{"id":42082,"date":"2021-01-20T22:14:09","date_gmt":"2021-01-21T01:14:09","guid":{"rendered":"http:\/\/primeirojornal.com.br\/?p=42082"},"modified":"2021-01-20T22:15:51","modified_gmt":"2021-01-21T01:15:51","slug":"lancado-o-longa-metragem-do-pradense-athylla-borborema-de-uma-ponta-a-outra-sobre-a-historia-da-ferrovia-bahiminas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2021\/01\/20\/lancado-o-longa-metragem-do-pradense-athylla-borborema-de-uma-ponta-a-outra-sobre-a-historia-da-ferrovia-bahiminas\/","title":{"rendered":"Lan\u00e7ado o longa-metragem do pradense Athylla Borborema ???DE UMA PONTA ?? OUTRA??? sobre a hist\u00f3ria da Ferrovia BahiMinas"},"content":{"rendered":"<h6 style=\"text-align: justify;\">Com mais de 100 document\u00e1rios curtas-metragens no acervo, o escritor e jornalista pradense Athylla Borborema lan\u00e7ou nesta quarta-feira (20\/01), o seu primeiro longa-metragem, intitulado ???DE UMA PONTA ?? OUTRA??? que trata-se de um document\u00e1rio memorial que mostra cronologicamente o percurso da extinta Ferrovia Bahia\/Minas.<\/h6>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/QJCHCc3bRqE\" width=\"800\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><span data-mce-type=\"bookmark\" style=\"display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;\" class=\"mce_SELRES_start\">?<\/span><\/iframe><\/p>\n<h6 style=\"text-align: justify;\">O filme conta a hist\u00f3ria da Ferrovia Bahia\/Minas que por 85 anos fez parte da hist\u00f3ria de baianos e mineiros entre 1881 e 1966 com os seus trilhos a partir do Km-0 do porto de Ponta de Areia, em Caravelas, at\u00e9 o fim da linha f\u00e9rrea no Km-578, na cidade de Ara\u00e7ua\u00ed, no m\u00e9dio vale Jequitinhonha em Minas Gerais.<\/h6>\n<h6 style=\"text-align: justify;\">A produ\u00e7\u00e3o durou um ano e meio para que o document\u00e1rio ficasse pronto e contasse com precis\u00e3o cada detalhe de cada trecho percorrido pela Maria Fuma\u00e7a Pochix\u00e1 ao longo dos seus 85 anos que esteve em opera\u00e7\u00e3o sobre os trilhos dos vales do Peru\u00edpe, Mucuri, Pampan, Todos os Santos, Gravat\u00e1 e Jequitinhonha, por territ\u00f3rios de 4 munic\u00edpios baianos e 8 munic\u00edpios mineiros.<\/h6>\n<figure id=\"attachment_42084\" aria-describedby=\"caption-attachment-42084\" style=\"width: 1579px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Estacao-Ferroviaria-de-Ladainha.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-42084\" src=\"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Estacao-Ferroviaria-de-Ladainha.jpg\" alt=\"\" width=\"1579\" height=\"964\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-42084\" class=\"wp-caption-text\">Esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria de Ladainha<\/figcaption><\/figure>\n<h6 style=\"text-align: justify;\">A Ferrovia Bahia\/Minas foi extinta em 1966 e o seu \u00faltimo TREM circulou no dia 31 de maio daquele ano, depois de ter demorado 61 anos para ficar totalmente pronta e funcionado em sua plenitude por apenas 24 anos. Quando deu o seu \u00faltimo apito, a estrada de Ferro BahiMinas deixou 34 esta\u00e7\u00f5es, 10 Postos Telegr\u00e1ficos que tamb\u00e9m funcionavam como esta\u00e7\u00f5es e outros 10 pontos de embarques e desembarques, al\u00e9m de 57 conjuntos habitacionais que serviam de resid\u00eancias dos ferrovi\u00e1rios, constru\u00eddos a cada 10 quil\u00f4metros ao longo da linha de ferro, intitulados de ???turmas???.<\/h6>\n<h6 style=\"text-align: justify;\">O filme document\u00e1rio ???DE UMA PONTA ?? OUTRA??? ouviu personagens importantes da mem\u00f3ria da Ferrovia BahiMinas. Ex-ferrovi\u00e1rios, filhos de ferrovi\u00e1rios, meninos da \u00e9poca que vendiam doces e salgados nas esta\u00e7\u00f5es que s\u00e3o os anci\u00f5es de hoje e ouviu tamb\u00e9m estudiosos da Estrada de Ferro Bahia\/Minas. ?? um document\u00e1rio para voc\u00ea preparar a sua pipoca e a sua bebida preferida e embarcar nesta viagem que durava 12 horas sobre trilhos, pontes, montanhas e t\u00faneis -, mas no filme voc\u00ea far\u00e1 a mesma viagem por 3h40min.<\/h6>\n<h6 style=\"text-align: justify;\">???<\/h6>\n<figure id=\"attachment_42083\" aria-describedby=\"caption-attachment-42083\" style=\"width: 1885px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Estacao-Ferroviaria-Caporanga.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-42083\" src=\"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Estacao-Ferroviaria-Caporanga.jpg\" alt=\"\" width=\"1885\" height=\"1060\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-42083\" class=\"wp-caption-text\">Esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria Caporanga<\/figcaption><\/figure>\n<h6 style=\"text-align: justify;\">DE UMA PONTA ?? OUTRA??? \u00e9 o mais completo document\u00e1rio j\u00e1 produzido sobre a hist\u00f3ria da Estrada de Ferro Bahia\/Minas e o \u00fanico produzido de forma cronol\u00f3gica que far\u00e1 voc\u00ea se sentir literalmente embarcado na Maria Fuma\u00e7a, percorrendo fielmente de uma ponta \u00e0 outra, de Ponta de Areia a Ara\u00e7ua\u00ed, esta\u00e7\u00e3o por esta\u00e7\u00e3o, se situando em cada uma das 54 paradas ao longo dos trilhos que eram percorridos por 578 quil\u00f4metros.<\/h6>\n<h6 style=\"text-align: justify;\">Para Athylla Borborema, o autor do longa-metragem, o document\u00e1rio devidamente conclu\u00eddo sempre foi um sonho seu em realiz\u00e1-lo e o objetivo principal \u00e9 manter viva a hist\u00f3ria de uma ferrovia baiana e mineira que tanto trouxe progresso e alegria a um tempo que n\u00e3o volta mais e que muitas daquelas gera\u00e7\u00f5es que alcan\u00e7aram a estrada de ferro ainda est\u00e3o vivas e, representa para as novas e futuras gera\u00e7\u00f5es, um memorial interessante da hist\u00f3ria do interior do Brasil.<\/h6>\n<figure id=\"attachment_42086\" aria-describedby=\"caption-attachment-42086\" style=\"width: 1634px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Terminal-Rodoviario-de-Caravelas.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-42086\" src=\"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Terminal-Rodoviario-de-Caravelas.jpg\" alt=\"\" width=\"1634\" height=\"946\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-42086\" class=\"wp-caption-text\">Terminal Rodovi\u00e1rio de Caravelas<\/figcaption><\/figure>\n<h6 style=\"text-align: justify;\">Athylla Borborema \u00e9 um jornalista e radialista natural do balne\u00e1rio de Cumuruxatiba, no litoral norte de Prado, um documentarista com mais de 100 curtas produzidos entre institucionais e culturais, com mais de 30 milh\u00f5es de espectadores. Em 1993 publicou seu primeiro livro e entrou efetivamente para o time dos escritores mais festejados do pa\u00eds. Desde ent\u00e3o, seu trabalho ocupa a lista das obras mais recomendadas da literatura nacional com mais de 30 livros publicados, todos campe\u00f5es de vendas e premiados no mundo inteiro. Titular da cadeira n\u00ba 23 da Academia de Letras e Artes de Salvador, no \u00faltimo dia 10 de dezembro, Athylla Borborema foi empossado para o bi\u00eanio 2021\/2022 como o novo presidente da ATL ??? Academia Teixeirense de Letras, onde \u00e9 titular da cadeira n\u00ba 02.<\/h6>\n<p>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com mais de 100 document\u00e1rios curtas-metragens no acervo, o escritor e jornalista pradense Athylla Borborema lan\u00e7ou nesta quarta-feira (20\/01), o seu primeiro longa-metragem, intitulado\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":42085,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2709],"tags":[],"class_list":["post-42082","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-caravelas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42082","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=42082"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42082\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=42082"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=42082"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=42082"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}