{"id":681882,"date":"2026-05-11T08:38:08","date_gmt":"2026-05-11T11:38:08","guid":{"rendered":"https:\/\/primeirojornal.com.br\/2026\/05\/11\/ser-conhecido-nao-garante-ser-escolhido-diz-empresaria-sobre-nova-fase-de-industria-de-doces\/"},"modified":"2026-05-11T08:38:44","modified_gmt":"2026-05-11T11:38:44","slug":"ser-conhecido-nao-garante-ser-escolhido-diz-empresaria-sobre-nova-fase-de-industria-de-doces","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2026\/05\/11\/ser-conhecido-nao-garante-ser-escolhido-diz-empresaria-sobre-nova-fase-de-industria-de-doces\/","title":{"rendered":"Ser conhecido n\u00e3o garante ser escolhido, diz empres\u00e1ria sobre nova fase de ind\u00fastria de doces"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"text-align: justify;\">A Erlan Foods, uma das marcas mais tradicionais do setor de confectionery no Brasil, entra em uma nova fase de crescimento aos 74 anos. A empresa aposta em itens funcionais e inova\u00e7\u00f5es no portf\u00f3lio, mantendo os cl\u00e1ssicos que sustentaram sua trajet\u00f3ria, como o Toffee Bombom, enquanto amplia linhas com prote\u00edna e op\u00e7\u00f5es sem a\u00e7\u00facar para acompanhar mudan\u00e7as no consumo. A presidente <strong>Rosalina Vilela<\/strong> afirma que a hora \u00e9 de evoluir sem perder a identidade da marca e de valorizar o relacionamento com a regi\u00e3o em que atua.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c<strong>Ser conhecido n\u00e3o garante ser escolhido<\/strong>,\u201d diz Rosalina, destacando a mudan\u00e7a de comportamento do consumidor brasileiro. Segundo ela, os clientes ficaram mais seletivos e buscam benef\u00edcios reais, mesmo em categorias de impulso como balas e chocolates. A Erlan j\u00e1 trabalha com chocolates zero a\u00e7\u00facar e desenvolve linhas com prote\u00edna e suplementos para responder a essa demanda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A estrat\u00e9gia tamb\u00e9m passa por ampliar a presen\u00e7a em canais al\u00e9m do varejo tradicional. A empresa investe em pesquisa e desenvolvimento para novos produtos e em uma \u00e1rea comercial que entende como vender essas categorias em supermercados e, cada vez mais, em farm\u00e1cias e lojas de bem-estar. A atua\u00e7\u00e3o internacional, com exporta\u00e7\u00e3o para \u00c1frica, Am\u00e9rica do Sul e <strong>Estados Unidos<\/strong>, refor\u00e7a a necessidade de adaptar mensagens a cada regi\u00e3o, como ficou claro em uma experi\u00eancia em Dubai que mostrou que o termo saud\u00e1vel nem sempre funciona em todas as localidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para enfrentar margens pressionadas, a Erlan foca no controle de custos de embalagem, frete e mat\u00e9rias-primas, sem abrir m\u00e3o da qualidade. A empresa tamb\u00e9m enfatiza que todos na organiza\u00e7\u00e3o precisam entender seu papel na entrega de valor ao cliente, com a fam\u00edlia mantendo a gest\u00e3o pr\u00f3xima e os filhos ocupando posi\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas na presid\u00eancia e na opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos pr\u00f3ximos anos, o objetivo \u00e9 transformar a Erlan numa companhia orientada a produtos funcionais sem abandonar o peso dos itens de alto giro. A vis\u00e3o \u00e9 manter tradi\u00e7\u00e3o, acelerar a leitura de mercado e adaptar-se rapidamente a diferentes realidades regionais do Brasil. Como s\u00edntese da ind\u00fastria, a empresa acredita que estar na prateleira j\u00e1 n\u00e3o basta; \u00e9 preciso conquistar aten\u00e7\u00e3o, justificar valor e fazer o consumidor escolher a marca no momento da compra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E voc\u00ea, o que acha fundamental para as confectionarias prosperarem no cen\u00e1rio atual? Deixe sua opini\u00e3o nos coment\u00e1rios e conte como a inova\u00e7\u00e3o influencia suas escolhas na hora de comprar doces.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Erlan Foods, uma das marcas mais tradicionais do setor de confectionery no Brasil, entra em uma nova fase de crescimento aos 74 anos.\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":681884,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[190],"tags":[],"class_list":["post-681882","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/681882","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=681882"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/681882\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/681884"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=681882"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=681882"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=681882"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}