{"id":647834,"date":"2026-02-20T22:20:51","date_gmt":"2026-02-21T01:20:51","guid":{"rendered":"https:\/\/primeirojornal.com.br\/2026\/02\/20\/bahia-registra-3o-maior-indice-de-informalidade-e-2o-menor-rendimento-mensal-pais-aponta-ibge\/"},"modified":"2026-02-20T22:20:51","modified_gmt":"2026-02-21T01:20:51","slug":"bahia-registra-3o-maior-indice-de-informalidade-e-2o-menor-rendimento-mensal-pais-aponta-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2026\/02\/20\/bahia-registra-3o-maior-indice-de-informalidade-e-2o-menor-rendimento-mensal-pais-aponta-ibge\/","title":{"rendered":"Bahia registra 3\u00ba maior \u00edndice de informalidade e 2\u00ba menor rendimento mensal pa\u00eds, aponta IBGE"},"content":{"rendered":"<p>O estado da Bahia registrou o terceiro maior &iacute;ndice de informalidade do Brasil e o segundo menor rendimento mensal entre trabalhadores do pa&iacute;s. &Eacute; o que apontam os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lios (Pnad) Cont&iacute;nua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE), nesta sexta-feira (20).<\/p>\n<p>        O principal dado da pesquisa &eacute; referente &agrave; taxa de desemprego do &uacute;ltimo ano. Para o pa&iacute;s como um todo, o ano de 2025 terminou com taxa de desemprego de 5,6%, a menor j&aacute; registrada na s&eacute;rie hist&oacute;rica iniciada em 2012.<\/p>\n<p>        A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupa&ccedil;&atilde;o, seja com ou sem carteira assinada, tempor&aacute;rio e por conta pr&oacute;pria, por exemplo.<\/p>\n<p>        Pelos crit&eacute;rios do instituto, s&oacute; &eacute; considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. S&atilde;o visitados 211 mil domic&iacute;lios em todos os estados e no Distrito Federal.<\/p>\n<p>        Conforme a pesquisa, a Bahia tamb&eacute;m alcan&ccedil;ou a taxa m&iacute;nima de desemprego, com apenas 8,7% de sua popula&ccedil;&atilde;o nessa condi&ccedil;&atilde;o. No entanto, quando observados outros dados, o cen&aacute;rio baiano se complexifica.&nbsp;As unidades da federa&ccedil;&atilde;o (UF) que alcan&ccedil;aram a taxa m&iacute;nima de desemprego foram:<\/p>\n<p>  Montagem: Eduarda Pinto \/ Bahia Not&iacute;cias<\/p>\n<p>        Os dados consolidados de 2025 revelam que das 27 UFs, 12 ficaram abaixo da m&eacute;dia nacional (5,6%); e 15 superam o desemprego m&eacute;dio no pa&iacute;s. Tr&ecirc;s estados do Nordeste apresentam as maiores desocupa&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>        INFORMALIDADE E RENDA&nbsp;<br \/>\n  A pesquisa do IBGE permite identificar desigualdades no n&iacute;vel de informalidade do mercado de trabalho ao longo do pa&iacute;s. Enquanto o pa&iacute;s terminou 2025 com informalidade de 38,1%, 18 estados ficaram acima dessa marca, com destaque negativo para as regi&otilde;es Norte e Nordeste.<\/p>\n<p>        Na informalidade, trabalhadores n&atilde;o t&ecirc;m garantidos direitos como cobertura previdenci&aacute;ria, 13&ordm; sal&aacute;rio, seguro-desemprego e f&eacute;rias, por exemplo.<\/p>\n<p>  Montagem: Eduarda Pinto \/ Bahia Not&iacute;cias<\/p>\n<p>        O IBGE aponta ainda que o DF e oito estados fecharam o ano com rendimento mensal do trabalhador acima da m&eacute;dia do pa&iacute;s (R$ 3.560). O DF lidera com sobra o ranking, explicado pelo grande contingente de funcion&aacute;rios p&uacute;blicos na capital federal, que conseguem uma remunera&ccedil;&atilde;o acima da m&eacute;dia da iniciativa privada.<\/p>\n<p>        De todos os estados, apenas Amazonas, Amap&aacute;, Cear&aacute;, Para&iacute;ba, Pernambuco, Bahia e S&atilde;o Paulo est&atilde;o abaixo do recorde de rendimento do trabalhador. S&atilde;o Paulo, por exemplo, apresentava rendimento de R$ 4.320 em 2014, em valores reais, ou seja, j&aacute; considerada a infla&ccedil;&atilde;o do per&iacute;odo. Para o Amazonas, o maior sal&aacute;rio registrado foi R$ 2.838 em 2012.&nbsp;<\/p>\n<p>  Montagem: Eduarda Pinto \/ Bahia Not&iacute;cias<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O estado da Bahia registrou o terceiro maior &iacute;ndice de informalidade do Brasil e o segundo menor rendimento mensal entre trabalhadores do pa&iacute;s. &Eacute;\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":647835,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2737],"tags":[7386],"class_list":["post-647834","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-bahia","tag-bahia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/647834","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/16"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=647834"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/647834\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/647835"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=647834"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=647834"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=647834"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}