{"id":695553,"date":"2026-06-13T07:19:48","date_gmt":"2026-06-13T10:19:48","guid":{"rendered":"https:\/\/primeirojornal.com.br\/2026\/06\/13\/como-era-o-bafo-do-t-rex-exposicoes-tentam-responder-curiosidade-sobre-o-predador\/"},"modified":"2026-06-13T07:20:44","modified_gmt":"2026-06-13T10:20:44","slug":"como-era-o-bafo-do-t-rex-exposicoes-tentam-responder-curiosidade-sobre-o-predador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/2026\/06\/13\/como-era-o-bafo-do-t-rex-exposicoes-tentam-responder-curiosidade-sobre-o-predador\/","title":{"rendered":"Como era o bafo do T. Rex? Exposi\u00e7\u00f5es tentam responder curiosidade sobre o predador"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Museus dos EUA exploram o olfato para aproximar o p\u00fablico aos dinossauros<\/strong>: equipes de pesquisa usam evid\u00eancias paleontol\u00f3gicas e paralelos com esp\u00e9cies vivas para imaginar como cheirava o h\u00e1lito do T. rex. As iniciativas aparecem em exposi\u00e7\u00f5es que destacam o fim do Cret\u00e1ceo, com o objetivo de tornar a visita mais imersiva por meio do sentido do cheiro.<\/p>\n<div>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"853\" src=\"https:\/\/img.odcdn.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/cropped-Capa-t-rex.jpg\" alt=\"Capa - t-rex\"><figcaption>Capa \u2013 t-rex Imagem: Shutterstock AI Generator<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Field Museum, em Chicago, a atualiza\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o de Sue introduziu fragr\u00e2ncias que remetem ao ambiente da \u00e9poca e ao pr\u00f3prio predador. O objetivo \u00e9 aproximar os visitantes da vida no fim do Cret\u00e1ceo, usando odores como ponte entre ci\u00eancia e curiosidade. O primeiro experimento contou com um cheiro intenso que precisou ser suavizado antes de ganhar o espa\u00e7o p\u00fablico.<\/p>\n<div>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"738\" src=\"https:\/\/img.odcdn.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Tiranossauro-rex-1-1024x738.jpg\" alt><figcaption>Imagem: Herschel Hoffmeyer\/Shutterstock<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m do h\u00e1lito, a equipe incluiu aromas que simulem parte da flora que dominava a Am\u00e9rica do Norte no fim do per\u00edodo. Fragr\u00e2ncias associadas a gengibre, tulipeiro e cipreste ajudam a recriar o ecossistema que cercava o T. rex e o seu ambiente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra institui\u00e7\u00e3o, o Children\u2019s Museum of Indianapolis, tamb\u00e9m investiu no poder educativo dos odores. Em uma \u00e1rea dedicada aos dinossauros, os visitantes s\u00e3o convidados a identificar, pelo cheiro, qual seria uma fonte de alimento para o animal. A sele\u00e7\u00e3o levou em conta refer\u00eancias de grandes herb\u00edvoros modernos, incluindo um aroma inspirado em fezes de elefante, que se mostrou surpreendentemente suave e levemente doce.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para os organizadores, incorporar cheiros contribui para despertar emo\u00e7\u00f5es, ampliar o envolvimento com temas cient\u00edficos e tornar conceitos abstratos mais pr\u00f3ximos do cotidiano de crian\u00e7as e fam\u00edlias. A estrat\u00e9gia busca transformar a aprendizagem sobre a vida pr\u00e9-hist\u00f3rica em uma experi\u00eancia concreta e acess\u00edvel a todos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E voc\u00ea, o que acha de experimentar a ci\u00eancia pelos sentidos?<\/strong> Compartilhe nos coment\u00e1rios suas impress\u00f5es sobre esses relatos de exposi\u00e7\u00f5es olfativas e como elas mudam a forma de aprender sobre o passado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Museus dos EUA exploram o olfato para aproximar o p\u00fablico aos dinossauros: equipes de pesquisa usam evid\u00eancias paleontol\u00f3gicas e paralelos com esp\u00e9cies vivas para\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":57,"featured_media":695555,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[229],"tags":[],"class_list":["post-695553","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-tecnologia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/695553","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/57"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=695553"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/695553\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/695555"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=695553"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=695553"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetabaiana.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=695553"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}