{"id":685972,"date":"2026-05-20T11:38:48","date_gmt":"2026-05-20T14:38:48","guid":{"rendered":"https:\/\/primeirojornal.com.br\/2026\/05\/20\/por-que-o-consumidor-filtra-quase-tudo\/"},"modified":"2026-05-20T11:39:43","modified_gmt":"2026-05-20T14:39:43","slug":"por-que-o-consumidor-filtra-quase-tudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2026\/05\/20\/por-que-o-consumidor-filtra-quase-tudo\/","title":{"rendered":"Por que o consumidor filtra quase tudo"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: em meio ao excesso de informa\u00e7\u00f5es, an\u00fancios e feeds que se adaptam ao usu\u00e1rio, a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico tornou-se o ativo mais valioso. Para alcan\u00e7ar a regi\u00e3o certa no momento certo, marcas precisam combinar dados, <strong>autenticidade<\/strong> e leitura cultural com uma abordagem criativa e direta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dados recentes mostram o desafio. At\u00e9 o fim de 2025, an\u00fancios no YouTube atingiram 70,4% da popula\u00e7\u00e3o brasileira e 81,1% da base de usu\u00e1rios da internet. A satura\u00e7\u00e3o cresce e a velha ideia de cegueira aos banners se amplia para formatos e promessas repetitivas, tornando dif\u00edcil manter a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Thiago Weirich Barreiros Silva, especialista em Marketing de Performance e IA, aponta que o problema n\u00e3o \u00e9 apenas o volume de conte\u00fado, e sim a repeti\u00e7\u00e3o de formatos. O consumidor desenvolveu uma defesa cognitiva: reconhece rapidamente propaganda enganosa ou conte\u00fado feito apenas para cliques e filtra quase que instantaneamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os feeds deixaram de ser vitrines abertas e passaram a ser ambientes personalizados, guiados pelo hist\u00f3rico de navega\u00e7\u00e3o e pelo comportamento de consumo. Assim, surgem bolhas de aten\u00e7\u00e3o: mensagens que n\u00e3o dialogam com o repert\u00f3rio da regi\u00e3o t\u00eam entrada mais dif\u00edcil. Repetir a mesma mensagem pode gerar rejei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse cen\u00e1rio, conte\u00fados simples e espont\u00e2neos ganham espa\u00e7o. O lo-fi content, com est\u00e9tica natural e linguagem direta, aparece como ruptura de padr\u00e3o entre v\u00eddeos muito editados. O relat\u00f3rio da HubSpot sobre redes sociais em 2025 aponta que formatos r\u00e1pidos continuam relevantes para engajamento no YouTube, TikTok e Instagram.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, o crescimento das tribos digitais refor\u00e7a a necessidade de entender c\u00f3digos culturais locais. A IA pode ajudar na leitura de dados, na cria\u00e7\u00e3o de varia\u00e7\u00f5es e na identifica\u00e7\u00e3o de oportunidades, mas tamb\u00e9m eleva o risco de padroniza\u00e7\u00e3o. A vantagem est\u00e1 em combinar dados, criatividade e compreens\u00e3o real dos moradores da regi\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em mercados de alto valor, a decis\u00e3o de compra depende de confian\u00e7a, reputa\u00e7\u00e3o e consist\u00eancia ao longo da jornada. O maior erro \u00e9 achar que a aten\u00e7\u00e3o se compra apenas com m\u00eddia. Quem alinhar dados, tecnologia, autenticidade e leitura local ter\u00e1 mais chances de atravessar a indiferen\u00e7a, ganhando lembran\u00e7a e credibilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Meta descri\u00e7\u00e3o: estudo aponta que excesso de informa\u00e7\u00e3o, IA e formatos curtos redefinem a disputa pela aten\u00e7\u00e3o. Estrat\u00e9gias ganham for\u00e7a quando unem dados, autenticidade e leitura cultural da regi\u00e3o para conquistar confian\u00e7a e relev\u00e2ncia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo: em meio ao excesso de informa\u00e7\u00f5es, an\u00fancios e feeds que se adaptam ao usu\u00e1rio, a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico tornou-se o ativo mais valioso.\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":685974,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[190],"tags":[],"class_list":["post-685972","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/685972","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=685972"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/685972\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/685974"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=685972"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=685972"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=685972"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}