{"id":65869,"date":"2022-03-29T10:38:58","date_gmt":"2022-03-29T13:38:58","guid":{"rendered":"http:\/\/primeirojornal.com.br\/2022\/03\/goro-do-bom-rota-no-centro-para-beber-cachaca-drink-e-ate-chopp-de-vinho\/"},"modified":"2022-03-29T10:38:58","modified_gmt":"2022-03-29T13:38:58","slug":"goro-do-bom-rota-no-centro-para-beber-cachaca-drink-e-ate-chopp-de-vinho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2022\/03\/29\/goro-do-bom-rota-no-centro-para-beber-cachaca-drink-e-ate-chopp-de-vinho\/","title":{"rendered":"Gor\u00f3 do bom: rota no Centro para beber cacha\u00e7a, drink e at\u00e9 chopp de vinho"},"content":{"rendered":"<p class=\"bodytext\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/fileadmin\/user_upload\/correio24horas\/2022\/03\/28\/drinkscentro_soramaia.jpg\" alt=\"Rota no Centro para beber cacha\u00e7a, drink e at\u00e9 chopp de vinho (Foto: Sora Maia)\" width=\"1280\" height=\"853\"\/><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Se voc\u00ea bebe mais que um Opala 72, mas n\u00e3o quer gastar oito conto no litro da gasolina para tomar umas pela cidade, est\u00e1 no texto certo. \u00a0Deixe o carro em casa, pois aqui cont\u00e9m um roteiro que todo biriteiro deveria experimentar: bater perna enquanto come \u00e1gua, n\u00e3o necessariamente nesta ordem. Fizemos cerca de tr\u00eas quil\u00f4metros de paletada et\u00edlica pelo Centro Hist\u00f3rico de Salvador, esta senhora que completa 473 anos. Come\u00e7amos na Cidade Baixa e terminamos, j\u00e1 trocando as pernas, no Santo Ant\u00f4nio Al\u00e9m do Carmo. Misturamos tudo, desde cacha\u00e7a, drinks chiques, cravinho e at\u00e9 chopp de vinho.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Para que este passeio seja tranquilo, vale um conselho especial. Antes da afoba\u00e7\u00e3o do primeiro gole, cabe um velho h\u00e1bito da cidade: aquela do santo. Derrame um pouco da pinga no ch\u00e3o, como uma forma de saudar Exu, protetor dos becos, encruzilhadas e ruas da capital. ?? conselho do pr\u00f3prio Jorge Amado. ???A primeira obriga\u00e7\u00e3o a se fazer quando nesse solo se p\u00f5em os p\u00e9s \u00e9 dar de beber a Exu para assim lhe conquistar as boas gra\u00e7as, impedindo que ele venha perturbar a festa com suas diabruras e arrelias. Para n\u00e3o escorregar numa ladeira cal\u00e7ada de pedras negras e antigas???, escreveu o romancista, no livro Bahia de Todos-os-Santos. Quem \u00e9 doido de contrariar?<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Veja o especial de anivers\u00e1rio Rota Salvador 473<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Iniciamos a miss\u00e3o \u00e0s 15h30. Como Exu gosta de uma cacha\u00e7a, nada melhor que come\u00e7ar este roteiro no Beco dos Cornos, mais precisamente no bar Pal\u00e1cio dos Gatos, pertinho do Plano Inclinado e do Elevador Lacerda. O local oferece mais de 60 tipos de cacha\u00e7a aromatizadas com ervas e ra\u00edzes, quase medicinais. Al\u00e9m disso, \u00e9 o metro quadrado com mais doido na cidade. Quer conhecer o baiano aut\u00eantico da velha Bahia cantada por Caymmi? V\u00e1 l\u00e1. ???Aqui \u00e9 o mesmo que a Igreja do Bonfim. Se vier em Salvador para beber e n\u00e3o tomar uma no Pal\u00e1cio dos Gatos, n\u00e3o conheceu Salvador???, diz Bucetinha, cliente h\u00e1 mais de 30 anos. Foi ele \u00a0que sugeriu o sucesso da casa: o CGC, \u00a0mistura de canela, gengibre e cravo. \u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">A cacha\u00e7a precisa ser conservada na geladeira e tem uma cor que lembra a lava de vulc\u00e3o, n\u00e3o por coincid\u00eancia. Sobe um fogo da peste logo na primeira golada (depois da do santo), queimando tudo, mas sem precisar fazer careta j\u00e1 que \u00e9 docinha e gelada. Dizem os bebedores do local que o CGC levanta defunto e rejuvenesce. Quem afirma \u00e9 Ronald Aguiar, um ???jovem??? de 91 anos que toda sexta bate ponto no Pal\u00e1cio. ???Para fazer efeito e voc\u00ea nunca brochar, tem que tomar pelo menos tr\u00eas doses. Se eu fosse voc\u00ea nem iria para os outros lugares, ficava logo aqui???, provoca Ronald, cliente h\u00e1 50 anos.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Fomos obstinados a tomar apenas uma dose em cada lugar, mas \u00e9 etilicamente imposs\u00edvel. O diabo \u00e9 que estava tocando Pablo, bicho: ???Nosso barzinho, mesa 70, de repente c\u00ea entra??? De m\u00e3os dadas com o seu novo amooooor!???. A\u00ed quebra a guia de qualquer homem apaixonado. Desce uma, duas, tr\u00eas doses de CGC. Um pratinho com carne de fumeiro, moela e passarinha, como \u00e9 que vai embora? Mas, era preciso. Nos despedimos do Pal\u00e1cio dos Gatos rumo ao Bahia Marina. Contudo, o local ainda estava fechado.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" height=\"620\" src=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/fileadmin\/user_upload\/correio24horas\/2022\/03\/29\/Iara.jpg\" width=\"590\"\/><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Recalculamos a rota e seguimos para a Sa\u00fade, mais especificamente para o Bar do L\u00e9o. L\u00e1, uma iguaria: chopp de vinho. D\u00e1 para subir o Elevador Lacerda, pegar o Largo do Pelourinho, a Baixa dos Sapateiros e a Ladeira da Sa\u00fade. D\u00e1, inclusive, para desviar o caminho para O Cravinho e tomar uma dose. Ser\u00e1 um quil\u00f4metro de paletada, suficiente para evaporar um pouco da dor de corno adquirida no Pal\u00e1cio.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Chegando na Sa\u00fade, \u00e9 s\u00f3 sentir aquele clima de bairro de interior em pleno centro da cidade. Piso de pedra, casas antigas e budegas em cada esquina. O pinga-pinga \u00e9 inevit\u00e1vel. Suados, nada melhor que um chopp de vinho no Bar do L\u00e9o. Como tudo na Bahia termina em m\u00fasica, chegando no local, a surpresa: L\u00e9o, dono do estabelecimento, foi integrante da banda Braga Boys, sucesso no in\u00edcio dos anos 2000. ?? um gesto quase \u00a0involunt\u00e1rio dar um murrinho para baixo e cantar ???Bomba! Pra balan\u00e7ar isso aqui \u00e9 bomba!???.\u00a0<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" height=\"666\" src=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/fileadmin\/_processed_\/a\/b\/csm_drinkscentro_soramaia2_aeebe0d99c.jpg\" width=\"999\"\/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Drinks no Centro Hist\u00f3rico (Foto: Sora Maia)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\">???Basta a turma saber que fui do Braga Boys para cantar esta m\u00fasica e fazer a coreografia [risos]???, diz L\u00e9o, enquanto via este rep\u00f3rter fazer a dancinha, uma clara manifesta\u00e7\u00e3o do teor et\u00edlico que j\u00e1 estava na mente. \u00a0Voltemos ao vinho. ???Salvador ainda n\u00e3o tem a tradi\u00e7\u00e3o do chopp de vinho. Trouxe de presente para nossa capital. Ele se encaixa perfeitamente com nossa cidade, pois \u00e9 refrescante, parece um drink, mas n\u00e3o \u00e9. Tem 6% de \u00e1lcool???, disse L\u00e9o.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">A bebida \u00e9 t\u00e3o nova para o costume de Salvador, que o ex-Braga Boys precisa trazer os barris com \u00a0do Paran\u00e1. O vinho \u00e9 bem leve, estupidamente gelado e cremoso como um chopp. A ideia era apenas experimentar o vinho e seguir adiante. Quando a gente j\u00e1 estava se ajeitando para partir, rumo a novas experi\u00eancias et\u00edlicas, L\u00e9o oferece o caipil\u00e9. O nome j\u00e1 diz tudo. Uma caipirinha, mas com um picol\u00e9 de fruta enfiado na ta\u00e7a (com o devido ???l\u00e1 ele???).\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">N\u00e3o satisfeito, ele oferece \u00a0tr\u00eas sabores: morango, lim\u00e3o siciliano e caj\u00e1. No p\u00e9 do ouvido, a fot\u00f3grafa Sora Maia sussurra que ???n\u00e3o vamos sair vivos desta pauta???.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Turbinados<\/strong><br \/> Ap\u00f3s a despedida do Bar do L\u00e9o, o saldo era de tr\u00eas doses de CGC (copo de 150 ml), um chopp de vinho de 500 ml, al\u00e9m de tr\u00eas caipil\u00e9s de 300 ml, cada. Quase dois litros de gor\u00f3, bicho. O sol ainda estava se despedindo, quando pegamos mais \u00a0900 metros de caminhada, voltando ao Pelourinho, mas especificamente ao Restaurante Maria Mata Mouro. Descemos a Sa\u00fade, pegamos a Avenida JJ Seabra e subimos a Ladeira do Pel\u00f4 at\u00e9 a Rua da Ordem Terceira.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">No meio das edifica\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas do Pelourinho, o Mata Mouro parece a entrada de N\u00e1rnia. L\u00e1 dentro, um verde inesperado, com jardins, \u00e1rvores e fontes de \u00e1gua que fogem do cen\u00e1rio de concreto. Ali\u00e1s, o que n\u00e3o falta \u00e9 cen\u00e1rio no lugar. Cada pavilh\u00e3o do casar\u00e3o do s\u00e9culo XVIII tem um ambiente diferente. ?? dif\u00edcil saber se bebe ou contempla as obras de arte assinadas pelo artista Carlos Kahan espalhadas pela casa, que cont\u00e9m uma parede colonial tombada logo na entrada.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Melhor ainda \u00e9 saber que o artista frequenta o lugar. Sentado no quintal da casa, onde fica o jardim, Kahan parece o personagem de um conto liter\u00e1rio. Com um tapa olho, o artista levanta, sorri e diz: ???Bem-vindo ao lugar onde se bebe e contempla a arte???. Tudo tem hist\u00f3ria na casa, reaberta em janeiro deste ano, ap\u00f3s dois anos fechada por conta da pandemia.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Tr\u00eas drinks foram apresentados no bar que leva o nome de um personagem da obra de Hilda Hilst, Tu n\u00e3o Te Moves de Ti. O primeiro, o Xote do Amor, uma entrada oferecida aos clientes num pequeno copo de cora\u00e7\u00e3o, acompanhado de um bolinho de arroz. Ele \u00e9 feito com cacha\u00e7a, xarope de clit\u00f3ria e sumo de lim\u00e3o. Parecia que finalmente ficar\u00edamos apenas na degusta\u00e7\u00e3o. Ledo engano. Logo em seguida, dois drinks carregados de ax\u00e9 e outro cheio de tradi\u00e7\u00e3o no Centro Hist\u00f3rico: \u00c1guas de Oxal\u00e1, Deburu e Cravinho Smash. Desta vez, o chip travaria.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">O gostoso \u00e9 saber que cada drink tem uma hist\u00f3ria. O Deburu, por exemplo, \u00e9 uma homenagem a Omolu. &#8220;Deburu \u00e9 a comida de milho estourado (pipoca). Omolu cresceu com feridas e Ians\u00e3 o presenteou com \u00a0uma roupa de palha. Um belo dia, ele foi dan\u00e7ar com esta vestimenta e Ians\u00e3 soltou um sopro. A roupa subiu e as chagas ca\u00edram e se tornaram pipoca. Fizemos esta representatividade no drink???, explica Dan Morais, chef de bar que assina a carta de drinks.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Agora o mais legal. O Deburu leva vodka de pipoca, xarope de fava de aridan, lim\u00e3o e aquafaba. Por cima, pipoca caramelizada que pega o gosto da bebida. \u00a0Aconselhamos deixar os milhos estourados para o final, pois \u00e9 poss\u00edvel sentir o gosto da bebida enquanto mastiga a pipoca. ?? comer \u00e1gua, literalmente.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">\u00c1guas de Oxal\u00e1 tamb\u00e9m n\u00e3o foge do lado hist\u00f3rico. Leva Braggi Spiced Rum, suco de coco com lim\u00e3o, xarope de manjeric\u00e3o, bitter de cacau e pimenta. ???J\u00e1 ouvi falar uma vez que as \u00c1guas de Oxal\u00e1 pacificam o ambiente. \u00a0Na mesma hora falei que queria beber este drink. ???Quero beber as \u00e1guas de Oxal\u00e1???. Casou com tudo que eu esperava. ?? um drink que vou fazer propaganda para todo mundo. ?? maravilhoso. Minha vida agora \u00e9 beber \u00c1guas de Oxal\u00e1 e voltar para casa feliz da vida???, diz Sora Maia, nossa fot\u00f3grafa e companheira et\u00edlica.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">O problema \u00e9 que esta empolga\u00e7\u00e3o toda custou caro e o soldado pediu PPU. ?????, v\u00e9i, n\u00e3o aguento mais beber. Depois do Carmo acabou, n\u00e9????, completa Sora, quando o rel\u00f3gio apontava j\u00e1 19h30. Ainda deu tempo de terminar o cravinho com \u00a0xarope de manjeric\u00e3o, lim\u00e3o e bitter de laranja.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Mais 800 metros at\u00e9 o Bistr\u00f4 das Artes para a famigerada saideira. S\u00e3o 11 minutinhos, descendo novamente a ladeira Largo do Pelourinho e subindo a do Carmo. Na frente da Igreja do Carmo est\u00e1 a \u00faltima parada desta comemora\u00e7\u00e3o diferente no anivers\u00e1rio da cidade. Nada melhor que aquela paisagem dos casar\u00f5es, com vista panor\u00e2mica da Ba\u00eda de Todos-os-Santos. No gran finale, um drink chamado Nativa, bem sugestivo para uma cidade t\u00e3o raiz. ???Seus insumos trazem um abra\u00e7o ao nosso pa\u00eds: \u00a0cacha\u00e7a, mel de abelha nativa, capim santo e lim\u00e3o siciliano. ?? uma homenagem a Salvador e ao bairro do Carmo???, explica Adriana Queiroz, gerente operacional do lugar.\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Enfim, o fim. Depois da saideira, nada melhor que pegar um Uber e se picar para casa. Mas \u00e9 Salvador, bicho. E Salvador \u00e9 a capital do autoengano. Depois da saideira, vem a ???sipicadeira??? e a ???de jair???. ???Meu amigo, venha que o Bahia Marina abriu???, diz uma amiga, pelo zap. Essa capital n\u00e3o quer ver ningu\u00e9m bem. Quer seus filhos na rua, na bagaceira. Fui para casa? N\u00e3o! (mas Sora foi).\u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\">No Deck Marina, bem em frente ao mar que reflete a lua, amigos bebem, conversam e ouvem m\u00fasica. ???Traga uma Sereia Iara para ele!???, grita \u00a0Juliana Tavares, criadora do espa\u00e7o. Ah, a sereia??? Um drink cor de sangue, onde a mistura de mel de a\u00e7a\u00ed, vodka, ovo e licor de gengibre termina com o rosto da sereia Iara esculpida numa folha de arroz. Naquela hora, beber mais ou menos n\u00e3o fazia mais diferen\u00e7a nenhuma. Depois, teve o drink Juliana e a\u00ed \u00a0eu j\u00e1 n\u00e3o sabia mais onde estava. S\u00f3 tinha uma certeza: uma noite de bebedeira na cidade da Bahia parece durar 473 anos. Ax\u00e9 e tim-tim, Salvador!<\/p>\n<h2>O que comemos e bebemos<\/h2>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Pal\u00e1cio dos Gatos<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">CGC \u00a0 \u00a0Cacha\u00e7a que mistura canela, gengibre e cravo (R$ 2,5, a dose)\u00a0<br \/> Tira-gosto \u00a0 \u00a0Mix de carne de fumeiro, moela e passarinha (R$ 15)<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Bar do L\u00e9o<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Chopp de vinho \u00a0 \u00a0Pode ser tinto ou branco (R$ 9,90)<br \/> Caipil\u00e9 \u00a0 Caipirinha com picol\u00e9 da fruta (R$ 17)<br \/> Camar\u00e3o encapotado \u00a0Oito unidades (R$ 20)<br \/> Bolinho de queijo \u00a0Oito unidades (R$ 16)<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Maria Mata Mouro<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Xote do Amor \u00a0Gr\u00e1tis<br \/> Cravinho Smash \u00a0 Cravinho, xarope de manjeric\u00e3o, lim\u00e3o e bitter de laranja (R$ 25)<br \/> Deburu \u00a0 Vodka de pipoca, xarope de fava de aridan, lim\u00e3o, aquafaba e pipoca (R$ 25)<br \/> \u00c1guas de Oxal\u00e1 \u00a0Braggi Spiced Rum, suco de coco com lim\u00e3o, xarope de manjeric\u00e3o, bitter de cacau e pimenta (R$ 25)<br \/> Lambretas Mata Mouro \u00a0 R$ 34,90<br \/> Vinagrete Morna de Polvo e Camar\u00e3o \u00a0R$ 48,90<\/p>\n<p><strong>Bistr\u00f4 das Artes<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Nativa \u00a0 Cacha\u00e7a, mel de abelha nativa, capim santo e lim\u00e3o siciliano (R$ 18)<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>O Cravinho<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Cravinho \u00a0 Dose: R$ 5 | 1\/2 litro: R$ 20<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Deck Marina<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Sereia Iara \u00a0 Mel de a\u00e7a\u00ed, vodka, ovo e licor de gengibre (R$ 35)<br \/> Juliana \u00a0 Vodka, lim\u00e3o, xarope de manga com pimenta, licor de laranja, floaty de vinho e espuma de gengibre (R$ 38)<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><\/p>\n<p class=\"bodytext\"><em>O Anivers\u00e1rio de Salvador \u00e9 um projeto do Jornal Correio com patroc\u00ednio do Hospital C\u00e1rdio Pulmonar, Wilson Sons, Salvador Bahia Airport e Unifacs, apoio institucional da Prefeitura Municipal de Salvador, FIEB e Sebrae, apoio de Suzano, Abaet\u00e9 Avia\u00e7\u00e3o, Sotero, Shopping Center Lapa, Jotag\u00ea, AJL, Comdados.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se voc\u00ea bebe mais que um Opala 72, mas n\u00e3o quer gastar oito conto no litro da gasolina para tomar umas pela cidade, est\u00e1\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":65870,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[204],"tags":[],"class_list":["post-65869","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65869","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=65869"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65869\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/65870"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=65869"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=65869"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=65869"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}