{"id":647699,"date":"2026-02-20T14:02:29","date_gmt":"2026-02-20T17:02:29","guid":{"rendered":"https:\/\/primeirojornal.com.br\/2026\/02\/20\/especialistas-no-juspod-alertam-municipios-precisam-de-acao-proativa-diante-da-mudanca-disruptiva-na-gestao-tributaria\/"},"modified":"2026-02-20T14:02:29","modified_gmt":"2026-02-20T17:02:29","slug":"especialistas-no-juspod-alertam-municipios-precisam-de-acao-proativa-diante-da-mudanca-disruptiva-na-gestao-tributaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2026\/02\/20\/especialistas-no-juspod-alertam-municipios-precisam-de-acao-proativa-diante-da-mudanca-disruptiva-na-gestao-tributaria\/","title":{"rendered":"Especialistas no JusPod alertam: munic\u00edpios precisam de a\u00e7\u00e3o proativa diante da &#8220;mudan\u00e7a disruptiva&#8221; na gest\u00e3o tribut\u00e1ria"},"content":{"rendered":"<div id=\"news-body-content\">\n<div id=\"firstHalf\">\n<p><strong>A reforma tribut&aacute;ria, recentemente aprovada no Brasil, representa uma mudan&ccedil;a de paradigma para a gest&atilde;o fiscal dos munic&iacute;pios, indo muito al&eacute;m de uma simples reconfigura&ccedil;&atilde;o de al&iacute;quotas. Em uma entrevista&nbsp;ao JusPod, podcast do Bahia Not&iacute;cias apresentado por Karina Calixto e Matheus Biset, o advogado David Luduvice e o consultor s&ecirc;nior da FGV-SP, Artur Mattos, ofereceram uma an&aacute;lise detalhada sobre os impactos dessa transforma&ccedil;&atilde;o, destacando que a autonomia dos munic&iacute;pios n&atilde;o foi apenas reduzida, mas&nbsp;transformada em um novo cen&aacute;rio de divis&atilde;o de compet&ecirc;ncias.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ao serem questionados sobre a real perda de autonomia tribut&aacute;ria municipal, os especialistas foram categ&oacute;ricos ao afirmar que, inegavelmente, haver&aacute; uma redu&ccedil;&atilde;o. &#8220;Se voc&ecirc; considerar que em termos de autonomia, n&atilde;o falando apenas na parte financeira, mas na parte de gest&atilde;o, de fiscaliza&ccedil;&atilde;o, de condu&ccedil;&atilde;o dos atos de cobran&ccedil;a do tributo, os munic&iacute;pios v&atilde;o ter uma redu&ccedil;&atilde;o porque ela vai passar a ser dividida com os outros entes&#8221;, explicou David Luduvice. <\/strong><\/p>\n<p><strong>&#8220;Ent&atilde;o, &eacute; uma mudan&ccedil;a de cen&aacute;rio completa com rela&ccedil;&atilde;o a isso.&#8221; Luduvice e Mattos detalharam que essa diminui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se limita ao aspecto financeiro, mas se estende &agrave; pr&oacute;pria gest&atilde;o, fiscaliza&ccedil;&atilde;o e condu&ccedil;&atilde;o da cobran&ccedil;a de tributos, que agora passar&atilde;o a ser compartilhadas com outros entes federativos. Trata-se, portanto, de uma mudan&ccedil;a completa de cen&aacute;rio, onde a arrecada&ccedil;&atilde;o deixa de ser uma responsabilidade exclusivamente local para se tornar um esfor&ccedil;o conjunto, exigindo uma adapta&ccedil;&atilde;o significativa por parte das administra&ccedil;&otilde;es municipais.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A entrevista ressaltou que o impacto financeiro efetivo, no entanto, n&atilde;o ser&aacute; uniforme e dever&aacute; ser analisado caso a caso. &#8220;Voc&ecirc; vai ter que analisar se vai ter uma perda efetiva financeira caso a caso. Ent&atilde;o, voc&ecirc; vai ter que ver se o munic&iacute;pio ele &eacute; mais produtor ou se ele &eacute; mais consumidor de servi&ccedil;o e isso n&atilde;o tem a ver com regi&atilde;o&#8221;, afirmou Artur Mattos. <\/strong><\/p>\n<p><strong>&#8220;Ent&atilde;o aqui na Bahia voc&ecirc; tem munic&iacute;pios que eles t&ecirc;m mais ind&uacute;strias do que prestadores de servi&ccedil;o. Um munic&iacute;pio que tenha mais circula&ccedil;&atilde;o de pessoas, ele vai ter um maior consumo, ent&atilde;o ele vai ter um ganho. Um munic&iacute;pio que ele tem um polo industrial maior do que o consumo local, ele vai ter uma perda. Ent&atilde;o esses s&atilde;o os pontos.&#8221; <\/strong><\/p>\n<p><strong>A chave para entender se um munic&iacute;pio sair&aacute; ganhando ou perdendo com a reforma est&aacute; na an&aacute;lise de sua voca&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica: se ele &eacute; essencialmente um produtor de riqueza ou um polo de consumo de servi&ccedil;os. Mattos exemplificou que essa caracter&iacute;stica n&atilde;o est&aacute; necessariamente ligada a regi&otilde;es geogr&aacute;ficas, citando o estado da Bahia, que abriga munic&iacute;pios com forte presen&ccedil;a industrial e outros mais voltados &agrave; presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Um dos pontos mais cruciais e que, segundo os especialistas, passa despercebido no emaranhado de textos da reforma, &eacute; o mecanismo de transi&ccedil;&atilde;o criado para suavizar o caminho at&eacute; o novo sistema. &#8220;H&aacute; sim uma redu&ccedil;&atilde;o na autonomia. Tanto &eacute; que tem um ponto que acaba passando despercebido. &Eacute; que o texto da reforma &eacute; muito grande e s&atilde;o v&aacute;rios textos. Ent&atilde;o, est&aacute; muito dif&iacute;cil at&eacute; para quem &eacute; da &aacute;rea acompanhar as mudan&ccedil;as&#8221;, observou David Luduvice. <\/strong><\/p>\n<p><strong>O advogado chamou a aten&ccedil;&atilde;o para a cria&ccedil;&atilde;o de um &#8220;seguro-receita&#8221;, termo utilizado por ele e por Mattos para descrever o fundo que garantir&aacute; a estabilidade financeira dos munic&iacute;pios durante o per&iacute;odo de adapta&ccedil;&atilde;o. &#8220;Ningu&eacute;m faz um seguro receita para cobrir uma situa&ccedil;&atilde;o de transi&ccedil;&atilde;o se n&atilde;o tiver feito uma an&aacute;lise de que haver&aacute; alguma perda para determinado grupo de munic&iacute;pios&#8221;, argumentou Luduvice. <\/strong><\/p>\n<p><strong>A pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia desse mecanismo, na vis&atilde;o do advogado, &eacute; um indicativo de que os legisladores j&aacute; previram que haver&aacute; perdas significativas para um determinado grupo de munic&iacute;pios, justificando a necessidade de uma prote&ccedil;&atilde;o para que a transi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o seja traum&aacute;tica.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Artur Mattos complementou essa vis&atilde;o ao contextualizar o momento pol&iacute;tico e hist&oacute;rico da aprova&ccedil;&atilde;o. Ele lembrou que esta &eacute; a primeira reforma tribut&aacute;ria aprovada em um per&iacute;odo democr&aacute;tico no Brasil, sendo todas as anteriores fruto de regimes de exce&ccedil;&atilde;o. &#8220;Nenhuma reforma no Brasil foi aprovada antes. Ali&aacute;s, &eacute; a primeira reforma aprovada no momento democr&aacute;tico. Todas as reformas tribut&aacute;rias do Brasil foram no momento de ditadura ou algo similar. &Eacute; a primeira vez que voc&ecirc; tem isso&#8221;, destacou Mattos. <\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"secondHalf\">\n<p><strong>&#8220;Ent&atilde;o &eacute; l&oacute;gico que teve todo um acordo, a proposta inicial &eacute; uma, a proposta final &eacute; outra, o que &eacute; normal no processo pol&iacute;tico.&#8221; Esse fato, por si s&oacute;, j&aacute; explica a complexidade do processo, que envolveu in&uacute;meros acordos pol&iacute;ticos e transformou a proposta inicial em algo bastante distinto ao final. <\/strong><\/p>\n<p><strong>A grande inova&ccedil;&atilde;o que tornou a aprova&ccedil;&atilde;o poss&iacute;vel, segundo o consultor, foi justamente a ideia de uma transi&ccedil;&atilde;o longa e com um seguro. &#8220;N&atilde;o existia nenhuma reforma poss&iacute;vel porque n&atilde;o se tinha pensado nessa ideia da transi&ccedil;&atilde;o de um seguro de transi&ccedil;&atilde;o. Ent&atilde;o voc&ecirc; tinha todo um apoio contra daqueles estados e munic&iacute;pios que perdiam dizendo: &#8216;N&atilde;o, isso n&atilde;o pode ser aprovado'&#8221;, recordou.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Mattos fez uma ressalva t&eacute;cnica importante sobre o c&aacute;lculo desse seguro, que ser&aacute; baseado na m&eacute;dia da arrecada&ccedil;&atilde;o de ISS e ICMS entre 2019 e 2026, devidamente atualizada. &#8220;S&oacute; tem uma coisa para ser destacada. &Eacute; a m&eacute;dia, no caso, de munic&iacute;pios do ISS e do ICMS 2019 a 2026, atualizado monetariamente. &Eacute; uma m&eacute;dia. Ent&atilde;o, um munic&iacute;pio que &eacute; um grande produtor, ele tem uma m&eacute;dia muito boa, mas com certeza, em regra, a m&eacute;dia menor do que o &uacute;ltimo ano&#8221;, explicou. <\/strong><\/p>\n<p><strong>&#8220;Ent&atilde;o, o que est&aacute; garantido &eacute; a m&eacute;dia, n&atilde;o &eacute; a receita do &uacute;ltimo ano.&#8221; Isso significa que a garantia n&atilde;o &eacute; sobre a receita do &uacute;ltimo ano, que poderia ser a mais alta, mas sim sobre uma m&eacute;dia do per&iacute;odo, um detalhe que pode impactar diretamente o montante a que cada munic&iacute;pio ter&aacute; direito.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Segundo David Luduvice e Artur Mattos foi um chamado &agrave; a&ccedil;&atilde;o para os gestores municipais, procuradores e secret&aacute;rios da fazenda. &#8220;Realmente, &eacute; um momento disruptivo para gest&atilde;o, para os contribuintes, mas o gestor municipal, o procurador geral, o secret&aacute;rio da fazenda dando suporte ao seu prefeito, ele precisa tentar que ele n&atilde;o pode mais perder tempo. Ele tem que ter uma conduta proativa para iniciar essa mudan&ccedil;a de cultura&#8221;, concluiu Luduvice.<\/strong><\/p>\n<p><strong>CONHE&Ccedil;A OS CONVIDADOS<\/strong><br \/>  &nbsp;<\/p>\n<p><strong>ARTUR MATTOS<br \/>  Foi coordenador nacional para acompanhamento da reforma tribut&aacute;ria pela Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Auditores Municipais<br \/>  Consultor S&ecirc;nior da Unidade de Projeto da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas &ndash; S&atilde;o Paulo<br \/>  Auditor aposentado do munic&iacute;pio de Salvador<br \/>  Membro do Grupo de Trabalho (GT 14), representando a Frente Nacional dos Prefeitos, junto ao Minist&eacute;rio da Fazenda para assessorar a elabora&ccedil;&atilde;o da Lei Complementar do IBS e CBS<br \/>  Foi Coordenador Programa Nota Salvador<br \/>  P&oacute;s -graduado em Administra&ccedil;&atilde;o com especializa&ccedil;&atilde;o em Finan&ccedil;as pela UNIFACS; -Economista pela UFBA;&nbsp;<br \/>  Ex-Vice-presidente da FENAFIM- Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Auditores e Fiscais de Tributos Municipais<br \/>  Professor de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o do curso de Auditoria Cont&aacute;bil e Controladoria no Setor P&uacute;blico da Faculdade de Ci&ecirc;ncias Cont&aacute;beis da UFBA; e da p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Direito P&uacute;blico Municipal da Universidade Cat&oacute;lica do Salvador e da Funda&ccedil;&atilde;o Faculdade de Direito da Bahia;<br \/>  Ex Secret&aacute;rio Municipal da Fazenda &#8211; de Lauro de Freitas;<\/strong><\/p>\n<div>\n<p><strong>DAVID LUDUVICE<br \/>  Possui mais de 17 anos de experi&ecirc;ncia em advocacia p&uacute;blica municipal, contencioso fiscal e assessoramento &agrave; Secretaria de Fazenda Municipal e D&iacute;vida Ativa. &nbsp;&Eacute; Membro do Conselho Fiscal do Fundo Municipal de Previd&ecirc;ncia do Servidor de Salvador (Fumpres). Procurador Fiscal do Munic&iacute;pio do Salvador, Consultor Jur&iacute;dico S&ecirc;nior em empresa do segmento de cobran&ccedil;a digital de cr&eacute;ditos p&uacute;blicos e privados. P&oacute;s-graduado em Direito Empresarial pela Funda&ccedil;&atilde;o Escola Alvarez Penteado &#8211; SP. Procurador-Chefe da Subespecializada de Cr&eacute;ditos Estrat&eacute;gicos da PGMS, Conselheiro Julgador do Conselho Municipal de Tributos de Salvador, (CMT); Membro do Grupo de A&ccedil;&otilde;es Estrat&eacute;gicas da Secretaria da Fazenda do Munic&iacute;pio do Salvador (GAET), Membro do Comit&ecirc; Gestor do PJ-e do TJBA. Vice-Presidente da Associa&ccedil;&atilde;o de Procuradores do Munic&iacute;pio do Salvador. Foi Conselheiro Seccional e Presidente da Comiss&atilde;o de Or&ccedil;amento e Contas da OAB-BA.<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><strong>APRESENTADORES<br \/>  Liderado por Karina Calixto e Matheus Biset, o JusPod &#8211; podcast jur&iacute;dico do Bahia Not&iacute;cias &#8211;&nbsp;vai ao ar quizenalmente, sempre &agrave;s 19h, &agrave;s quintas-feiras. Todos os epis&oacute;dios est&atilde;o dispon&iacute;veis no canal do Youtube do Bahia Not&iacute;cias.<\/strong><\/p>\n<p>  <strong>Apresentadora do JusPod &#8211; Podcast Jur&iacute;dico do Bahia Not&iacute;cias &#8211; desde a sua cria&ccedil;&atilde;o, em 2023, Karina Calixto &eacute; advogada. Mestranda em Direito pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa &#8211; IDP, &eacute; Especialista em Ci&ecirc;ncias Criminais pela Faculdade Baiana de Direito; Professora da Funda&ccedil;&atilde;o Visconde de Cair&uacute; (BA); Conselheira Seccional da OAB-BA; e Presidente da Comiss&atilde;o de Est&aacute;gio e Exame de Ordem da OAB-BA.&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>J&aacute; o co-host &eacute; o advogado Matheus Biset, s&oacute;cio do escrit&oacute;rio Matheus Biset Advocacia. P&oacute;s-graduado em Ci&ecirc;ncias Criminais pela Universidade C&acirc;ndido Mendes &ndash; UCAM\/RJ);&nbsp;P&oacute;s-graduado em Direito Penal Econ&ocirc;mico pela Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica de Minas Gerais &ndash; PUC\/MG;&nbsp;e P&oacute;s-graduando em Direito Esportivo pela Confedera&ccedil;&atilde;o Brasileira de Futebol (CBF). Membro do Instituto Baiano de Direito Processual Penal (IBADPP), &eacute;&nbsp;Professor de &Eacute;tica, Direito Processual Penal e Pr&aacute;tica Penal. Tamb&eacute;m &eacute; palestrante e&nbsp;autor do livro &#8220;&Eacute;tica para OAB &#8211; Somente o Necess&aacute;rio para Gabaritar&#8221;.<\/strong><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A reforma tribut&aacute;ria, recentemente aprovada no Brasil, representa uma mudan&ccedil;a de paradigma para a gest&atilde;o fiscal dos munic&iacute;pios, indo muito al&eacute;m de uma simples\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":647700,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[130],"tags":[],"class_list":["post-647699","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-politica2"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/647699","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/16"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=647699"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/647699\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/647700"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=647699"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=647699"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=647699"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}