9s das suas florestas plantadas e tem a sider\u00fargica, que faz o beneficiamento final, \u00e9 um projeto integrado. Outras empresas do setor, que est\u00e1 em franco crescimento, podem utilizar este exemplo. As empresas do Polo de Cama\u00e7ari est\u00e3o buscando compensar as suas emiss\u00f5es de carbono, ent\u00e3o podem buscar atividades e a\u00e7\u00f5es para capturar carbono, ou mesmo comprar de terceiros para equilibrar e chegar a ser Net Zero (neutralizar as pr\u00f3prias emiss\u00f5es). N\u00f3s temos a ideia de fazer aqui o que o Mato Grosso do Sul fez, um plano estadual para a \u00e1rea florestal nos pr\u00f3ximos dez anos. L\u00e1 existiam 300 mil hectares h\u00e1 dez anos, hoje possuem 1,3 milh\u00e3o de hectares. N\u00f3s t\u00ednhamos 500 mil hectares e hoje temos 700 mil hectares, ou seja temos uma taxa de crescimento que pode melhorar em todos os segmentos que utilizam madeira na Bahia. Por que n\u00e3o investimos mais no uso da biomassa para a produ\u00e7\u00e3o de energia, como faz a DOW, por exemplo? H\u00e1 uma demanda mundial pelo pallet, que \u00e9 a madeira condensada, n\u00f3s podemos suprir esta demanda. \u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Como o setor encara a ideia defendida por muitos de que, principalmente quando falamos do eucalipto, as florestas plantadas degradariam o meio ambiente?\u00a0<\/strong><br \/> Ainda tem gente que acredita que chupar manga e tomar leite mata. N\u00f3s estamos buscando, atrav\u00e9s do di\u00e1logo, de estudos t\u00e9cnicos, mostrar que esta n\u00e3o \u00e9 a realidade. Olha um exemplo, a f\u00e1brica da Suzano, em Mucuri, produz h\u00e1 60 anos nas mesmas fazendas, no mesmo solo, e o solo s\u00f3 faz enriquecer porque existe um cuidado. Quando se trabalha com a natureza, existe uma palavra muito usada, zelar. O pequeno produtor usa muito isso. Ele tem a terra dele, sabe o quanto aquilo vale e que \u00e9 dali que sai o sustento dele. ?? o patrim\u00f4nio dele. Quando se tem bons projetos, bem administrados, como o setor florestal tem, o que acontece \u00e9 uma melhor no uso dos recursos h\u00eddricos, h\u00e1 um aumento na captura de carbono, tanto nas ra\u00edzes, caules e folhas das plantas. N\u00f3s n\u00e3o trazemos apenas benef\u00edcios econ\u00f4micos e sociais, tem os benef\u00edcios ambientais tamb\u00e9m. Olha, 22% da madeira que as ind\u00fastrias grandes consomem na Bahia v\u00eam de pequenos e m\u00e9dios produtores e este volume, com assist\u00eancia, tecnologia e o acompanhamento devido, v\u00eam crescendo 10% ao ano.<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Como voc\u00ea enxerga as discuss\u00f5es para flexibilizar as regras para a propriedade de terras por estrangeiros?\u00a0<\/strong><br \/> O mundo demanda hoje, pelo crescimento da popula\u00e7\u00e3o e da renda, por produtos de madeira. Eu digo sempre que a gente usa a madeira do ber\u00e7o ao caix\u00e3o, passando pela cadeira do escrit\u00f3rio, da porta de casa, usamos no dia a dia, de diversas formas. No catchup, no sorvete, voc\u00ea encontra a celulose especial. Na c\u00e1psula do comprimido tem madeira, na TV LED. Enfim, este consumo est\u00e1 sempre crescendo. S\u00f3 para te dar um exemplo, h\u00e1 uma demanda para a implanta\u00e7\u00e3o de uma grande ind\u00fastria de celulose por ano no mundo. A\u00ed estamos falando de um investimento entre R$ 12 e 14 bilh\u00f5es. Esta mesma ind\u00fastria vai requerer entre 120 e 130 mil hectares de eucalipto plantados. E esta mesma ind\u00fastria vai requerer os 120 ou 130 mil hectare de \u00e1reas preservadas.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">O setor trabalha com uma meta de 1 para 1. Plantamos em sistema de mosaico, integrado \u00e0 mata nativa, protegendo uma \u00e1rea proporcional \u00e0 que usamos para produzir. N\u00e3o existem outros locais como o Brasil, com disponibilidade de \u00e1reas j\u00e1 deterioradas pela a\u00e7\u00e3o do homem, j\u00e1 antropizadas, como temos aqui. S\u00e3o aproximadamente 100 milh\u00f5es de hectares de \u00e1reas degradadas, que \u00e9 onde n\u00f3s plantamos. \u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Temos a possibilidade de instalar essas f\u00e1bricas no pa\u00eds e quem tem recursos e interesse para investir vem de fora. N\u00f3s s\u00f3 precisamos discutir a burocracia que existe para permitir a compra de \u00e1reas de tamanhos razo\u00e1veis para que as f\u00e1bricas se instalem. Por que o medo do estrangeiro? Ora, se eu tenho CNPJ no Brasil, se sigo as regras ambientais, trabalhistas e fiscais do pa\u00eds, se pago imposto aqui e gero empregos aqui, eu sou uma empresa brasileira. Ser\u00e1 que algu\u00e9m acredita que v\u00e3o carregar 100 mil hectares daqui e levar para outro lugar?\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>O setor florestal desmata para produzir?\u00a0<\/strong><br \/> O uso de mata nativa \u00e9 zero. Pelo contr\u00e1rio, o C\u00f3digo Florestal Brasileiro estabelece a preserva\u00e7\u00e3o de 20% da \u00e1rea de fazenda. Na \u00a0Amaz\u00f4nia, se voc\u00ea compra uma \u00e1rea, 80% precisa ser preservada e os fazendeiros n\u00e3o se revoltaram com isso. Se tiver um inc\u00eandio, mesmo que n\u00e3o seja culpa sua, voc\u00ea precisa recuperar, se h\u00e1 um roubo de madeira, o produtor responde, mesmo n\u00e3o tendo culpa, porque ele assume a obriga\u00e7\u00e3o de proteger ambientalmente aquele espa\u00e7o. No mundo, ningu\u00e9m tem o que n\u00f3s brasileiros temos, 65% de cobertura vegetal natural, como estava quando Pedro \u00c1lvarez Cabral chegou aqui.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Como est\u00e1 o desempenho do setor florestal?\u00a0<\/strong><br \/> O setor foi muito demandado durante a pandemia e este cen\u00e1rio se mant\u00e9m. Alguns pa\u00edses reduziram as atividades, acreditando numa crise maior, mas no Brasil n\u00f3s s\u00f3 fizemos crescer em todas as \u00e1reas relacionadas \u00e0 madeira. Eu te dou o exemplo de materiais hospitalares, o delivery de alimentos aumentou, com uma demanda crescente por produtos recicl\u00e1veis e isso tudo requer embalagens. Muito importante para sustentar \u00e9 o investimento em tecnologia. Hoje, a caixa do Tetrapak que mant\u00e9m o leite, o suco e a bebida ainda leva uma folha de alum\u00ednio e uma ou duas folhas de pl\u00e1stico, mas a tecnologia j\u00e1 permite a produ\u00e7\u00e3o apenas com papel. ?? uma contribui\u00e7\u00e3o para a substitui\u00e7\u00e3o de produtos f\u00f3sseis ou n\u00e3o renov\u00e1veis por produtos naturais, renov\u00e1veis e produzidos em bases ambientais muito positivas. Estamos falando de empresas que produzem energia el\u00e9trica a partir dos seus res\u00edduos. Boa parte da energia do Sul da Bahia \u00e9 proveniente das ind\u00fastrias de celulose. \u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Como voc\u00eas trabalham a restaura\u00e7\u00e3o florestal?\u00a0<\/strong><br \/> Decidimos fazer mais do que precisamos. O Brasil teve uma posi\u00e7\u00e3o corajosa na COP26, na Esc\u00f3cia, ampliando os compromissos que tinha antes, chegando a quase 16 milh\u00f5es de hectares preservados e isso, naturalmente vai chegar para as empresas. \u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Como atingir esta meta?\u00a0<\/strong><br \/> Precisamos refletir sobre o C\u00f3digo Florestal brasileiro. Como disse, os fazendeiros aceitaram essas regras, entendendo que \u00e9 bom para eles. Acreditamos que quem fizer al\u00e9m do m\u00ednimo estabelecido merecer\u00e1, deve merecer, pagamentos por servi\u00e7os ambientais ou possa vender cr\u00e9dito de carbono pelo excesso de prote\u00e7\u00e3o que fizeram. O problema \u00e9 que hoje isto est\u00e1 travado. Quase 7 milh\u00f5es de hectares foram cadastrados por produtores nos bancos de dados federal e dos estados. Apenas 8% j\u00e1 foram analisados.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Por que o percentual das florestas plantadas \u00e9 de 50%?\u00a0<\/strong><br \/> ?? mais do que o dobro do que o C\u00f3digo Florestal exige. Essa \u00e9 uma quest\u00e3o muito importante para n\u00f3s, foi uma op\u00e7\u00e3o que n\u00f3s fizemos para a contribui\u00e7\u00e3o da recupera\u00e7\u00e3o ambiental. A exig\u00eancia da lei \u00e9 de 20%. ?? importante para a imagem do pa\u00eds l\u00e1 fora. Na hora que a gente diz para nossos clientes que temos a obriga\u00e7\u00e3o de preservar 20%, mas eu mostro que preservamos 50%, sem d\u00favida \u00e9 algo que nos coloca em vantagem. O mundo, n\u00e3o apenas os pa\u00edses ou governos, mas o consumidor cada vez mais vai exigir isso de n\u00f3s. O setor florestal brasileiro \u00e9 quase totalmente certificado nacionalmente e internacionalmente tamb\u00e9m. \u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Esse posicionamento do consumidor acaba sendo mais importante que a pr\u00f3pria legisla\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/strong><br \/> Sem d\u00favidas. Se n\u00e3o for comprovadamente respons\u00e1vel, vai ter dificuldades para acessar diversos mercados. N\u00f3s temos na Bahia alguns outros setores que est\u00e3o bem organizados, como o pr\u00f3prio algod\u00e3o e a soja, por\u00e9m h\u00e1 outros, como a pia\u00e7ava, o sisal e outros que est\u00e3o bastante atrasados. ?? preciso zelar. \u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil assumiu o compromisso de recuperar 16 milh\u00f5es de hectares de \u00e1reas florestais desmatadas durante a Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Mudan\u00e7a do\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":195936,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[130],"tags":[],"class_list":["post-195935","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-politica2"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/195935","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=195935"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/195935\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=195935"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=195935"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=195935"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}