{"id":690552,"date":"2026-05-31T02:44:56","date_gmt":"2026-05-31T05:44:56","guid":{"rendered":"https:\/\/primeirojornal.com.br\/2026\/05\/31\/foi-vitima-de-cobrancas-indevidas-do-itau-saiba-o-que-fazer\/"},"modified":"2026-05-31T02:44:56","modified_gmt":"2026-05-31T05:44:56","slug":"foi-vitima-de-cobrancas-indevidas-do-itau-saiba-o-que-fazer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2026\/05\/31\/foi-vitima-de-cobrancas-indevidas-do-itau-saiba-o-que-fazer\/","title":{"rendered":"Foi v\u00edtima de cobran\u00e7as indevidas do Ita\u00fa? Saiba o que fazer"},"content":{"rendered":"<div>\n<p>O Ita&uacute; admitiu, como revelou o <strong>Metr&oacute;poles<\/strong>, que h&aacute; 14 anos adota a pr&aacute;tica de cobrar por servi&ccedil;os n&atilde;o contratados pelos clientes. Os m&eacute;todos utilizados pelo Ita&uacute; para ludibriar os clientes, impor as cobran&ccedil;as e dificultar o cancelamento destas foram descritos em a&ccedil;&atilde;o civil coletiva que deu origem a um acordo do Ita&uacute; com o Minist&eacute;rio P&uacute;blico de Minas Gerais (MPMG).<\/p>\n<div>\n<h4>Leia tamb&eacute;m<\/h4>\n<ul>\n<li> \t\t\t\t         \t\t\t\t\t \t\t\t\t \t\t\t<\/li>\n<li> \t\t\t\t         \t\t\t\t\t \t\t\t\t \t\t\t<\/li>\n<li> \t\t\t\t         \t\t\t\t\t \t\t\t\t \t\t\t<\/li>\n<li> \t\t\t\t         \t\t\t\t\t \t\t\t\t \t\t\t<\/li>\n<\/ul><\/div>\n<p>O acordo, no entanto, restringe o direito dos consumidores e cria barreiras para que as pessoas lesadas tenham acesso ao dinheiro que foi retirado indevidamente de suas contas. S&oacute; ter&atilde;o direito ao ressarcimento, de acordo com o texto aprovado pelo MPMG, correntistas que consigam provar que foram v&iacute;timas de cobran&ccedil;as indevidas. Al&eacute;m disso, s&oacute; ser&atilde;o alcan&ccedil;ados consumidores que reclamaram da pr&aacute;tica em canais oficiais at&eacute; dezembro de 2025.<\/p>\n<p>O acordo nem sequer alcan&ccedil;a as garantias estabelecidas pelo C&oacute;digo de Defesa do Consumidor. <span>Mas, cientes da pr&aacute;tica, correntistas do Ita&uacute; podem, sim, buscar seus direitos por meio de outros caminhos<\/span>.<\/p>\n<p><strong>O primeiro passo &eacute; olhar o extrato do cart&atilde;o de cr&eacute;dito<\/strong>. Vale, inclusive conferir cart&otilde;es de lojas operadas pelo Ita&uacute;. No documento, procure por descontos identificados com termos como &ldquo;seguro&rdquo;, &ldquo;assist&ecirc;ncia&rdquo; e &ldquo;garantia&rdquo;. Se voc&ecirc; n&atilde;o solicitou por esses servi&ccedil;os, voc&ecirc; foi v&iacute;tima da pr&aacute;tica admitida pelo Ita&uacute;.<\/p>\n<p>Agora, &eacute; preciso procurar o pr&oacute;prio Ita&uacute;, o que, de acordo com o relatado por muitos clientes, &eacute;, muitas vezes, ineficiente. De toda forma, registre como foi o atendimento. <span>Se o Ita&uacute; se recusar a devolver o dinheiro, cancelar o servi&ccedil;o ou tentar criar qualquer dificuldade, e-mails e protocolos podem ser utilizados como provas contra o banco<\/span>.<\/p>\n<p>A partir da&iacute;, o cliente deve registrar uma queixa na Ouvidoria do Banco Central. Tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel formalizar o problema no site consumidor.gov, mantido pelo Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a e Seguran&ccedil;a P&uacute;blica.<\/p>\n<p>Abaixo os links que levam diretamente para a &aacute;rea onde &eacute; poss&iacute;vel registrar o problema:<\/p>\n<p>No Banco Central;<\/p>\n<p>e no consumidor.gov<\/p>\n<p><span>Nos dois casos, o Ita&uacute; est&aacute; sujeito &agrave; san&ccedil;&otilde;es a partir dos registros<\/span>. Se o problema n&atilde;o for resolvido, a alternativa &eacute; procurar a Justi&ccedil;a, o que pode ser feito por meio da Defensoria P&uacute;blica ou atrav&eacute;s da contrata&ccedil;&atilde;o de um advogado especializado.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Ita&uacute; admitiu, como revelou o Metr&oacute;poles, que h&aacute; 14 anos adota a pr&aacute;tica de cobrar por servi&ccedil;os n&atilde;o contratados pelos clientes. 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