{"id":65944,"date":"2022-03-29T11:39:37","date_gmt":"2022-03-29T14:39:37","guid":{"rendered":"http:\/\/primeirojornal.com.br\/2022\/03\/figuras-apaixonadas-por-salvador-declaram-amor-pela-cidade\/"},"modified":"2022-03-29T11:39:37","modified_gmt":"2022-03-29T14:39:37","slug":"figuras-apaixonadas-por-salvador-declaram-amor-pela-cidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2022\/03\/29\/figuras-apaixonadas-por-salvador-declaram-amor-pela-cidade\/","title":{"rendered":"Figuras apaixonadas por Salvador declaram amor pela cidade"},"content":{"rendered":"<p class=\"bodytext\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/fileadmin\/user_upload\/correio24horas\/2022\/03\/29\/clarindosilva_anivesario.jpg\" alt=\"Clarindo Silva (Foto: Paula Fr\u00f3es)\" width=\"1200\" height=\"801\"\/><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Encontrar alguns deles nas ruas de Salvador \u00e9 um privil\u00e9gio que n\u00e3o pode ser desperdi\u00e7ado. ?? como se a cidade te desse uma chance de conhecer um pouco mais de sua hist\u00f3ria, suas mazelas e belezas de uma maneira \u00fanica. Ger\u00f4nimo, Lazzo, Clarindo Silva e Franciel \u00e9 o quarteto que sabe falar desta capital, que completa 473 anos, de um jeito \u00fanico, sem meias palavras e como toda aula de hist\u00f3ria e antropologia deveria ser.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">\u00a0Encontramos cada um deles nos seus respectivos habitats preferidos da capital e cada um falou de sua vis\u00e3o sobre esta Salvador que \u00e9 m\u00e3e e madrasta, mas que nenhum filho abre m\u00e3o. Com Lazzo Matumbi, a voz contra o racismo e injusti\u00e7as sociais, nosso encontro foi onde ele se torna a pr\u00f3pria arte, em cima do palco do cart\u00e3o-postal e cultural, o Teatro Castro Alves. Clarindo, n\u00e3o poderia ser em outro lugar: Cantina da Lua, no Pelourinho. Ger\u00f4nimo, na ponta de Humait\u00e1, com o cheiro de mar e o visual da Ba\u00eda de Todos-os-Santos. Com Franciel Cruz, o papo \u00e9 no lugar que ele vira sereio: nas areias de Amaralina.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Confira ao lado a vis\u00e3o de cada um sobre esta cidade que completa 473 anos. Enquanto seu GPS n\u00e3o localiza estes patrim\u00f4nios art\u00edsticos em algum canto de nossa cidade, contamos aqui um pouco do papo que o CORREIO teve com cada um deles sobre nossa capital. Segue o carro, Mot\u00f4!<\/p>\n<h2>A aniversariante na vis\u00e3o de&#8230;<\/h2>\n<p class=\"bodytext\"><strong>1. Lazzo Matumbi \u00a0<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Ele \u00e9 a alegria da cidade, a cor da Bahia, mas tamb\u00e9m carrega na voz o peso da luta contra o racismo e os direitos humanos em plena cidade mais negra fora da \u00c1frica. Talvez seja por isso que falar de Salvador \u00e9 uma mistura de emo\u00e7\u00f5es para esse cantor e compositor t\u00e3o importante para nossa hist\u00f3ria. No palco principal do TCA, sua voz \u00e9 como uma porrada na consci\u00eancia social e ecoa em todo teatro. At\u00e9 seu sil\u00eancio \u00e9 uma mensagem. E nada de falar de uma Salvador apenas linda. ?? necess\u00e1rio tamb\u00e9m repensar a desigualdade que impera na capital.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">???Al\u00f4, Salvador, acorde! Est\u00e1 mais que na hora de acordar. Se reconstrua. Se olhe no espelho. Se respeite e respeite os seus filhos. Precisamos preservar n\u00e3o apenas sua beleza, mas a humanidade desta cidade. Por que todos que chegam aqui querem ficar? Por que n\u00f3s, nativos, n\u00e3o somos bem tratados para nos orgulharmos tamb\u00e9m? S\u00e3o 473 anos de desigualdade. Pode parar, basta! Se ligou na mensagem? Ok e ax\u00e9???, diz Lazzo.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Ele tamb\u00e9m questiona a alcunha de Salvador ser a Cidade da M\u00fasica. Para ele, dois fatores questionam tal fama. Quase como um canto de protesto, ele afirma que Salvador possui um d\u00e9ficit muito grande de locais culturais e, principalmente, teatros. O povo n\u00e3o consome cultura e os reais representantes da m\u00fasica soteropolitana, vindos do gueto, s\u00e3o boicotados. Mesmo assim, ele garante que a for\u00e7a n\u00e3o falta ao povo:<\/p>\n<blockquote>\n<p class=\"bodytext\">???Eu sempre digo que Salvador \u00a0\u00e9 uma boa madrasta e uma m\u00e3e mais ou menos. Salvador tem um detalhe important\u00edssimo que \u00e9 a energia ancestral que carrego em mim. A \u00a0que me mant\u00e9m vivo, me faz forte para sair daqui levando nossa cultura, al\u00e9m de sempre lutar e cantar nossa terra???. \u00a0 \u00a0\u00a0 \u00a0<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"bodytext\"><strong>2. Ger\u00f4nimo \u00a0<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">?? dif\u00edcil saber se Salvador \u00e9 m\u00e3e dele ou Ger\u00f4nimo \u00e9 o pai da capital. Seu zelo pela aniversariante do dia \u00e9 paternal, assim como suas broncas tamb\u00e9m. Passeando pela cidade com o cantor e compositor, \u00e9 impressionante seu conhecimento sobre cada pedra colocada na cidade. Quando perguntado onde queria conversar, ele n\u00e3o titubeou: Ponta de Humait\u00e1. L\u00e1, enquanto desejava feliz anivers\u00e1rio para sua terra, sempre parava para dar uma aula de hist\u00f3ria.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" height=\"667\" src=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/fileadmin\/_processed_\/c\/0\/csm_geronimo_naragentil_77f5525e3b.jpg\" width=\"1000\"\/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Ger\u00f4nimo (Foto: Nara Gentil)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\">???T\u00e1 vendo aquelas casas ali? Todas possuem por\u00f5es com pedras enormes para a mar\u00e9 n\u00e3o invadir. Foi ali que os holandeses entraram na nossa terra e o pau quebrou???, conta. A primeira coisa sobre Salvador que lhe vem \u00e0 cabe\u00e7a \u00e9 o mar. ???Est\u00e1 gravando? Deixa o som do mar mesmo. Se n\u00e3o tiver o som do mar, \u00e9 mentira???, afirma, enquanto declara seu amor pela cidade.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Por\u00e9m, alerta: ???Salvador tem a sua hist\u00f3ria. ?? dolorida, sofrida, humilhada, mas de resist\u00eancia e com a autoestima elevada. Se recusa a se entregar. Esta cidade, acima de tudo, \u00e9 D???Oxum???. Tudo de Ger\u00f4nimo termina no mar, at\u00e9 sua vis\u00e3o sobre a Cidade da Bahia, como ele costuma chamar Salvador. Ger\u00f4nimo enxerga Salvador como algu\u00e9m que avista a capital chegando do oceano, com diferentes lados e paisagens.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">&#8220;Olhamos para um \u00a0lado e vemos uma Cidade da Bahia linda, formosa. Do outro, uma cidade triste, de dificuldade. Tamb\u00e9m temos aquele lado da costa reagindo, tentando melhorar. Mas Salvador s\u00f3 evoluir\u00e1 quando tivermos uma harmonia entre o povo e a pol\u00edtica. Se eu fizesse um show agora, iria entupir de gente com seu isopor vendendo sua cerveja. A\u00ed v\u00eam os pol\u00edticos e tomam, confiscam. N\u00e3o podemos viver no s\u00e9culo 21 com pol\u00edticas do s\u00e9culo 19???, garante Ger\u00f4nimo, com rigor, mas com amor tamb\u00e9m. Ap\u00f3s a conversa, o artista pegou o viol\u00e3o para homenagear a cidade. Contudo, pelo menos desta vez, n\u00e3o optou por D???Oxum.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">???S\u00e3o Salvador, Bahia de S\u00e3o Salvador, a terra do branco mulato, a terra do preto doutor???, canta. ???Nossa cidade \u00e9 isto que Caymmi cantou???, completa.\u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>3. Clarindo Silva \u00a0 \u00a0<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Logo cedo, antes mesmo de abrir o Cantina da Lua, Clarindo d\u00e1 bom dia para as pessoas que passam pelo Terreiro de Jesus, se senta em uma das mesas do bar e l\u00ea todos os jornais impressos da capital. Ele n\u00e3o abre m\u00e3o de todos os dias saber o que acontece na cidade, das mazelas \u00e0s coisas boas. Jornalista, historiador, guardi\u00e3o do Centro Hist\u00f3rico e agitador cultural, falar de Salvador, para ele, \u00e9 a mesma coisa de falar da m\u00e3e. Quer saber de Salvador?<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Sente na Cantina da Lua, seu restaurante e centro cultural, e troque dois dedos de prosa com Clarindo. ?? uma aula sobre a cidade. Munido de um terno branco e gravata bordada com flores azuis, sua primeira palavra sobre a cidade \u00e9 gratid\u00e3o. E, de presente, Clarindo lan\u00e7a hoje o livro ???Conversa de Buz\u00fa???, com cr\u00f4nicas e hist\u00f3rias vivenciadas pelo pr\u00f3prio autor no transporte p\u00fablico da capital.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Clarindo ama a cidade, mas seu foco \u00e9 na conserva\u00e7\u00e3o do que ele chama de cora\u00e7\u00e3o do Brasil, o Pelourinho. Para ele, o que falta a Salvador \u00e9 uma maior conserva\u00e7\u00e3o de sua hist\u00f3ria e lugares hist\u00f3ricos. Menos modernidade, mais conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<blockquote>\n<p class=\"bodytext\">???Esta jovem mulher de 473, minha querida Salvador, precisa de cuidados. Preservar sua hist\u00f3ria \u00e9 um ato de amor neste anivers\u00e1rio. Costumo dizer: um povo que n\u00e3o preserva o passado, n\u00e3o vive o presente e jamais poder\u00e1 construir um bom futuro. Tem gente que viaja 11 mil quil\u00f4metros para conhecer o Pelourinho, enquanto alguns soteropolitanos que moram na cidade n\u00e3o prestigiam o lugar. Nossa cidade precisa de mais reconhecimento dos pr\u00f3prios habitantes???, avisa Clarindo.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"bodytext\">Para ele, o Pel\u00f4, local que ele lutou pela revitaliza\u00e7\u00e3o, pode voltar a ser o polo tur\u00edstico e de moradia da capital. ???Temos v\u00e1rias ru\u00ednas aqui. Ao inv\u00e9s de desmatar para construir casas populares, poderiam reformar estes casar\u00f5es para o povo morar. S\u00f3 pode ter conserva\u00e7\u00e3o com vida???, completa.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Clarindo tamb\u00e9m est\u00e1 preparando um livro p\u00f3stumo sobre sua vida em Salvador, que ser\u00e1 publicado somente ap\u00f3s sua morte. ???Salvador tamb\u00e9m \u00e9 a terra da confus\u00e3o. Estou terminando um livro que fala sobre minhas aventuras desta terra. O nome ser\u00e1 Caixa-Preta. Mas vai dar muito problema, s\u00f3 ser\u00e1 publicado quando eu morrer.???<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>4. Franciel Cruz<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">\u00a0A nova voz liter\u00e1ria sobre a baianidade e seus contextos, Franciel \u00e9 um soteropolitano da cidade de Irec\u00ea, de onde veio para cometer a primeira loucura: torcer pelo Vit\u00f3ria. Com PhD em chiban\u00e7as e dan\u00e7a de rato, nas \u00a0horas vagas \u00e9 jornalista, escritor e est\u00e1 bem pr\u00f3ximo de se tornar digital influencer, mesmo se recusando a ter um celular. Seu livro Ingresia, lan\u00e7ado em 2018, \u00e9 um conjunto de cr\u00f4nicas que fala de Salvador (e outras hist\u00f3rias) de um jeito \u00fanico, onde o pr\u00f3prio Franciel \u00e9 o personagem.<\/p>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" height=\"667\" src=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/fileadmin\/_processed_\/5\/e\/csm_francil_cruz_soramaia_e60f1ba8c4.jpg\" width=\"1000\"\/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Franciel Cruz (Foto: Sora Maia)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\">?? poss\u00edvel encontrar este escritor em Amaralina ou em algum buz\u00fa Sussuarana R2. Conversar com ele \u00e9 ter a vis\u00e3o de uma cidade popular, fora da rota tur\u00edstica, mas t\u00e3o bela quanto. Ele n\u00e3o leva apenas a literatura da capital pelo mundo, mas tamb\u00e9m seus costumes, os mais pitorescos poss\u00edveis. Em visita \u00e0 Fran\u00e7a, ???traserou??? at\u00e9 no metr\u00f4, sem pagar um real de transporte p\u00fablico.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Sobre a cidade, Franciel utiliza uma frase de Ger\u00f4nimo para falar de Salvador. ???Nada a pedir, s\u00f3 agradecer. Mais do que pedir ou agradecer, n\u00f3s temos que viver esta cidade dentro da complexidade dela. ?? uma cidade lambuzada de dend\u00ea, alegrias e exclus\u00f5es. Se voc\u00ea n\u00e3o consegue enfrentar esta cidade, \u00e9 melhor vivenci\u00e1-la???, diz. Assim como a maioria dos baianos, o que deixa Franciel atracado a esta cidade \u00e9 o barulho e o cheiro do mar. ???O cheiro de Salvador e os sons n\u00e3o mudam. ?? a cidade dos sentidos, uma modula\u00e7\u00e3o mar\u00edtima. Parece que ainda falamos em Iorub\u00e1???, completa.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Talvez seja por isso que ele est\u00e1 em todo canto. Para Franciel, a cidade \u00e9 o cotidiano, \u00e9 o banho de mar, mas tamb\u00e9m \u00e9 pegar o buz\u00fa ou qualquer outra experi\u00eancia que a cidade proporcione. ???O \u00f4nibus \u00e9 um grande centro cultural, mas gosto de tudo, desde esperar do \u00f4nibus at\u00e9 ouvir o di\u00e1logo entre o cobrador e o motorista. ?? uma experi\u00eancia \u00fanica???, lembra. Para Salvador, ele tem um conselho. ???Minha comadre, pelo amor de Deus, baixe sua bola. Eu sei que voc\u00ea est\u00e1 bem na fita, voc\u00ea \u00e9 bonita pra cacete, mas n\u00e3o exagere, n\u00e3o. V\u00e1 devagar com seus filhos.???<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><em>O Anivers\u00e1rio de Salvador \u00e9 um projeto do Jornal Correio com patroc\u00ednio do Hospital C\u00e1rdio Pulmonar, Wilson Sons, Salvador Bahia Airport e Unifacs, apoio institucional da Prefeitura Municipal de Salvador, FIEB e Sebrae, apoio de Suzano, Abaet\u00e9 Avia\u00e7\u00e3o, Sotero, Shopping Center Lapa, Jotag\u00ea, AJL, Comdados.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Encontrar alguns deles nas ruas de Salvador \u00e9 um privil\u00e9gio que n\u00e3o pode ser desperdi\u00e7ado. ?? como se a cidade te desse uma chance\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":65945,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[130],"tags":[],"class_list":["post-65944","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-politica2"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65944","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=65944"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65944\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/65945"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=65944"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=65944"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=65944"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}